"Nossa briga não é com o Pimentel nem com o Comandante Geral , estamos só que os direitos da tropa sejam respeitados. " Cel Mendonça

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PM divulga lista dos primeiros militares convocados para antidoping

É a primeira vez na história que todos policiais do Estado do Espírito Santos vão passar por este tipo de avaliação após terem ingressado na carreira. O exame toxicológico/antidoping, que será rotineiro, é do tipo “janela de larga detecção”, que pode identificar o uso de qualquer tipo de droga nos últimos seis meses.

A coleta do material será feita nos dias e horários já marcados, no Hospital da Polícia Militar (HPM), sendo supervisionada por, no mínimo, dois membros da Comissão de Promoção ao Posto de Coronel (coleta dos Tenentes-Coronéis) ou dois membros da Comissão de Promoção de Oficiais (coleta dos demais Oficiais e Aspirantes a Oficial). Para realizar o exame, será retirado uma amostra de 3,5 cm de cabelo no couro cabeludo. Não possuindo, deverá ter 1,5 cm de pelo nas axilas, peito, braços, pernas ou púbis.

De acordo com o comandante da PM, coronel Nylton Rodrigues, este tipo de exame é importante por ser considerado incompatível com a atividade policial o uso de qualquer tipo de droga.

Nos casos em que o resultado do exame for positivo para o uso de drogas, ou mesmo naqueles em que o policial se recusar a fazer o exame, o militar responderá a algum tipo de processo: conselho de justificação (oficiais), de disciplina (aspirante a oficial) ou a um procedimento administrativo (quem tem menos de 10 anos na corporação), que poderá resultar em demissão. "A investigação poderá concluir que, em casos de dependência química, o policial poderá ser licenciado ou aposentado. Contará ainda com o atendimento que o Hospital da Polícia Militar (HPM) oferece, o Programa Presta. Mas não voltará a exercer a sua função", destacou o comandante.

Este tipo de exame era realizado pelos policiais quando ingressavam na corporação, seja nos concursos para soldados ou naqueles destinados a formação de oficiais. A última etapa vencida por eles era este tipo de teste. "Mas as leis de promoções de praças e oficiais, aprovadas no primeiro semestre, trouxeram esta novidade. Agora, todos os que estiverem em algum quadro de acesso a promoção, até mesmo ao posto de coronel, para se tornar apto para a promoção, terá que passar pelo exame. E isto acontecerá a cada vez em que o militar tentar uma promoção, quantas vezes for necessário", explicou o coronel Nylton.

O comandante acrescentou ainda que o teste também será exigido para as ocasiões em que o militar fizer algum tipo de curso de habilitação ou aperfeiçoamento, como é o caso dos cursos de sargento e de aperfeiçoamento de oficiais. "Toda a tropa já formada, em algum momento, passará pelo teste", assinalou.
https://www.delegados.com.br/noticia/pm-divulga-lista-dos-primeiros-militares-convocados-para-antidoping

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Comandante da PM de Minas critica protesto após acordo para o 13º: ‘considero irresponsável’

Por Redação , 15/12/2017 às 18:23 

atualizado em: 16/12/2017 às 08:27


O comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Helbert Figueiró, relatou, em entrevista à Itatiaia, na tarde de sexta-feira, como foi o acordo com o governo estadual para o pagamento do 13º salário dos servidores da segurança pública – os únicos com o benefício assegurado até o momento. Ele criticou o fato de, mesmo após o anúncio das datas para o depósito, alguns servidores da categoria manifestarem bloqueando o trânsito na Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte.

Figueiró afirmou concordar que há mais reivindicações a serem feitas pela categoria, mas ressaltou que o comando é que representa a tropa. “Aqueles que pregam comando contra o governo são pessoas que têm interesses diversos dos reais interesses das nossas classes. Essa manifestação de hoje, logo após a gente ter divulgado o 13º, eu considero uma atitude irresponsável dessas lideranças, sejam parlamentares, sejam entidades de classes. Eu considero irresponsável porque é uma manifestação com paralisação do Centro em plena sexta-feira, e quem sai prejudicada é a sociedade”, declarou.

O comandante acredita que o ato no Centro teve um cunho que não apenas o fim parcelamento dos salários e o maior investimento em segurança pública – como disseram alguns manifestantes. “São lideranças que não dependem, sequer, do salário da Polícia Militar. Elas têm outras fontes de renda. Eu vejo como um ato direcionado em interesses políticos, pessoais, e não em interesses da classe”, ressaltou.

Para ele, “é a comunidade mineira é a sustentação que a gente tem para postular junto ao governo os nossos interesses, não é saindo às ruas fazendo baderna.”

O protesto

Na tarde desta sexta-feira, policiais militares, civis e agentes penitenciários manifestaram fechando o cruzamento das avenidas Afonso Pena e Amazonas, na Praça Sete, o que provocou congestionamentos na região. A mobilização estava marcada desde quinta-feira (14) e tinha como foco a reivindicação do pagamento do 13º salário.

Nesta sexta, o governo de Minas agendou o depósito para os dias 26 de dezembro e 19 de janeiro, mas categorias disseram que a pauta vai além da quitação do benefício, e por isso manteve o ato.

Em meio ao protesto, os manifestantes queimaram caixões com a foto do comandante-geral da PM, coronel Helbert Figueiró.

http://www.itatiaia.com.br/noticia/comandante-da-pm-de-minas-critica-protesto-ap

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****PELA UNIÃO DA PMMG!!!***

Senhores,

Permitam que este praça faça alguns comentários, sem procuração de nenhum comandante, ou oficial delegando poderes para defesa.

Vivemos um momento de rupturas, de profundas mudanças no cenário político, que refletirá no cenário Institucional (é o que se espera).

Vejo com tristeza nossos companheiros fazendo uma leitura míope da situação, atacando o nosso Comandante Geral, quando, em verdade ele teria que ser FORTALECIDO. Sim, fortalecido, para que sua voz seja audível a quem de direito (e dever).

Essa divisão da tropa não interessa a 'quase' ninguém. 

Todos temos as nossas convicções políticas, ideológicas, mas somos TODOS MILITARES ESTADUAIS.

E Somos todos regidos por uma mesma legislação, que é alicerçada na hierarquia e na disciplina. Por isso, e só por isso a nossa gloriosa PMMG é protagonista no cenário nacional da segurança pública.

Vamos refletir, vamos agir com inteligência, não com emoção. Não nos permitamos sermos alavancados por pseudos representantes que já não nos representam há muito tempo.

A PMMG unida é uma força descomunal. Desunida é apenas uma das vozes dentre as muitas escoadas.

Pensemos nisso...

Cláudio Ribeiro, 1° Sgt PM

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Hoje, os verdadeiros baderneiros, são os detentores do poder e porta vozes de uma administração medíocre e apodrecida, que se aproveitam da falácia democracia representativa para se darem ao direito de bagunçar os princípios básicos de uma sociedade saudável. Da fragilidade dos seus engomados ternos, balbuciam falácias misturadas com saliva e hálito tão podres quanto suas intenções contra os funcionários públicos, dispensando a eles tratamento de inimigo. A história mostrará a baderna que estão a praticar; as agressões com parcelamentos de salários e ao longo do dia, sem reposição salarial, a saúde sendo desfigurada com diminuição de convênios por falta de repasse de dinheiro, que é uma destruição dos direitos sociais que custam o sossego, a paz e a dignidade que custaram caro àqueles que lutaram e conquistaram no passado. Mas, como diz o poeta, "os lírios não nascem das leis" e cabe aos verdadeiros guerreiros dos princípios democráticos irem a luta com o objetivo de que estes  princípios sejam praticados. Se as leis não bastam as estas autoridades, que seja ouvida a voz daqueles que têm consciência do que lhes é garantido por elas. Se os guerreiros que ocupam as ruas e as praças, são parte de onde emana o poder e, com isso, devem cobrar deste poder, aquilo que ele não pode rasgar; a dignidade e o respeito para todos. Luiz Remidio

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Enterrou a carreira política. Se bem que ele não precisa da tropa

Prezados oficiais, sócios e sócias do COPM.
“O homem sábio sabe quando voltar sobre as próprias pegadas”
Provérbio Celta.
No do 15, sexta-feira passada, participei de um ato público, na Pça. Sete, com varias entidades de classe e deputados, contra atos e atitudes do Governo Estadual, que nos afetam, como um todo: reposição das perdas salariais; parcelamento dos salários; IPSM; falta de equipamento e melhor treinamento para a tropa; não repasse dos empréstimos consignados já descontados, aos bancos credores, etc.
Nestes aspectos temos que ser combativos e não tergiversamos. Porém, quando oficiais, nossos companheiros de farda e nossos sócios, têm o nome colocado como se inimigos da classe o fossem e, por isso, atacados de maneira contrária à ética que professamos, não podemos concordar.
Levando os fatos à apreciação de inúmeros oficiais sócios do COPM, deles colhi as mesmas impressões.
O fato do retrato do Cel Helbert ter sido queimado junto com os retratos de outros políticos e o fato dele estar sofrendo ataques na mesma intensidade desses dirigentes políticos e, estes sim, responsáveis pela condução da gestão pública, nos deixa no mínimo desconfortáveis. Conhecemos o Cel Helbert, ao ponto de afiançarmos que ele é pessoa de bem, competente e também bem intencionado. Como Cmt Geral ele faz parte da estrutura do executivo, porém com poderes e deveres limitados ao seu cargo.
Como homem, em sua fala à imprensa, respondia às provocações e ataques pessoais. Se exagerou, neste contexto não merece sofrer as retaliações que está sofrendo, com ataques vindo de vários lados.
Na estrutura democrática do estado de direito, a PM se insere como instituição fundada na hierarquia e disciplina. Atentar contra estes pilares, em desconsiderações gratuitas contra o seu Cmt Geral, é correr o sério risco de provocar a sua ruína.
O COPM não irá se posicionar contra um seu sócio, sem que haja fundadas razões para isto.
Considerando o estado de ânimo gerado contra o Cmt Geral, decorrente de opiniões expressas em redes sociais, com as quais não podemos concordar, depois de ouvidos, como já dito, inúmeros sócios e membros da Diretoria, o COPM não mais cederá suas instalações para a realização da Assembleia convocada para as 14 horas do dia 22 de dezembro de 2017.
Coronel Piccinini - Presidente do COPM
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"Quatro sons mortos por essa quadrilha", diz Major


