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ACORDÃO NO PMDB PODE SELAR APOIO DE TEMER À REELEIÇÃO DE PIMENTEL


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Novas articulações podem restabelecer a paz no PMDB em Minas e por tabela levar a cúpula do partido, que inclui o presidente Temer, a apoiar a reeleição do governador Pimentel. Coisas da política. Não é a primeira vez que se tenta um acordo no conflagrado PMDB. Mas, agora é diferente: o entendimento interessa a todos. E as conversações começaram há 13 dias, quando o maior aliado de Pimentel no PMDB, Adalclever Lopes, presidente da Assembleia Legislativa, procurou em Brasília o presidente nacional do partido, Romero Jucá, com proposta de negociação. Jucá e seu chefe, o presidente Michel Temer, são aliados de Aécio Neves e apoiam a oposição ao governo Pimentel. Mas a maioria dos peemedebistas mineiros, liderada por Adalclever, está com o governador, tem cargos no governo. Essa é a contenda. E qual é a proposta na mesa de Jucá, e de Temer, porque a decisão deve ser dos dois: eles aceitam a aliança do PMDB com o PT em Minas. E podem influir na escolha do nome a ser indicado pelo partido para novo vice na chapa de Pimentel.
A bola está com Jucá. Como presidente, ele pode intervir a qualquer tempo no diretório mineiro e impedir a aliança com o PT. Daí Adalclever tomar a iniciativa de acordo. O acordo interessa a Jucá e Temer. Eles já enfrentam rebeliões no PDB em nove estados e adiaram uma convenção nacional este mês por medo de perder o controle do partido. O aliado mineiro deles, Aécio, está muito desgastado e isso enfraqueceu ainda mais o pequeno grupo de oposição que resiste a Pimentel dentro do PMDB. Então, Jucá e Temer não estão em boas condições para briga. Melhor para eles a paz. Hoje, as maiores apostas são de que Jucá e seu chefe Temer vão preferir fazer um acordo em Minas.
Até agora, o nome cogitado para novo vice de Pimentel era o de Adalclever, que terá de abrir mão do cargo em favor do uma indicação em consenso com Brasília, se o acordo vingar. Muitos peemedebistas, inclusive, já lançaram Adalclever para o Senado. Outra consequência do acordo pode ser um reatamento entre Pimentel e seu atual vice, Antônio Andrade, que estão rompidos desde o início do governo. O vice-governador, que também é presidente oficial do PMDB em Minas, virou oposição ao governo. É ele que lidera o pequeno grupo de oposicionistas no seu partido. Mas está fraco e isolado, não participa das conversações e fica à margem de tudo. Vai ter que acatar o que Brasília mandar. Já Pimentel, em campanha de reeleição, entrou naquele espírito paz e amor de candidato: quanto menos adversários, quanto menos oposição, melhor.
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