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Policial é preso suspeito de matar grávida para não assumir filho

Policial é preso suspeito de matar grávida para não assumir filho

Segundo polícia, há indícios de participação da mulher do investigador no crime

PUBLICADO EM 06/02/18 - 16h20

Carolina Caetano

Um  investigador da Polícia Civil de 34 anos foi preso, nesta terça-feira (6), pela morte de Priscila Regina de Jesus Almeida, de 29, em outubro do ano passado em Belo Horizonte. As investigações apontam que a mulher teve um caso extraconjugal com o policial e estava grávida dele de aproximadamente 9 meses.

De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o investigador, preso temporariamente, confessou o crime e afirmou que estava sendo pressionado por Priscila a assumir o filho e o relacionamento amoroso com ela.

Ainda conforme a instituição, há indícios que a mulher do policial também tenha envolvimento no caso, e por esse motivo, ela foi presa temporariamente. As investigações continuam e outros detalhes não serão divulgados.

O corpo de Priscila foi localizado no dia 17 de outubro em uma área conhecida como estrada do sanatório, no bairro Solimões, região Norte da capital. A grávida apresentava nove perfurações pelo corpo, e o filho também não resistiu. 

O homem foi encaminhado à Casa de Custódia do Policial Civil.

Vítima não sabia que investigador era casado

Segundo a família, Priscila conheceu o investigador durante aulas de natação, e não sabia que ele era casado. “Ele ficou cercando minha prima, oferecendo carona. Disse que era separado e tinha uma filha de 5 anos. Quando questionado da menina, ele dizia que não falava da garota. Ela não sabia que ele era casado”, contou uma familiar da vítima, que pediu para não ser identificada.

Ainda conforme ela, a jovem e o policial ficaram algumas vezes, e, ao saber da gestação, o investigador parou de conversar com a mulher.

“Ele chegou a mudar o horário na natação para não encontrá-la. A Priscila só queria o nome do pai da criança na certidão de nascimento, não era nem questão financeira”, afirmou a dona de casa.

A ligação do homem para a grávida marcando um encontro despertou a desconfiança dos familiares da estudante. “Chegamos a falar para ela não ir, mas ela disse que ele sempre marcava e não comparecia. A Priscila não tinha maldade. Com a prisão dele, acreditamos que esse crime não vá ficar impune”, finalizou. 

 

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