       OPERAÇÃO ACRÍDEO

Através do compartilhamento de informações entre a Polícia Militar do Estado de Minas Gerias, Polícia Militar do Estado de Goiás, Polícia Federal (BA), Força Tarefa de Segurança Pública do Estado da Bahia e Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, equipes do BOPE/PMMG, DINT/PMMG, 11° Companhia Independente de Policiamento Especializado e PM/2-PMGO, acabam de desarticular uma quadrilha especializada no Roubo à Carros Fortes, em roubos a Bancos, Mineradoras e Bases de Valores.
A quadrilha era liderada por Carlos Jardiel de Barros Dantas, Jardiel Cabeção, morto em confronto com a PMGO no mês de 05/2017, quando se preparava para executar um roubo a Carro Forte na região de Aragarças - GO. Após a morte de Jardiel Cabeção a liderança da quadrilha foi assumida por Jean Carlos de Barros Dantas, Bereberê, irmão de Jardiel. Já sob a liderança de Jean a quadrilha sofreu um duro golpe com a prisão de três de seus membros logo após um roubo a Carro Forte na cidade de Unaí - MG, além dos três presos foram apreendidos oito Fuzis, sendo um calibre .50.
Após essa operação a quadrilha se reestruturou e veio a agir novamente no dia 17/10/2017, na região de Grão Mogol, onde roubaram todo o dinheiro de um Carro Forte de uma empresa de transporte de Valores. Diante da movimentação e identificação dos membros da quadrilha, as equipes envolvidas na operação iniciaram varias diligências atrás desses agressores, que articulavam para o início da próxima semana uma nova investida a um Carro Forte na região de Montes Claros - MG.
Durante a operação dois dos agressores morreram em confronto com o BOPE/PMMG, e foram identificados como Jean Carlos de Barros Dantas, Bereberê e Aldenir Quirino de Sá, Galeguinho de Senhora, foragido da Justiça por roubo a banco, e foram presos Naelbe Bezerra, que portava documentos falsos, seu irmão Jeu Julio da Silva, que também portava documentos falsos e Yago Nunes de Souza.
Em poder da quadrilha foram apreendidos 5 Fuzis, sendo um calibre .50, duas Pistolas Cal 9mm, farta munição Cal .50, 7,62mm, 7,62 curto e 9 mm, aproximadamente 20kg de explosivos, veículos, uma chapa de aço que seria instalada no veículo a ser utilizado na ação, bem como outros equipamentos que seriam empregados no roubo.
As Forças de Segurança Pública envolvidas na Operação ACRÍDEO impuseram a Força do Estado na desarticulação dessa Organização Criminosa que por diversas vezes afrontou a sociedade e os poderes constituídos.
A quadrilha desarticulada por completo no dia de hoje é responsável por ações que vitimaram Policiais Militares no Estado da Bahia e no Estado do Ceará.

Juntos Somos Fortes!!!

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'IPVA poderá garantir o 13º do funcionalismo', diz secretário de Planejamento de Minas

Helvécio Magalhães, admite que as contas públicas mineiras continuam longe de sair do vermelho e que não existe previsão para o pagamento do 13º salário do restante do funcionalismo

17/12/2017 06:00 - Atualizado em 17/12/2017 07:34

O secretário de Estado de Planejamento, Helvécio Magalhães - Foto: RAMON LISBOA/EM/D.A PRESS
Sem grandes investimentos planejados para 2018 e com deficit de R$ 8 bilhões no orçamento, o governo de Minas Gerais corre atrás de verbas para honrar compromissos com os servidores e manter serviços básicos em funcionamento. Em entrevista ao Estado de Minas, o secretário de Estado de Planejamento, Helvécio Magalhães, admite que as contas públicas mineiras continuam longe de sair do vermelho e que não existe previsão para o pagamento do 13º salário do restante do funcionalismo. Mas ele garante que o benefício vai ser pago, mesmo que para isso sejam usados recursos do IPVA, que começam a entrar no caixa em meados de janeiro. Para a área de segurança, o governo anunciou na sexta-feira que pagará o benefício em 26 de dezembro e 19 de janeiro. Apesar de atravessar momento crítico, a expectativa do secretário é de que a situação melhore a partir do ano que vem, quando a previsão é de aumento na arrecadação.

Quando será pago o 13º salário do restante dos servidores?

Não temos nenhuma informação concreta. O que asseguramos é que essa é uma prioridade do governador: conseguir pagar o máximo do 13º salário. Mas dependemos dessa aprovação da securitização no Congresso (texto aprovado no Senado e que deve ser votado na Câmara esta semana). Também estamos fazendo um esforço junto com as grandes empresas para tentar antecipar pagamentos. Mas são várias dificuldades. O secretário da Fazenda está fazendo negociações para antecipar recursos de janeiro e pagar o que for possível. Mas ainda não temos data. É mais provável que o 13º não saia este ano. Estamos com expectativa de que o projeto da securitização seja aprovado no Congresso. O presidente (da Câmara), Rodrigo Maia, prometeu colocar em votação no início da semana.

O atraso então é certo, mas de onde o governo vai tirar dinheiro para pagar? 

Vai pagar. Não podemos falar a data, mas vai pagar com certeza. Em janeiro temos o IPVA. Apesar de querer usar o IPVA para o ano todo para equalizar os meses de pouca arrecadação do ICMS, se não tiver outro recurso esse imposto será usado para pagar o 13º salário.

A partir do momento em que o projeto de securitização for aprovado, quanto tempo vai demorar até o governo arrecadar os R$ 2,5 bi previstos? 

Vai demorar cerca de 60 dias. Mas a aprovação do projeto já será uma sinalização imediata para o mercado. Alguns bancos que têm dívidas com essas mesmas empresas que parcelaram com a gente podem nos antecipar alguns recursos. Isso pode antecipar o pagamento. Mas não dá para garantir.

Como Minas Gerais chegou a essa situação financeira tão difícil?

Em 2015, aprovamos um déficit de R$ 8 bilhões. Ele chegou a aumentar e depois diminuiu. Tudo o que arrecadamos diretamente, todo o ICMS, IPVA, ITCD, é destinado para a folha do funcionalismo e para o aporte da Previdência. Isso é um dado catastrófico. Isso representa 103% da arrecadação dos recursos que nós podemos manejar. Porque não podemos manejar Fundeb e SUS. Então, não sobra nada para os investimentos. É um comprometimento monumental. Em 2017, vamos aportar na Previdência do Estado R$ 14 bilhões, é exatamente o gasto com saúde e educação. E ainda temos os aportes com a dívida do estado, hoje em R$ 88 bilhões.

O Governo assumiu em 2015 com déficit de R$ 8 bilhões. Este ano, o déficit será o mesmo. Em três anos a atual gestão não conseguiu equilibrar as contas? Não resolveu o problema? 

Não resolveu na dimensão que gostaríamos. Muito pelo enrijecimento do orçamento. Poderíamos ter mandado metade dos professores embora, os designados. Mas aí seria um ataque à educação. Poderíamos não repor nada para a Polícia Militar, como foi feito no último governo. Nós repusemos tudo na PM e na Polícia Civil. Os aposentados, por exemplo, continuam na folha de pagamento. Nossa opção foi por não prejudicar os serviços públicos. Nós não queríamos camuflar um ajuste social chamando de ajuste fiscal. E fizemos um esforço para resgatar uma dívida que o estado tinha com os professores, que tinham um salário muito baixo. Aumentamos cerca de 50% nos salários.

Não era possível reduzir cargos comissionados?

Apenas 0,5% da folha é de salários para servidores comissionados. Às vezes, a oposição na Assembleia discursa de forma enviesada cobrando corte de comissionados. Nós reduzimos os cargos comissionados. Mas 99,5% são efetivos concursados e designados da educação ou contratos temporários do setor prisional. Não se pode reduzir presídios, pelo contrário, temos que aumentar as vagas nas cadeias. Fazer ajustes era difícil em uma administração tão engessada. Apenas se reduzíssemos o serviço público. Então, nós, além de não crescer em nada a máquina além da educação e polícia, reduzimos muito no custeio.

Quais as perspectivas para 2018? Alguma melhora nas contas públicas? 

Em 2015, quando assumimos, o déficit era R$ 8,2 bilhões. Mandamos um orçamento para este ano com déficit de R$ 8 bilhões. Queremos entregar ao fim do ano que vem a metade desse déficit, de cerca de R$ 4 bilhões. Mas sem prejudicar os serviços essenciais. Para o ano que vem, temos uma perspectiva melhor de arrecadação. Algumas alíquotas estão sendo incrementadas agora na Assembleia, o TCD está quase dobrando, a Cfem (royalties da mineração) dobrou e a nova alíquota passa a valer a partir do ano que vem. Vai significar cerca de R$ 400 milhões a mais em 2018. A redução progressiva de custeio também ajudará as contas no ano que vem.

Os prefeitos estão reclamando muito da falta de repasses de ICMS e de recursos para saúde e educação. 

Esse é um problema sério. Os prefeitos reclamam com toda a razão. Nós tivemos um descompasso no fluxo e atrasamos várias parcelas, três ou quatro. Já colocamos as atrasadas em dia. Mas ontem (terça-feira passada) já venceu outra e temos que ver quando vamos conseguir pagar.

A atual gestão ainda enfrenta uma herança ruim de gestões passadas?

