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Pimentel suspende salários de servidores que acumulam cargos de forma irregular

Pimentel suspende salários de servidores que acumulam cargos de forma irregular

Sindicância já foi determinada pelo governador para verificar cada caso e também apurar a situação de pessoas que recebiam salários de servidores que já faleceram

PUBLICADO EM 06/05/18 - 17h16

AILTON DO VALE

Os salários dos servidores do Estado que acumulam cargos ilegalmente foram suspensos por Fernando Pimentel (PT) na última sexta-feira (4). O governador recebeu uma lista com os nomes desses funcionários apurada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG).

Além dos empregados com acúmulo de cargos, o TCE identificou também que algumas pessoas estavam recebendo salários referentes a 184 servidores falecidos. Esses funcionários que morreram ainda constavam na folha de pagamento do Estado, como noticiou O TEMPO na semana passada (leia mais AQUI).

De acordo com Pimentel, agora caberá à Controladoria Geral do Estado (CGE-MG) a análise de cada caso. Uma sindicância já foi determinada pelo governador. O Estado deve economizar quase R$ 6 bilhões por ano com a suspensão dos salários irregulares, conforme aponta o Cadastro de Agentes Públicos do Estado e dos Municípios de Minas Gerais (CAPMG).

“Já determinei a suspensão imediata dos pagamentos desses servidores e abertura de sindicância que será analisada caso a caso pela Controladoria do Estado. São providências que nós já vinhamos trabalhando com o TCE e que agora parecem que já chegaram ao momento decisivo. Vamos ver e aguardar. Nós vamos corrigir as irregularidades que estão presentes nas folhas de pagamento do Estado”, garantiu Pimentel, em um vídeo publicado no Facebook.

Assista:

O documento elaborado pelo TCE com a identificação das situações irregulares demonstra que um agente público acumula dez cargos. O órgão com a maior irregularidade é a Secretaria de Estado de Educação: são 89.774 agentes com indícios de acumulação ilícita. Em segundo lugar está a Fundação Hospitalar do Estado de Minas (Fhemig), com 3.181 agentes suspeitos de acumular cargos.

Segundo o TCE, a Constituição permite apenas o acúmulo de dois cargos em casos muitos especiais, como é a questão dos médicos e professores.

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