VERSÃO DO CABO ALEXANDER

Venho, por meio desta nota, esclarecer e contar a minha versão sobre os fatos ocorridos na data de ontem. Me encontrava na sede campestre do Clube Aspra Vera Cruz, quando o desentendimento teve início, em função de uma possível venda de veículo de propriedade da associação.

Aconteceu desta maneira: fui procurado por um funcionário da unidade de lazer que me questionou sobre a compra do veículo da associação, modelo Fiat Uno, por um civil e orientei que ele comprovasse a transação com o presidente e com os diretores administrativo e financeiro. De fato, comprovou-se que eles desconheciam essa suposta venda.

Em seguida, recebi a ligação do diretor de eventos, e o questionei sobre essa venda   do veiculo pertencente à Aspra, ocasião em que ele se dirigiu a mim de maneira agressiva, proferindo ofensas morais de baixo calão e todo tipo de impropérios. Como não poderia deixar de ser, procurei o citado diretor para o devido esclarecimento, uma vez que sempre o tratei com respeito.

Contudo, ao chegar na sala do referido diretor e questionar a sua atitude, o mesmo voltou a me ofender e menosprezar como Cabo da Polícia Militar de Minas Gerais. Este fato já ocorrera antes por parte deste e de outros diretores da Aspra que pediam o uso do regulamento disciplinar e do Código Penal Militar nas discussões internas que envolvem sargentos, cabos e soldados.

Esclareço, ainda, que a minha liberdade comprova o entendimento contrário da Justiça Militar em relação ao que foi relatado pelo diretor de eventos. A partir de agora, ambos estamos sujeitos aos trâmites legais. Responderei à Justiça Militar conforme seja demandado.

Lamento o ocorrido, mas já é fato consumado. De agora em diante, a justiça decidirá acerca dos fatos narrados no B.O. O processo judicial é de livre acesso a quem quer que seja, pois não corre em segredo de justiça, portanto quem quiser conhecimento dele tomar, que acesse o sítio do TJMMG. Ao final do processo, a verdade aparecerá.

Acredito que a decisão do presidente da Aspra/PMBM foi a mais acertada, no intuito de preservar e garantir a respeitada imagem da associação. Aceito as consequências de ter caído na provocação do diretor de eventos.

Tenho plena consciência de que, na diretoria da associação, estamos trabalhando em pé de igualdade e que nenhum diretor tem mais autoridade que o outro, apesar do sargento Patrick alegar o contrário em relação à minha pessoa.

E foi com essa certeza, e muita tranquilidade, que atuei de maneira comprometida na função a mim confiada até esta data, sempre com foco na melhor representação dos associados à entidade.

Por fim, quero desculpar-me com todos, principalmente os Diretores, quero também agradecer aos milhares de e-mails, mensagens que recebi de apoio. Para finalizar, não vou acirrar o debate, não vou condenar a atitude do Sgt Patrick que deu-me voz de prisão.

Não quero e não vou condenar ninguém, vou aguardar o julgamento do processo ao qual já respondo, com tranquilidade, calma, serenidade.

A indignação de ter sido preso por um representante de entidade classe, também eleito, ficará comigo no silencio da noite. Vida que segue!

*Alexander de Carvalho Lima, Cabo PM*
*Diretor de Sede Campestres e Colônia*

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