Cada governador deu ênfase em uma coisa. No governo Azeredo se deu muita atenção à educação e a polícia foi abandonada. Deu no que deu. Itamar cuidou da polícia e largou a educação. Aécio e Anastasia mexeram no geral, fizeram 50 carreiras e no final colocaram dinheiro na polícia, mas metade fomos nós que pagamos. Nós estamos tentando organizar os dois. Essa situação da folha, sem alternativa para mexer no orçamento, com 64 carreiras, com engessamento enorme, foi a grave herança ruim. Outra coisa foi o tamanho do estado. Fizemos uma reforma administrativa para reduzir a máquina, eu fui voto vencido porque queria cortar o dobro. Reduzimos muitos órgãos, mas ainda temos muito órgãos inúteis, do ponto de vista de ser um órgão, porque você tem presidente, diretor, assessoria. Por exemplo, temos várias fundações ligadas à educação: Helena Antipof, Caio Martins. Poderíamos juntar todas, sem acabar com nada. Temos outros legados ruins, como, por exemplo, a Cidade Administrativa. Ela não contribui para uma gestão mais próxima das pessoas.

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Existem dificuldades políticas para firmar parcerias com o governo federal? Como está a relação do governador com o presidente Michel Temer (PMDB)? 

Temos toda a boa vontade, o governador é superlight na relação com qualquer adversário. Mas o governo federal tem nos cercado completamente. Os hospitais regionais, que nós pegamos todos em construção ao mesmo tempo, tínhamos todos os convênios com o governo federal prontos para equipar e finalizar as obras. Todos os convênios foram rompidos e não conseguimos entregar os hospitais.

O estado está há três anos sem um grande investimento. Tem alguma previsão para o ano que vem?

Investimento grande nenhum. Infelizmente. Só agora, com a renegociação da dívida, é que vamos buscar um espaço pequeno de algum financiamento externo. Mas estamos fazendo demandas vindas dos fóruns regionais. São pequenas obras, mas que fazem muito sentido para as comunidades. Usamos recursos da Codemig para revitalizar distritos industriais e mercados do interior.

Então, será mais um ano sem investimentos…

Na área da segurança estamos estudando um investimento que vai ser muito importante. Por meio de parceria com o setor privado vamos buscar uma forma de proteger nossas fronteiras. Em todas as fronteiras vamos ter bases fixas e móveis, com raio-X, leitura de placa, de carga. Vamos colocar essas bases fixas em todas as grandes entradas do estado, como nas BR-262, BR-381 e na divisa com a Bahia. Nas menores vamos ter as bases móveis, com os mesmos equipamentos. Passaremos o raio-X em carretas e caminhões, fiscalizando tudo que entra no estado para impedir a entrada de armas e drogas. Poderemos inclusive rastrear notas fiscais. Tudo isso será interligado com as centrais de polícia e o centro de tecnologia. Tem uma experiência parecida que foi feita no Ceará. Em janeiro devemos publicar o edital e até julho ou agosto vamos assinar o contrato. Deve ser implementado em 2019. Isso vai dificultar a ação de quadrilhas de outros estados em Minas.

O governo deve terminar o ano com um aumento na arrecadação. De onde estão vindo esses recursos? 

Teve um esforço em colocar as contas em dia por parte dos empresários. Tem também um aumento por meio do aparato de fiscalização. Algumas alíquotas aumentaram neste ano. E teve aumento da atividade econômica. Apesar do primarismo da economia mineira, ainda muito exportadora, que fica muito vulnerável, criamos alguns comitês para estimular outros setores. Foi a primeira vez que Cemig, Codemig, Secretaria da Fazenda, BDMG e Secretaria do Meio Ambiente, sentaram juntos para discutir os problemas da economia mineira e buscar soluções. Dessa forma, começamos a ter resultados muito importantes. Por isso, segundo o Caged, Minas criou mais empregos que qualquer outro estado do país. Fizemos um esforço enorme para atrair fábricas novas e ampliar outras que já estavam aqui. Fizemos com que a Codemig deixasse de ser uma empreiteira pública para ser indutora do desenvolvimento. São ações que deram mais dinamismo à economia mineira neste ano.

Para 2018, com o aumento da arrecadação, tem alguma chance de serem reduzidos os parcelamentos dos salários do funcionalismo?

Com o aumento de receitas e redução do custeio e da máquina, temos a expectativa de reduzir as escalas dos pagamentos. Mas não temos confiança para anunciar qualquer mudança concreta. A esperança é reduzir de três para dois pagamentos, responsavelmente. Não adianta pagar o salário da PM de uma vez e não ter gasolina para as viaturas rodarem. Estamos cautelosos, mas a expectativa é melhorar as condições no futuro.

Quais são os gastos do estado com aluguéis para os órgãos públicos?

Pagamos cinco vezes mais aluguéis desde que foi feita a Cidade Administrativa. Os aluguéis passaram de R$ 2 milhões para R$ 10 milhões. A Cidade Administrativa custa R$ 120 milhões por ano. Vou te dar um exemplo da dificuldade. Assumimos o prédio do Bemge, na Praça Sete. Havia 1,1 mil funcionários públicos ali dentro. Quer dizer, por que eles não foram realocados para a Cidade Administrativa? Fomos aos poucos levando tudo para lá. Nós não temos alternativa para a Cidade Administrativa. Não é mais vontade de não vender. Nós estudamos tudo, fundo soberano de Cingapura veio aqui com banco e não adianta nada, porque aquilo virou um monstro. Não tem banheiros naquele lugar. É um horror. Não entra van na garagem.

Em ano eleitoral, crescem as demandas de aliados por recursos em suas bases. O estado vai ter dinheiro? 

Vamos ter que redobrar os “não”. Temos demanda o tempo todo, mas a regra tem sido falar “não”. Nos últimos anos, fizemos uma opção importante e ousada de ir para o interior do estado. Criamos 17 territórios de desenvolvimento e fizemos fóruns regionais desde 2015. Isso nos deu uma escuta sobre as demandas de cada região. Os deputados, por mais que queiram levar suas demandas e agradar aos seus prefeitos, sabem que aconteceram os fóruns e as principais demandas foram discutidas diretamente com a população.

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Não é pra qualquer um chegar a 100 anos! Seu Corsino , policial reformado.... parabéns 🎂


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Perseguição policial

Passou pela Cid. Industrial, Eldorado, Riacho, Novo Riacho e terminou com veículo perseguido e viatura acidentados na Frigo Diniz.

COM A GRAÇA DE DEUS TODOS OS MILITARES DE ALTA MÉDICA E DEVIDAMENTE ORIENTADOS.

*2° TEN BISPO*

SEM FRATURAS, APENAS COM DORES DE CABEÇA.

*3° SGT TAVARES*

FRATURA NA CLAVÍCULA ESQUERDA, OMBROS DEVIDAMENTE IMOBILIZADOS "TIPOIA EM OITO", ORIENTADO A PROCURAR ORTOPEDISTA PARA MELHORES AVALIAÇÕES, MILITAR SENTE DORES FORTES, MEDICAMENTOS PRESCRITOS, 75 DIAS DE BAIXA, CONFORME AVALIAÇÃO DE MÉDICO UFU.

*3° SGT RONALDO*

PEQUENA FRATURA NO NARIZ  E ESCORIAÇÕES E DORES NO OMBRO.

*CB CRIS ANDRÉ*

MILITAR COM DORES MUSCULARES CONCENTRADAS NAS COSTAS,  CORTES NA MÃO OS QUAIS FORAM FECHADOS COM PONTOS .

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Trabalhadores da Segurança Pública vão às ruas em protesto contra o desrespeito do Governo*

*Trabalhadores da Segurança Pública vão às ruas em protesto contra o desrespeito do Governo*

A Aspra/PMBM, aliada a outras associações da classe da segurança pública, bem como aos parlamentares Sargento Rodrigues e Subtenente Gonzaga, organizou um grande ato reivindicatório na região central de Belo Horizonte ontem, 15/12.

Unidos contra a política estadual do atual Governo, policiais e bombeiros militares, agentes penitenciários e policiais civis fecharam a Praça Sete durante algumas horas dar visibilidade à insatisfação da categoria.

Os profissionais da área pleiteiam a volta do pagamento integral no quinto dia útil; reposição das perdas inflacionárias, investimentos adequados para a pasta da Segurança Pública; respeito com a classe; e reajuste salarial.

“O Governo conhece muito bem a nossa capacidade de união e luta. E nós vencemos. Enquanto o governador apostou em nossa fragilidade, nós demonstramos capacidade de reação e mobilização”, declarou o presidente da Aspra/PMBM, sargento Bahia.

Bahia ainda denunciou o fato de que, até um dia anterior ao movimento, o Governo ainda não havia sinalizado o pagamento do 13º salário. No entanto, talvez como forma de desmobilizar os servidores, anunciou que o benefício será quitado em duas parcelas.

“Mais uma vez a nossa pressão funcionou. Nós sabemos que somente com luta, nas ruas, é que conseguimos vencer. E no próximo dia 20 de dezembro, no Clube dos Oficiais, pretendemos levar 10 mil pessoas para uma grande assembleia, onde cobraremos o respeito que merecemos e precisamos para desempenhar as nossas atividades”, discursou.

Durante os protestos, foram queimados caixões e o trânsito ficou parado por algumas horas e a manifestação contou com a adesão de populares que circulavam pelo centro da capital mineira. A categoria permanece mobilizada pela garantia dos direitos conquistados.

*Comandante-Geral da PMMG denigre o movimento*

Em entrevista à Rádio Itatiaia, o Comandante-Geral da PMMG, Cel Helbert Figueiró de Lourdes, fez a infeliz declaração de que os servidores que foram às ruas são “baderneiros” e que os presidentes de entidades de classe não precisam do salário que recebem de suas corporações, entre outras falácias.

Sobre o lamentável episódio, Sargento Bahia argumenta que a classe entende o momento de dificuldade financeira pelo qual passa o Estado de Minas Gerais mas que, por outro lado, a categoria está desgastada, principalmente no que diz respeito à questão salarial.

