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Suspeito de facilitar a entrada de drogas e celulares em presídio de Ipatinga

Juiz da 1ª Vara Criminal expediu mandado de prisão preventiva do suspeito devido aos desdobramentos da operação Alcatraz, realizada em 2017.

Por G1 Vales de Minas Gerais

11/04/2018 16h30  Atualizado há 4 horas

Um agente penitenciário foi preso na manhã desta quarta-feira (11) em Ipatinga (MG), suspeito de facilitar a entrada drogas e celulares no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp). A prisão do agente é preventiva e foi um pedido do juiz da 1ª Vara Criminal, José Maria Pataro, devido aos desdobramentos da operação Alcatraz, realizada em 2017, segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Ainda segundo o Gaeco, o agente penitenciário deve ser encaminhado ainda nesta quarta-feira pela Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) até Belo Horizonte, onde permanecerá preso à disposição da Justiça.

Agentes penitenciários são presos suspeitos de facilitar entrada de drogas em presídio

Em nota a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SEAP), informou que o agente Sérgio Rosa da Costa é efetivo desde fevereiro de 2015. A SEAP não comentou sobre as investigações.

Operação Alcatraz

Em maio de 2017, o Gaeco deflagrou a operação Alcatraz, que investigou a ação de agentes penitenciários, em associação com detentos, na entrada de aparelhos celulares e drogas no interior da unidade prisional de Ipatinga. Na época, quatro pessoas foram presas, sendo que dois agentes penitenciários foram detidos em flagrante. Outras seis pessoas, a maioria detentos, também foram investigadas.

As investigações apontam que de posse dos celulares que entravam no local, os presos continuavam a comandar o tráfico de dentro das unidades, bem como dando ordens para crimes na região do Vale do Aço. Os agentes cobravam R$ 1 mil para facilitar entrada dos celulares.

A investigação mostrou ainda que os agentes conversavam livremente com os detentos por telefones e por aplicativos de mensagem; em caso de uma operação que levasse a apreensão dos aparelhos, essas mensagens e agendas eram apagadas.

"Ao Agente Prisional, os seus direitos reservados, A ampla defesa e o contraditório".👮🏽‍♂

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