Polícia Civil pede punições a promotores envolvidos em operação que teve prisão de policiais

Chefe do MP em Minas recebe representantes da Polícia Civil na tentativa de pacificar reação à prisão de delegados e agentes, mas cobrança de punição a promotores dificulta fim do impasse

29/12/2017 06:00 - Atualizado em 29/12/2017 07:27

Procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet ouviu queixas, valorizou parceria com Polícia Civil, mas defendeu legalidade da operação questionada - Foto: Jorge Gontijo/EM/D.A Press
A crise entre Polícia Civil e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, deflagrada pela Operação Fênix e que também acabou envolvendo a Polícia Militar, ainda não caminha para um fim, mas pelo menos colocou na mesma mesa as cúpulas das duas instituições e abriu o diálogo para busca de soluções. Porém, entre as cobranças está até mesmo a punição a promotores que coordenaram a ação, que resultou na prisão de 57 policiais civis mineiros, entre eles 10 delegados. Em reunião na manhã de quinta-feira, o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet, recebeu representantes do comando da Polícia Civil, incluindo o chefe da corporação, o delegado-geral João Octacílio Silva Neto, e o corregedor-geral, Gustavo Adélio Lara Ferreira, além de lideranças sindicais dos servidores da corporação.

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