“O que nós estamos cobrando – pagamento em dia e quitação do décimo terceiro – são direitos. Não queremos vantagens, o que exigimos é básico para desempenharmos as nossas funções que não são fáceis, exigem total comprometimento e muitas vezes a nossa própria vida”, argumentou.

O presidente da Aspra/PMBM lamentou a fala do Comandante. “Se hoje Vossa Excelência  tem uma situação financeira boa, é porque esses baderneiros irresponsáveis estavam na luta há muito tempo e garantiram aos militares mineiros um bom padrão remuneratório  salarial.”

Bahia ainda lembra que, quando o governador Fernando Pimentel assumiu, não havia parcelamento de salários, falta de repasse ao Instituto de Previdência, entre outros prejuízos. “E foi justamente esse governo que o Comandante-Geral tanto defende que nos colocou nesse estado de calamidade. Irresponsável é a atual gestão do estado que nos deixa vulneráveis e inseguros”, finaliza.

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OS BADERENEIROS DA CIDADANIA

*OS BADERENEIROS DA CIDADANIA*

*Artigo do Deputado Federal Subtenente Gonzaga*

Conforme definição de uma importante autoridade mineira em entrevista à Rádio Itatiaia, os policiais e bombeiros militares, policiais civis e agentes penitenciários que manifestaram ontem na Praça Sete são baderneiros.

Fui conferir o dicionário e concluí que ele tem razão. Somos baderneiros. Porque baderneiro é também o que incomoda, faz barulho.

E o nosso objetivo era mesmo o de incomodar o governo e fazer barulho para a população saber o nível de insatisfação da nossa classe.  E partindo desse conceito, este governo tem sido baderneiro conosco.

Está nos incomodando há muito com os atrasos e parcelamento de salários, com o silêncio em relação às perdas salariais e com a atualização dos repasses dos nossos vencimentos que são consignados em folha em favor do IPSM e das entidades de Classe.

Silêncio em relação ao repasse dos consignados dos empréstimos em favor dos bancos, que é salário retido dos militares, em prejuízo dos próprios militares, que estão pagando multas, juros e ainda tendo seus nomes negativados no SPC/SERASA.

Será que é possível ignorar que foram as nossas badernas que nos permitiram conquistar e manter importantes direitos?

Não. Não é possível. São fatos. Foi assim em nossas conquistas mais importantes.

E neste momento de dificuldades e desesperanças, não vamos recuar. Vamos unir as forças, as lideranças, entidades de Classe, parlamentares e somar ao esforço diário dos Policiais e Bombeiros Militares, que com profissionalismo e coragem garantem a governabilidade deste estado. Inclusive com o sacrifício da própria vida.

E, assim, nossa baderna tem que continuar. E vai continuar. Afinal, são muitas as ameaças.

Eu acredito na luta. Na nossa capacidade de defender os direitos de nossa Classe, o fortalecimento de nossas instituições e a segurança pública de qualidade para todos.

Somos baderneiros pela nossa cidadania, com orgulho, pois é melhor do que ser covarde.

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DOIS RATOS MORREM EM CONFRONTO COM A PM EM SANTA JULIANA/MG.

DOIS RATOS MORREM EM CONFRONTO COM A PM EM SANTA JULIANA/MG.

Ocorrência foi registrada na manhã deste sábado, 16 de dezembro na cidade de Santa Juliana. Informações preliminares repassas pela Polícia Militar, são que os indivíduos reagiram à uma abordagem policial sacando uma arma de fogo contra os militares que reagiram à agressão e alvejaram os autores.

Estou me deslocando com o IML e Perícia Técnica da Polícia Civil de Araxa, e ainda hoje ATUALIZO as informações desta ocorrência, bem como a do homicídio em Ibiá. FINAL DE SEMANA TENSO NA REGIÃO.

William Tardelli

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Funcionários públicos pressionam governo para pagamento de décimo terceiro salário

Benefício será pago em duas parcelas: uma no dia 26 e outra em 19 de janeiro. Em relação às demais categorias, governo diz que não vai medir esforços para cumprir compromisso

16/12/2017 07:00 - Atualizado em 16/12/2017 08:00

Dezenas de policiais civis e militares, e agentes penitenciários fizeram ontem manifestação na Praça Sete para pressionar o governo a pagar o benefício - Foto: Lucas Soares/EM/D.A PRESSO governo de Minas anunciou o pagamento do 13º salário dos servidores da segurança pública em duas parcelas, mas o benefício natalino do restante do funcionalismo público segue indefinido. O estado reitera que está tentando conseguir linhas de crédito para garantir o pagamento dos outros servidores. Diante da incerteza, demais categorias se mobilizam para pressionar o Executivo. Em assembleia ontem, servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) definiram greve geral a partir do dia 21, com escala mínima de funcionamento dos hospitais.

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Governo define datas do 13º para policiais e diz que se empenha para pagar outros servidoresPolícia Militar de Minas vai receber 13° em duas parcelas

Em outubro, o governo já acenava sobre a dificuldade financeira para pagar o 13º. “Ainda não temos o dinheiro para o 13º, mas é claro que a intenção é pagá-lo de forma integral”, afirmou o secretário de Estado da Fazenda, José Afonso Bicalho. Uma das alternativas em estudo era conseguir a antecipação junto a algum banco. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), o estado conta com cerca de 550 mil funcionários.

O anúncio do pagamento do 13º salário a funcionários da segurança pública foi feito na manhã de ontem, depois de reunião do governador Fernando Pimentel (PT) com o comando-geral da Polícia Militar. A remuneração das demais categorias ainda está indefinida. O pagamento do benefício de Natal dos policiais será feito em duas parcelas, a primeira em 26 de dezembro e a segunda em 19 de janeiro do ano que vem. O pagamento se estende a pensionistas.

“Ressaltamos que mesmo diante da extrema dificuldade financeira vivenciada pelo estado de Minas Gerais, esta é mais uma distinção de nossa corporação, em reconhecimento ao trabalho e resultados alcançados no campo da segurança pública”, informou, em nota, o comandante-geral da corporação, coronel Helbert Figueró de Lourdes.

Horas depois de anunciar o 13º dos policiais civis e militares, o governo do estado informou que está se esforçando para garantir o benefício dos outros servidores. “O governo de Minas Gerais não vai medir esforços para cumprir os compromissos assumidos junto aos servidores e aos cidadãos mineiros, com equilíbrio, trabalho e planejamento”, divulgou, em nota.

No documento, o governo ressalta que o governador Fernando Pimentel (PT) tem tentado, em Brasília, acelerar a tramitação de projetos de lei que possibilitarão captar recursos para o pagamento do 13º salário dos servidores estaduais. “Deputados da bancada federal de Minas Gerais estão sendo mobilizados pelo governador para marcar presença na votação do projeto, prevista para a próxima semana”, informou.

Reação 

O anúncio do pagamento do 13º salário apenas para a segurança pública causou incômodo nas demais categorias, já insatisfeitas e mobilizadas contra o parcelamento e atraso de salários, que tem sido pago em três vezes. Em assembleia ontem, a Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (ASTHE-MG), que reúne servidores da Fhemig, definiu por greve geral a partir de 21 de dezembro, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais da saúde.

Cirurgias eletivas e atendimentos ambulatoriais serão adiados e os hospitais públicos estaduais funcionarão em escala mínima para atendimentos de emergência. “O Pronto-Socorro João XXIII funcionará com uma triagem em que atenderemos apenas casos sem alternativa”, afirma o presidente da associação, Carlos Martins. Servidores da administração pública farão manifestação na próxima semana, ainda sem data.

“Está havendo discriminação e não há diálogo. Em vez de sentar com os sindicatos, o governo sentou com coronéis”, afirmou o diretor político do Sindpúblicos-MG, Geraldo Henrique da Conceição. A entidade, que está mobilizada desde outubro, representa servidores da administração estadual. A previsão é de uma manifestação na semana que vem. “A própria economia do estado depende desse dinheiro do 13º salário. É o que movimenta o comércio das cidades menores”, afirma Geraldo Henrique.

Também a presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, reclamou sobre a distinção entre servidores. “Eles desconsideraram 90% do funcionalismo”, diz. Uma manifestação está marcada para a próxima segunda-feira, às 17h, em frente a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), quando deputados analisam uma série de projetos do Executivo, entre eles o orçamento. Beatriz destacou a falta de diálogo do governo com servidores. Em nota, o governo afirmou que tem mantido contato com as entidades. “Contesto essa posição”, afirma Beatriz.

MANIFESTAÇÃO

Dezenas de policiais civis e militares, e agentes penitenciários fizeram ontem manifestação na Praça Sete para pressionar o governo a pagar o benefício. Eles fecharam os cruzamentos das avenidas Afonso Pena e Amazonas. As categorias também protestaram contra o atraso do pagamento dos salários, que têm sido pagos em três parcelas. De acordo com o presidente do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar de Minas Gerais (CSCS), cabo Coelho, militares tentam junto ao Executivo melhoria na carreira há dois anos e oito meses, sem diálogo com o governo. “Fazemos movimentos pacíficos, respeitando a ordem e tentando manter negociação com o governo, que não se dispôs a conversar”, diz.

Governo aposta em projeto no Câmara

Para pagar o 13º dos demais servidores estaduais, o governo de Minas espera que a Câmara dos Deputados aprove na próxima semana o projeto que autoriza União, estados e municípios a cederem direitos creditórios ao setor privado. A prática é conhecida como securitização.

O texto permite aos governos vender o direito sobre créditos que tenham a receber, sejam eles de origem tributária ou não. Dessa forma, antecipam a receita e evitam o risco de inadimplência. Em troca, o governo aceita um desconto sobre o valor a receber. Em reunião com vários governadores no mês passado, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), garantiu que daria celeridade ao processo quando ele chegasse na Casa. Por isso a expectativa é de que ele seja votado nos próximos dias.

Pela lei atual, estados e municípios já podem ceder o direito de dívidas pendentes. No entanto, persiste uma insegurança jurídica em relação a esse tipo de operação. O novo texto detalha as regras sobre a securitização e impõe condições para que sejam firmados acordos. O projeto prevê ainda a criação de uma sociedade de propósito específico, com atribuição de fazer “pacotes” de créditos e convertê-los em títulos ou debêntures padronizados, negociáveis no mercado de capitais.

Na semana passada, o projeto foi aprovado no Senado por 43 votos a favor, 18 contrários e duas abstenções. A votação foi acompanhada de perto pelos governadores de Minas, Fernando Pimentel, e do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.

Pelos cálculos do governo, Minas Gerais tem hoje cerca de R$ 5 bilhões em dívida ativa “nova” – ou seja, fruto do último programa de regularização de débitos, o Regularize. Com o deságio – ou desconto –, cerca de R$ 2,5 bilhões podem entrar nos cofres estaduais.

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Receita bloqueia repasse de fundo para Minas Gerais

Receita bloqueia repasse de fundo para Minas Gerais

Pendência no Pasep ameaça liberação de recursos do Fundo de Participação dos Estados

PUBLICADO EM 16/12/17 - 03h00

Ana Luiza Faria

A já complicada situação fiscal do governo de Minas pode se agravar ainda mais nos próximos dias. Com os salários dos servidores públicos parcelados em até três vezes, sem saber quando e nem como pagará o 13º salário de 100% do funcionalismo e em dificuldades para conseguir fazer o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) para os municípios, o Estado teve nesta semana a remessa do Fundo de Participação dos Estados (FPE) bloqueada pelo governo federal.

O bloqueio foi feito no último dia 13 e, até o fechamento desta página, continuava em vigor no site da Secretaria do Tesouro Nacional.

Apesar da retenção, o governo enfatizou nessa sexta-feira (15) que a situação já foi solucionada e que o desbloqueio será feito até a próxima segunda-feira. De acordo com o Estado, o problema se deu por causa de uma pendência no pagamento de R$ 39 milhões do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O valor já teria sido quitado.

O governo de Minas alega que, na prática, essa situação não deve acarretar prejuízo aos cofres do Estado, uma vez que os repasses do FPE são feitos sempre nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. A Secretaria Estadual de Fazenda informou que o valor a ser recebido no próximo dia 20 é de R$ 60 milhões.

Considerando o valor estimado até o fim do ano no país, as duas parcelas a serem repassadas a Minas Gerais caso o desbloqueio seja feito a tempo chegam a aproximadamente R$ 150 milhões. Esses valores se somariam aos R$ 119 milhões já pagos no último dia 8, data para o repasse da primeira parcela do FPE neste mês.

O FPE é uma das modalidades de transferência de recursos financeiros da União para os Estados, pago em três parcelas mensais, prevista Constituição Federal.

O professor de auditoria governamental do IBS/FGV Cláudio Alfradique explicou que o bloqueio do repasse do dinheiro do FPE ocorre quando o Estado deixa de pagar algum tributo federal. “Quando o governo federal concede alguma garantia para um Estado, e esse Estado não honra com o pagamento, o governo federal, por meio da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), bloqueia recursos que a União tem que repassar obrigatoriamente para esse Estado, como o FPE”, explicou.

O professor disse que, para que a situação seja regularizada, basta que o Estado pague o que deve à União. De acordo com ele, caso o governo não tenha o dinheiro pra arcar com a dívida, ele pode entrar com uma ação judicial para solicitar o desbloqueio, o que pode levar algum tempo.

Dificuldades

Com problemas de fluxo de caixa, o governo de Minas deve cerca de R$ 886 milhões aos municípios, sendo R$ 786 milhões de uma parcela do ICMS que deveria ter sido repassada na última terça-feira e outros R$ 100 milhões referentes a juros e correções monetárias por atrasos anteriores. No caso do 13º, o impacto orçamentário é ainda maior: R$ 3,1 bilhões a serem pagos.

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ALERTA

caros colegas , está acontecendo uma devassa nas redes sociais com centenas de procedimentos relacionados a críticas indevidas ao cmdo e ao governo, trazendo grande prejuízo a vida profissional de muitos, inclusive tem PM submetido a PAD, cuidado com quem vocês inserem nos grupos, tenha plena certeza do grau de confiança , inclusive conversas privadas tem saído do ambiente restrito e se tornado públicas, fica a dica principalmente para os colegas da Ativa, CUIDADO COM O QUE FALA E COM QUEM FALA
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será q o estado tem mesmo verba para pagar o 13 ou foi uma manobra para desmobilizar a tropa, ele ganhar tempo e ate dia 26 arrumar recursos não sei de onde para pagar o pessoal da seds? Estranho que o restante do funcionalismo público não tem previsão para receber o 13°. Por isso acho que vcs devem ficar espertos. Fazer compromisso com o 13° só quando tiver na conta. Minha opinião. As datas foram anunciadas. Agora todos levantam bandeiras dizendo que foram eles que conseguiram. E se Deus não permita ficar só no calendário e não vier o dinheiro? Acho que muita gente vai evaporar.

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Cerimônia de exclusão de PMs


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Deus me livre: Pimentel vai recandidatar


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Só acredito vendo


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Atè as 20hs de ontem, não tinha dinheiro e a certeza q não seria pago.
De onde saiu? Papai Noel?
Acho que o termo "baderna e irresponsáveis" mexeu com o brio de muitos e dentre os demais servidores da Segurança Pública.
Ridículo o comandante falar que foi uma manifestação de baderneiro.
É lamentável um comandante falar dessa forma enquanto os seus comandados passam necessidade
Se o Estado está do jeito que está, falido, isso só demonstra e incompetência do   gestor público.
Não falo que tropa é espelho do comando nesse caso, pq não podemos nos comparar a quem desconhece a realidade das ruas e de forma leviana brinca com a vida dos policiais.
Além de receber como Cel, recebe mais como cargo de confiança. Tem que ficar do lado do governo mesmo.
Ficou mais odiado.
Percebe bem o tom de raiva na voz. Nada tranquilo mesmo que tente parecer.
Achei estranho o comandante manifestar só agora. Medo?
Ele e a cúpula. Vcs não sabem o que é o ego de um cel ser ferido.
Achou q enganaria.
Deve tá achando que vai passar mel na nossa boca com 13.
Ou seja , paga o 13 que fica tudo numa boa.
SEGURO A TROPA
Um cmt falou isso em outrora e deu no que deu.
Ele se inspirou na pessoa errada.
Essa maldita ideologia petista, seguida por ignorantes que nem mesmo as conhece.
Povo que jura que petista preza liberdade, igualdade e respeito.
Primam pela desunião daa classes, da anarquia em prol de uma falsa liberdade. Esse povo psicopata
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Polícia Militar de Minas vai receber 13° em duas parcelas

O governo de Minas ainda não informou como será feito o pagamento do restante dos servidores públicos de Minas

EM Estado de Minas

postado em 15/12/2017 12:53

 

Esta foto foi divulgada pela Polícia Militar, que não informou a data desta reunião entre o governador Fernando Pimentel, o secretário de Governo, Odair Cunha, e o alto comando da Polícia Militar(foto: Divulgação/PM)

A Polícia Militar de Minas Gerais divulgou nota, nesta sexta-feira, assinada pelo comandante-geral da corporação, coronel Helbert Figueró de Lourdes, informando que os
policiais militares vão receber o 13° salário em duas parcelas, em 26 de dezembro e no dia 19 de janeiro do ano que vem.

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a luta continua vou gente. tem IPSM. recomposição salarial. retorno do pagamento para o 5 dia útil....

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Dai a César o que é de César. e a Deus o que é de Deus

Tudo teve início em Juiz de Fora, onde militares Guerreitos, reformados , diante da inércia dos representantes criou o Grupo de Mobilização Independente. Isso em Julho. Sempre criando eventos de conscientização em favor da tropa. Vieram para BH e acamparam da ALMG. Entraram em confronto com petistas. Pessoas cobardes que não respeitam os mais velhos e ainda policiais. Não tiveram o apoio de NINGUÉM. Vieram pra cá com recursos próprios. Após acamparam os representantes vendo que estavam perdendo espaço, tentaram marcar território A Vitória é de todos. Mas sejamos honestos, foram os Guerreitos de JF que deram o ponta pé inicial. Parabéns a todos eles. Ganharam uma luta. Mas não a guerra...
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Agentes de segurança fecham praça Sete contra parcelamento do 13°

Policiais militares e bombeiros da ativa e aposentados ocupam neste momento a Praça Sete, no centro de Belo Horizonte. As avenidas Amazonas e Afonso Pena, no entorno da praça, estão completamente fechada nos dois sentidos. O trânsito também é lento no Viaduto Leste e na Contorno, sentido Praça da Estação. O protesto é para cobrar do governo de Minas o fim do parcelamento dos salários e o pagamento integral do 13º em dia.

De acordo com a Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (AOPMBM), o assunto foi tema de uma audiência pública na quinta-feira (14) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Além das reivindicações relativas ao parcelamento e a falta de previsão quanto ao pagamento do 13º salário, os policiais também cobram uma reposição salarial. Os manifestantes pretendem queimar caixões durante o ato.

De acordo com a Associação, durante o ato desta sexta-feira o atendimento à população não será prejudicado, já que participarão principalmente os oficiais de folga e aposentados.

Já no próximo dia 20 de dezembro, todos os militares estão convocados a participarem de uma assembleia que será realizada no Clube dos Oficiais, no bairro Prado, na região Oeste de Belo Horizonte. Durante a reunião, a categoria fará uma votação que decidirá sobre uma possível paralisação, que deverá envolver todos os setores da segurança pública.

http://www.otempo.com.br

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Apareceu o recurso do nada. Papai Noel leu a cartinha do FDP (FERNANDO DAMATA PIMENTEL) e trouxe o dinheiro de presente.
Agora...... o que o Pimentel vai fazer com o dinheiro da securitização da dívida? Campanha?
Ele usou o funcionalismo público pra conseguir isso.
Bastam olhar a propaganda do Governo Pimentel todos os dias na TV...Ele se vangloriando que mesmo diante da crise, Minas está pagando em dia.....
Pra fazer hora com a cara da gente. Não tinha dinheiro, não tinha data, secretaria vai a mídia falar que dificilmente teria condições de pagar alguma parcela do 13 em dezembro. Bastou o caldo entornar para aparecer o dinheiro. Então, esse tempo todo de salario parcelado poderia ter sido evitado. Somos pallhaços!

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13 salarionservidires públicos DA SEDS


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O Corpo de Bombeiros acaba de publicar no BGBM 50. A transferência por interesse próprio de mais de 100 Cabos e Soldados.

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Galera praça 7 cheia de viaturas da PC to começando a gostar do trem pra hj

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Contra salário parcelado, PMs e bombeiros fazem ato na praça Sete


No próximo dia 20 de dezembro as categorias farão uma assembleia no Clube dos Oficiais e decidirão sobre uma possível paralisação

PUBLICADO EM 15/12/17 - 10h44

José Vítor Camilo

Siga no Twitter: @OTEMPO

Policiais militares e bombeiros da ativa e aposentados farão, na tarde desta sexta-feira (15), um ato público na praça Sete de Setembro, no centro de Belo Horizonte, para cobrar do governo de Minas o fim do parcelamento dos salários e o pagamento integral do 13º em dia. 

De acordo com a Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (AOPMBM), o assunto foi tema de uma audiência pública na quinta-feira (14) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Após a reunião, a categoria decidiu fazer o protesto marcado para 14h. 

Além das reivindicações relativas ao parcelamento e a falta de previsão quanto ao pagamento do 13º salário, os policiais também cobram uma reposição salarial. Os manifestantes pretendem queimar caixões durante o ato. 

Já no próximo dia 20 de dezembro, todos os militares estão convocados a participarem de uma assembleia que será realizada no Clube dos Oficiais, no bairro Prado, na região Oeste de Belo Horizonte. 

Durante a reunião, a categoria fará uma votação que decidirá sobre uma possível paralisação, que deverá envolver todos os setores da segurança pública.

Durante o ato desta sexta-feira o atendimento à população não será prejudicado, já que participarão principalmente os oficiais de folga e aposentados. 

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AÉCIO SERÁ CANDIDATO AO GOVERNO DE MINAS

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Coronel da FAB é punido por defender o general Mourão

Coronel da Aeronáutica Mauro Rogério também disse que os militares não são enfeites e que não ficarão de braços cruzados se houver “conflagração” no país

  

Brasília 

Evandro Éboli [14/12/2017] [19h04]

Tropa da Aeronáutica: coronel foi punido por descumprir normas militares. José Cruz /Agência Brasil

 

    [12] 

↑ TOPO

As declarações do general Antônio Hamilton Mourão, com duras críticas ao presidente Michel Temer e a defesa de intervenção militar em caso de "caos", continuam gerando punições nas Forças Armadas. O coronel aviador Mauro Rogério, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi punido pelo Comando da Aeronáutica por ter endossado as palavras do general. Foi uma punição administrativa, que pode até ser a detenção. A Aeronáutica não confirmou se o militar foi preso.

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O coronel Rogério, que integra um movimento chamado "Brasil Futuro", gravou um vídeo de seis minutos e o distribui na internet. Ele diz, logo no início, que não pode se omitir de comentar as declarações de Mourão, que afirmou que Temer segue aos "trancos e barrancos mediante um balcão de negócios". As afirmações do general foram reveladas pela Gazeta do Povo, na semana passada, o que provocou sua exoneração de um cargo no Comando do Exército.

“Loucos de plantão” da política estão rasgando a Constituição

"Como militar da ativa, pedem minha opinião cidadão sobre as palavras do general Mourão. Não vou me esquivar. Quem está na chuva é para se molhar", afirma o coronel da FAB. Mauro Rogério disse também haver uma crise ética e moral no poder público. E que os "loucos de plantão" na política estão rasgando a Constituição. 

VEJA TAMBÉM: A íntegra do vídeo do coronel da FAB Mauro Rogério

O coronel disse ainda no vídeo que é muita ingenuidade achar que os militares vão "ficar de braços cruzados" se ocorrer uma "conflagração" no país. E acrescentou ainda que as Forças Armadas estão "longe de serem enfeites". 

O coronel tentou ingressar na política que critica em 2010. Foi candidato a deputado federal pelo PMDB, no Distrito Federal. Não se elegeu. Foi o 24.° mais votado, com 5.299 votos.

Aeronáutica diz que coronel descumpriu normas militares

O Comando da Aeronáutica confirmou à Gazeta do Povo a punição ao coronel por ele ter descumprido o Regulamento Disciplinar da Aeronáutica, que proíbe manifestação pública de militares a respeito de assuntos políticos. 

"A legislação também considera transgressão disciplinar causar polêmica sobre assuntos militares ou políticos, utilizando meios de comunicação, e deixar de cumprir o previsto em regulamentos e atos emanados de autoridade competente" - informou a Aeronáutica. 

LEIA MAIS: Os militares podem “consertar” o Brasil? Reportagem especial responde à pergunta

A FAB também informou que, assim que tomou conhecimento do vídeo o Comando da Aeronáutica abriu processo administrativo e que o coronel Mauro Rogério teve direito à defesa e contraditório. E o puniu. 

"Ao final do processo, o militar da Aeronáutica foi punido administrativamente. Por fim, o Comando da Aeronáutica reitera que não cabem manifestações individuais públicas de seus integrantes, por serem contrárias às normas vigentes e aos preceitos fundamentais das Forças Armadas: a disciplina e a hierarquia", diz a Aeronáutica. 

15 de dezembro

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O DIA QUE A PM PAROU II?

*Política Estadual de Segurança Pública é tema de audiência pública: paralisação da categoria não é descartada*

Com a finalidade de discutir a Política Estadual de Segurança Pública, o presidente da Aspra/PMBM, sargento Bahia, participou de audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ontem, 14/12. O convite foi do deputado estadual Sargento Rodrigues, presidente da Comissão de Segurança Pública.

Estiveram presentes na sessão representantes dos policiais e bombeiros militares, da Polícia Civil e de agentes penitenciários, além de parlamentares estaduais e do deputado federal Subtenente Gonzaga.

A reunião também contou com forte adesão dos profissionais de segurança pública, que acompanharam os trabalhos no Plenarinho IV e lotaram os corredores da Assembleia.

Entre os assuntos abordados, estão o desrespeito do Estado com os agentes de segurança que se reflete em falta de investimento na área; atraso e parcelamento dos salários; incerteza sobre o pagamento do 13º; a não concessão de reajuste salarial e o acúmulo de perdas inflacionárias.

Outra questão que foi objeto de discussão refere-se aos recentes assassinatos de 13 policiais, um delegado e um agente penitenciário no interior do estado, vítimas de organizações criminosas extremamente violentas, movimento conhecido por novo cangaço.

Na ocasião, o presidente da Aspra/PMBM, Sargento Bahia convocou a todos para um grande ato público que acontecerá nesta sexta-feira, 15/12, às 14h na Praça Sete, região central de Belo Horizonte.

Haverá, ainda, uma assembleia com todos os agentes de segurança no Clube dos Oficiais, no próximo dia 20/12, também às 14h. “Se o governo não acatar o nosso pleito e não pagar o 13º, haverá uma paralisação da segurança pública em Minas Gerais”, alertou Bahia.

Para o presidente da Aspra/PMBM, Minas Gerais é um barril de pólvora prestes a explodir. “A nossa categoria apresenta um nível de insatisfação gigantesco em relação à postura do governador. Primeiro, parcela e depois, atrasa os salários. Em seguida, compromete a nossa saúde quando não repassa os recursos do IPSM da maneira integral. E agora não diz qual é a previsão do pagamento do 13º, tampouco dos nossos salários a partir de janeiro.”

Diante deste cenário, a paralisação parece ser a única saída para fazer com que o Governo enxergue a importância dos profissionais de segurança pública e passe a valorizá-los. O recado está dado!

Leia a matéria da ALMG: goo.gl/X44NQu

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"vamos exigir que eles,
Comandantes da PM, BM E PC tomem uma posição ou alinhar em defesa da tropa ou defender um governo que não nos paga."        Cel Mendonça     

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ESTAVA NA FRENTE DO QUARTEL OBSERVANDO A MOVIMENTAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DA CIDADE PARA REPASSAR INFORMAÇÕES A UMA QUADRILHA ESPECIALIZADA EM EXPLOSÃO DE CAIXAS ELETRÔNICOS

GUARNIÇÃO PM DURANTE PATRULHAMENTO VISUALIZOU INDIVÍDUO COM ATITUDE SUSPEITA DEITADO FINGINDO ESTAR DORMINDO PRÓXIMO A FRENTE DO QUARTEL PM. A GUARNIÇÃO PM REALIZOU VÁRIAS INDAGAÇÕES PARA O INDIVÍDUO, O QUAL SEMPRE ENTRAVA EM CONTRADIÇÕES. APÓS AS INSISTÊNCIAS DOS POLICIAIS MILITARES EM QUEREREM SABER O MOTIVO QUE FINGIA DORMIR EM FRENTE O QUARTEL O INDIVÍDUO AGORA IDENTIFICADO COMO ALEXANDRO DE PAULA DISSE QUE ESTAVA NA FRENTE DO QUARTEL OBSERVANDO A MOVIMENTAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DA CIDADE PARA REPASSAR INFORMAÇÕES A UMA QUADRILHA ESPECIALIZADA EM EXPLOSÃO DE CAIXAS ELETRÔNICOS. NO CELULAR DO INFRATOR HAVIA MENSAGENS INFORMANDO QUE UMA VIATURA POLICIAL HAVIA DESLOCADO PARA ARAXÁ, ENQUANTO OUTRA VIATURA POLICIAL ESTAVA NA CIDADE, INFORMANDO AINDA QUE A VIATURA QUE ESTAVA NA CIDADE ERA COMPOSTA POR UM POLICIAL E UMA POLICIAL. AINDA SEGUNDO ALEXANDRO DE PAULA UMA CAMIONETE S10 PRATA (COM PLACA DE SÃO PAULO E ROUBADA) COM 06 (SEIS) INDIVÍDUOS ARMADOS COM PISTOLAS E REVOLVERES ESTAVAM ESPERANDO ELE DIZER QUE A "BARRA ESTAVA LIMPA", QUE O POLICIAMENTO ESTAVA EM UMA LOCALIDADE QUE FACILITARIA A INTENÇÃO CRIMINOSA DE EXPLODIR OS CAIXAS ELETRÔNICOS DO BANCO DO BRASIL. A GUARNIÇÃO PM APÓS CONSTATAR O INTENTO DO AUTOR DEU VOZ DE PRISÃO AO MESMO, ENTRETANTO O MESMO FOI RESISTENTE, SENDO NECESSÁRIO CONTROLE DE CONTATO E FÍSICO PARA IMOBILIZAR E ALGEMAR. EM SEGUIDA, DISSE QUE ALÉM DA S10 ERAM USADOS UM CARRO PEUGEOT PRETO E UM CORSA PRETO TODOS COM PLACA DE SÃO PAULO, E QUE OS OUTROS AUTORES ERAM DE GUARULHOS, SENDO QUE UM TINHA APELIDO DE CABEÇA, O QUAL ERA O CHEFE DA QUADRILHA E DOIS OUTROS MEMBROS ERAM CHAMADOS DE NEGUINHO E SENHORZINHO. COM AS INFORMAÇÕES FOI SOLICITADO APOIO DE POLICIAIS DE FOLGA E DE CIDADES VIZINHAS SENDO MONTADA UMA GRANDE OPERAÇÃO COM MILITARES EM VÁRIOS PONTOS ESTRATÉGICOS DA CIDADE, PRINCIPALMENTE NAS PROXIMIDADES DO BANCO DO BRASIL E NA ENTRADA DA ZELÂNDIA, TENDO EM VISTA QUE O AUTOR ALEXANDRO DE PAULA DISSE TAMBÉM, QUE OS INFRATORES ESTAVAM ESCONDIDOS EM UMA CASA NO DISTRITO CHAMADO DE "ALMEIDA CAMPOS" E QUE IRIAM ENTRAR NA CIDADE PELA ESTRADA DE TERRA QUE LEVA A ZELÂNDIA. DE POSSE DESSA INFORMAÇÃO TAMBÉM FOI DISPOSTO DOIS POLICIAIS MILITARES ESCONDIDOS NA ENTRADA DA CIDADE (ZELÂNDIA). APÓS UM CERTO LAPSO TEMPORAL, FOI VISUALIZADO ENTRANDO NA CIDADE UM CORSA PRETO COM DOIS AUTORES FERNANDO ARAÚJO COSTA (VULGO CABEÇA NOME APRESENTADO COM DOCUMENTOS POR ELE E DEPOIS DESCOBERTO TRATAR-SE NA VERDADE DE FABIO DA SILVA) E ANTÔNIO MARCONE JUSTINO DE SOUSA, OS QUAIS FORAM ABORDADOS E LOCALIZADOS COM ELES 02 RÁDIOS TRANSCEPTORES QUE FUNCIONAM NA FAIXA DA POLÍCIA MILITAR, CERTA QUANTIA EM DINHEIRO E CELULARES. CABE DESTACAR, QUE AMBOS AUTORES RESISTIRAM TENTANDO TAMBÉM EVADIR, SENDO NECESSÁRIO CONTROLE DE CONTATO E FÍSICO PARA IMOBILIZAÇÃO E ALGEMAÇÃO. O AUTOR ALEXANDRO CONFIRMOU QUE AMBOS FAZIAM PARTE DA QUADRILHA, QUE O FABIO DA SILVA VULGO CABEÇA ERA O CHEFE DA QUADRILHA, QUE O ANTÔNIO MARCONE ERA O MOTORISTA E QUE ERA COM ELES QUE CONVERSAVA INFORMANDO A MOVIMENTAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR VIA MENSAGEM. EM SEGUIDA, ENTROU NA CIDADE O PEUGEOT PRETO, SENDO ABORDADO E LOCALIZADO MAIS UM AUTOR DA QUADRILHA, O INFRATOR PAULO ANTONIO DE SOUZA SILVA, O QUAL TAMBÉM RESISTIU E TENTOU EVADIR DA POLÍCIA, SENDO NECESSÁRIO CONTROLE DE CONTATO E FÍSICO PARA IMOBILIZAÇÃO E ALGEMAÇÃO. O AUTOR ALEXANDRO DISSE QUE ELE TAMBÉM FAZIA PARTE DA QUADRILHA E QUE PAULO SERIA O SEGURANÇA DO PERÍMETRO DURANTE A AÇÃO DELITUOSO. FOI AGUARDADO POR APROXIMADAMENTE 1H30MIN A S10 PRATA ENTRAR NA CIDADE, MAS NÃO OCORREU, ASSIM FOI MONTADO UMA EQUIPE POLICIAL PARA DESLOCAR ATÉ ALMEIDA CAMPOS NA RESIDÊNCIA QUE SEGUNDO O AUTOR ALEXANDRO TODOS OS INTEGRANTES DA QUADRILHA ESTAVAM ESCONDIDOS ANTERIORMENTE AO INÍCIO DO CRIME. EM ALMEIDA CAMPOS FOI REALIZADO O ADENTRAMENTO NA RESIDÊNCIA, APENAS LOCALIZANDO DOIS CELULARES E UM INVÓLUCRO DE PLÁSTICO COM CHEIRO DE PÓLVORA, SEMELHANTE A UMA ESPOLETA, MAS OS OUTROS AUTORES NÃO SE ENCONTRAVAM MAIS NO LOCAL. TODOS OS AUTORES FORAM PRESOS EM FLAGRANTE DELITO. NO QUARTEL DURANTE O REGISTRO FOI CONSTATADO QUE OS DOCUMENTOS DO ENTÃO AUTOR FERNANDO ARAÚJO COSTA ERAM FALSOS (CNH E IDENTIDADE) E QUE NA VERDADE ELE SE CHAMAVA FABIO DA SILVA. EM CONSULTA DO VERDADEIRO NOME (FABIO DA SILVA) NO CNJ E INFOSEG FOI DESCOBERTO UM MANDADO DE PRISÃO COM O Nº 15366-43.2010.8.26.0224.0001 EM SEU DESFAVOR. SEGUNDO FABIO DA SILVA ELE CONHECE OS AUTORES PAULO ANTÔNIO DE SOUZA E SILVA E ANTÔNIO MARCONE JUSTINO DE SOUSA DO MESMO BAIRRO EM GUARULHOS. TODOS AUTORES DISSERAM HISTÓRIAS DE COBERTURAS CONTROVÉRSIAS. POR FIM, O AUTOR ALEXANDRO DISSE QUE IRIA RECEBER CERTA QUANTIA EM DINHEIRO PELO SERVIÇO DE ACOMPANHAMENTO DE VIATURAS POLICIAIS DURANTE A EXPLOSÃO DO CAIXA ELETRÔNICO E CONHECIA APENAS UM DOS OUTROS AUTORES PELO NOME, O QUAL SE CHAMA WANDERLEY.

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Tribunal de Contas emite alerta de gastos com pessoal ao governo de Minas e Ministério Público

Tribunal de Contas emite alerta de gastos com pessoal ao governo de Minas e Ministério Público https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/tribunal-de-contas-emite-alerta-de-gastos-com-pessoal-ao-governo-de-minas-e-ministerio-publico.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

🏼Sabe aqueles 38% de defasagem salarial pela inflação acumulada?
Pois é, nunca veremos a cor desse dinheiro porquê estamos ajudando Pimentel a manter uma secretaria que ele criou só para empregar a "cumpanheirada" com 500 cargos comissionados e mais 1000 funcionários para a educação contratados sem concurso.

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Vejam como a verbalização correta dos policiais convenceu o indivíduo agressivo a largar a faca e se entregar amigavelmente!! Loja recebeu reclamação de que o split aquecia, ao invés de esfriar..


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*225 CIA PM - SANTA JULIANA* *PRISÃO DE QUADRILHA ESPECIALIZADA EM EXPLOSÃO DE CAIXA ELETRÔNICO*

*225 CIA PM - SANTA JULIANA*

*PRISÃO DE QUADRILHA ESPECIALIZADA EM EXPLOSÃO DE CAIXA ELETRÔNICO*

Nesta data, por volta de 01h30min, na cidade de Santa Juliana, a GuRp de serviço abordou um indivíduo que aparentemente dormia na rua próximo ao quartel.

Tal indivíduo estava de posse de um telefone celular, o qual continha conversas no aplicativo whatsApp nas quais ele ajustava com outra(s) pessoa(s) ação contra instituição bancária da cidade.

Segundo os militares, o indivíduo confessou que estava vigiando o quartel e a movimentação de policiais para anunciar aos seus comparsas o momento​ em que estaria sem policiamento para que agissem.

Tal indivíduo disse que havia outros seis infratores armados, em uma caminhonete S10 de cor prata, os quais estavam aguardando seu "Ok" para adentrarem à cidade e estourar um banco.

Além desse veículo, o infrator disse que a quadrilha utilizava de um corsa preto e um pegeout preto.

Foi acionado apoio de diversas cidades vizinhas, como Perdizes, Patrocínio, Uberaba, etc.

Foi elaborado um plano de enfrentamento com policiais em pontos estratégicos da cidade (cobertos e abrigados) para aguardar o adentramento dos veículos suspeitos.

As 02h30min aproximadamente vindo da área rural foi abordado um corsa preto com 02 autores em posse de 02 ht's na frequência da PM. Um deles no primeiro momento apresentou documentos falsos, mas graças ao serviço de inteligência da  PM foi descoberto que se tratava do infrator Fabio da Silva, o qual tem um mandado de prisão em aberto por homicídio em Guarulhos/SP.

Em seguida, foi localizado um Peugeot preto transitando pela cidade, o qual também foi preso um autor.

Foi continuado o rastreamento atrás dos dois autores faltantes e as armas.

No distrito de Almeida Campos (40 minutos de estrada de terra de Santa Juliana) foi realizado um adentramento na residência de esconderijo dos autores, sendo localizada apenas uma espoleta com forte odor de pólvora.

Rastreamentos continuaram na área rural, sendo que as 11 horas da manhã aproximadamente foi visualizado dois indivíduos andando a pé. Ambos foram abordados e após questionados, um disse chamar Vanderlei, nome dado de envolvido na quadrilha pelo autor anteriormente preso. Por fim, confessaram o envolvimento e mostraram aos policiais o local que estava o armamento e os explosivos.

Foi apreendido até o momento grande quantidade de explosivos, miguelitos, 03 revólveres 38, 01 revólver 357, 01 pt 9 mm e foram presos 06 autores.

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Os agentes são de Barbacena e trabalham em Andrelândia Os dois agentes foram gravemente feridos vindo um a óbito Rodovia Madre de Deus / São João Del Rey.

Nenhum texto alternativo automático disponível.
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MELHOR FALA EM DEFESA DOS PMS NA ALMG

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, óculos de sol e texto
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COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA

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Plenarinho IV ao vivo - Agora: Comissão de Segurança Pública

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13º SALÁRIO – APÓS MANDADO DE SEGURANÇA DA AOPMBM, JUDICIÁRIO DÁ PRAZO DE 72 H PARA ESTADO SE MANIFESTAR

                                                                                                                                           

Após um Mandado de Segurança Coletivo, autos nº 1021389-94.2017.8.13.0000, impetrado pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (AOPMBM) no último dia 30 visando a garantir o pagamento integral do 13º salário deste ano, o Desembargador José Edgard Penna Amorim Pereira estipulou prazo de 72 horas para que o Estado de Minas Gerais, na pessoa de seu Advogado-Geral, pronuncie sobre o pedido de liminar.

Tal ação soma-se ao Mandado de Segurança Coletivo, autos nº 0815890-50.2016.8.13.0000, impetrado ano passado pela AOPMBM contra o parcelamento salarial, bem como Ação Popular, autos nº 5057839-27.2016.8.13.0024, proposta pelo Presidente da AOPMBM, Coronel PM Ailton Cirilo da Silva, destinada à retomada do pagamento integral a todos os militares ativos, inativos e pensionistas.

Ante a decisão, a AOPMBM espera que o Estado se pronuncie antes do dia 20 de dezembro, início do recesso judiciário.

A Associação dos Oficiais continua combativa e atenta para garantir a manutenção dos direitos conquistados em favor da família militar estadual.

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Polícia investiga denúncia de tortura e abuso de autoridade contra tenente do exército em Montes Claros

Tenente foi detido no início deste mês durante uma abordagem da Polícia Militar; advogada dele alega que ocorrência foi registrada somente com a versão dos policiais.

Tenente foi preso no início do mês, por desacato (Foto: Juliana Peixoto/G1)

Por G1 Grande Minas

Montes Claros (MG) - A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar uma denúncia de possíveis abusos de autoridades e tortura de quatro policiais militares contra um tenente do exército em Montes Claros, no Norte de Minas. O tenente foi detido no dia 1º deste mês por desobediência, após agredir um policial militar, segundo o boletim de ocorrência.

A ocorrência foi registrada em uma loja de conveniência na Avenida Deputado Plínio Ribeiro. Segundo a PM, o tenente, de 21 anos, estava com uma garrafa de cerveja na mão e recusou ser revistado. Após receber voz de prisão por desobediência, o oficial teria ofendido os militares e em seguida agredido um policial.

De acordo com a Polícia Civil, o tenente do exército já foi ouvido e passou por exames de corpo de delito. O caso é investigado pela 3ª Delegacia Distrital; alguns dos envolvidos na ocorrência já foram ouvidos e outras intimações estão agendadas, segundo nota da PC.

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Tenente do exército é detido após agredir PM com golpe de jiu-jitsu em MG


A advogada do tenente, Elaine Xavier Carpeggiani, afirma que o boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar foi totalmente “tendencioso com o intuito de disfarçar uma abordagem truculenta dos militares. Eles colocaram apenas a versão deles; nem as outras testemunhas que estavam com meu cliente foram relacionadas no boletim. Inclusive, uma destas testemunhas é socorrista do Samu e prestou os primeiros atendimentos ao tenente, que chegou a ficar desacordado durante as agressões”.

Ela afirmou ainda que o tenente não possui porte físico para resistir à prisão da forma em que foi relatada no BO. “Eles falam de golpe de jiu-jitsu; nem se ele fosse mestre conseguiria aplicar este golpe. Ele é um jovem franzino e os militares estavam todos armados. Ele não iria se arriscar desta forma”.

Segundo a advogada, o tenente precisou passar por cirurgias para reconstituir os ossos nasais. "A cirurgia foi três dias após o fato. O relatório médico atesta a incapacidade de executar as atividades profissionais por mais de 30 dias”, afirma.

O G1 solicitou à Polícia Militar informações sobre os procedimentos adotados pela corporação sobre o caso, mas não obteve respostas até a publicação desta matéria. O 55º Batalhão do Exército confirmou que um procedimento interno foi instaurado para apurar o caso e algumas testemunhas já foram ouvidas.

G1/montedo.com

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Oi tudo...ou nada


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Projeto aprovado no senado para pagar 13°.

Projeto  aprovado no senado para pagar 13°.  Presidente da Câmara dos Deputados  Rodrigo Maia  disse que estaria condicionando pautar esse projeto aos governadores garantirem votos para a reforma da previdência. Então ficou assim: Deputados votam a favor daxrefirma da previdência e seu 13° está garantido. cachorrada do capeta.

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Justiça prorroga contratos de 12 mil servidores públicos Medida vale por três anos para agentes penitenciários, médicos e brigadistas de incêndio

PUBLICADO EM 14/12/17 - 03h00

Aline Diniz e Ailton do Vale

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) prorrogou por três anos ou até a realização de novos concursos públicos os efeitos da Lei Estadual 18.185, de 2009, que dispõe sobre a contratação temporária de servidores pela administração estadual. Desde novembro, a constitucionalidade da regra é analisada pelos desembargadores. Caso ela seja considerada inconstitucional, cerca de 12 mil servidores – como agentes penitenciários, médicos e brigadistas de incêndio – teriam de ser exonerados ainda neste ano. O julgamento definitivo ainda não tem data marcada.

Para o advogado-geral do Estado de Minas Gerais, Onofre Alves Batista Júnior, a decisão foi uma vitória para a sociedade como um todo, pois o resultado contrário afetaria drasticamente os serviços de segurança e saúde. “Estamos falando de 12 mil servidores. Ao todo, 23 presídios seriam impactados pela falta de agentes. Ficaríamos sem profissionais especializados nos hospitais, como pediatras, hematologistas e traumatologistas devido à ausência desses profissionais temporários”, afirmou.

O Estado ainda vai recorrer para garantir que a regra não seja considerada inconstitucional. Segundo Júnior, a lei mineira é similar a uma lei federal declarada recentemente constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Essa é uma questão técnica, não política. O Estado não pode deixar de contratar profissionais de áreas fundamentais em casos de insuficiência de pessoal”, disse.

“Existem casos em que não ocorreu a aprovação de candidatos em determinados concursos. Se não for possível contratar temporariamente, o hospital fica sem médicos, os presídios sem agentes. Há casos específicos considerados constitucionais. Os serviços públicos não podem sofrer esses danos”, justifica.

Apenas agentes penitenciários são 5.000 que seriam desligados. A área já tem déficit de 10 mil profissionais, segundo relatório da Ordem dos Advogados do Brasil seção Minas Gerais (OAB-MG).

Demitidos

Não muda. A decisão da Justiça, em um primeiro momento, não muda a situação dos agentes penitenciários que foram demitidos. Não há informação de quantos já foram desligados.

Faltam pessoal e materiais nas prisões

Um relatório feito pela Comissão de Assuntos Penitenciários da Ordem dos Advogados de Minas Gerais (OAB) mostrou que faltam pessoal e equipamentos – de algemas a coletes à prova de balas –, mas sobram presos na maioria das penitenciárias mineiras.

O documento será entregue nesta quinta-feira (14) para o Ministério Público, para Defensoria Pública e para a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap).

Segundo o presidente da Comissão de Assuntos Carcerários da OAB, Fábio Piló, no período de dois anos, a comissão visitou mais de 150 das 210 unidades prisionais do Estado. Além do déficit de agentes, ele destaca que faltam também técnicos como psicólogos e assistentes sociais).

Para ele, são esses técnicos que ajudam na reinserção do preso na sociedade. Sem a atuação deles, as chances de reincidência é alta. “Por isso que nossa reincidência gira em torno de 80%. Cadeia não é só depósito de preso”, explicou Piló.

Aliado à falta de pessoal, há um excesso de presos nas cadeias mineiras. São 68.140 para 36.142 vagas. O relatório mostra ainda a deterioração dos prédios da penitenciárias.

Funcionários

Recomendação. A Seap relatou que trabalha dentro da recomendação do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que é de um agente penitenciário para cada cinco presos.

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