Estado de MG tem recorde de mortes ligadas a ações de policiais

Estado tem recorde de mortes ligadas a ações de policiais

Confrontos com polícias mataram 41,3% a mais em MG; em BH, elevação foi de 146,7%

PUBLICADO EM 20/08/18 - 03h00

Rafaela Mansur

As mortes decorrentes de intervenções policiais bateram recorde em Minas Gerais e totalizaram 164 no ano passado, número 41,3% maior do que o de 2016, quando 116 pessoas foram vítimas das polícias. Em Belo Horizonte, os óbitos em confrontos com militares e civis mais do que dobraram, de 15 para 37 – a variação de 146,7% foi a segunda maior entre as capitais do país, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

Para especialistas, a letalidade policial deve ser combatida com treinamento mais qualificado, inteligência policial e controle externo. Já as polícias alegam que a escalada da violência levou ao aumento das mortes.

“Temos uma das melhores academias de polícia do país, que prima pela excelência na formação policial”, afirma o diretor executivo suplementar do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol-MG), Adilson Bispo. “O policial só usa arma de fogo no último caso, não é intenção matar”, diz o presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-MG), Marco Antônio Bahia. 

A maioria das mortes (120) em 2017 foi provocada por militares em serviço. No ano anterior, foram 87, entre elas, a de um adolescente de 14 anos baleado por militares em Betim, na região metropolitana. Ele carregava uma bobina de carro, que os policiais pensaram ser uma metralhadora.

“A polícia tinha que trabalhar junto com a comunidade, e não colocar medo. Atiram para depois procurar saber quem é. Ainda estou sem chão”, diz a mãe da vítima, a dona de casa Ana Paula Nunes de Oliveira, 32.

Segundo o especialista em segurança Jorge Tassi, os enfrentamentos estão crescendo em todo o país. “Existem casos pontuais de abuso, mas o confronto ocorre porque temos mais ocorrências de gravidade”, afirma. Para ele, é preciso investir em inteligência policial para antever a atuação do crime organizado. “Falta estrutura no processo de investigação aqui”, avalia.

O pesquisador da Fundação João Pinheiro Luís Felipe Zilli diz que há uma tendência de crescimento da letalidade policial – até 2009, o Estado tinha média de 50 mortes por ano. “Em Minas, diferentemente do Rio (Estado com mais ocorrências), grande parte das mortes ocorre fora do território de favelas e se concentra mais em centros e bairros”, explica. Segundo ele, o problema pode estar ligado a falhas no treinamento ou na avaliação dos policiais no momento do confronto, uma vez que a orientação é buscar, ao máximo, a redução de danos. “São necessários estudos criteriosos para entender por que esse fenômeno está acontecendo, e que a polícia se aproprie desse dado para transmitir no treinamento”, pontua.

Corporações dizem atuar em prol da vida

 A Polícia Militar informou que tem como objetivo a redução da letalidade e que os militares são orientados a, de acordo com a reação do infrator, fazer uso diferenciado da força e, em última instância, da arma de fogo. A corporação afirmou que atua em respeito aos direitos humanos, com foco na proteção, na integridade física e na vida das pessoas, e que é treinada para intervir em qualquer tipo de ocorrência.

Já a Polícia Civil informou que desenvolve “intensamente” o trabalho de polícia judiciária, com foco na inteligência investigativa. A corporação afirmou que os policiais são capacitados para evitar o confronto e que o uso da arma é “imprescindível” em circunstâncias extremas, como de risco iminente de vida. Nesses casos, a Corregedoria apura o ocorrido por meio de inquérito, posteriormente encaminhado à Justiça.

 

App ajuda a controlar emoções

Um aplicativo de treinamentos mentais de militares, que objetiva gerenciar as emoções, diminuir a ansiedade e controlar os impulsos deve ser apresentado às corporações do país. Chamado The Mindset Cop, o app visa treinar os policiais para adotarem postura diferente diante de problemas. Em situação de emergência emocional, eles terão suporte de psicólogos.

“A finalidade do aplicativo é diminuir o estresse e aumentar a qualidade de vida do policial”, afirmou Jorge Tassi, especialista em segurança pública e diretor de projetos da The Mindset, desenvolvedora do app. A tecnologia está em testes e deve ser lançada em breve.

 

Legítima defesa até sem haver confronto

A letalidade policial pode crescer no país se o Projeto de Lei 352/2017 for aprovado no Senado. O texto prevê legítima defesa – e, portanto, inexistência de crime – em casos em que agentes matarem ou ferirem quem estiver segurando “ostensivamente” arma de fogo de uso restrito, mesmo sem confronto.

Chamada de “Lei do Abate” pelo autor, o senador José Medeiros (Podemos-MT), a proposta tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. “O projeto vem dotar a polícia de instrumentos para que ela possa trabalhar”, afirma.

Para o associado do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC Minas, Robson Sávio, o projeto estimula o Estado a promover violência de forma autoritária. “Há um silenciamento quando os mortos (pela polícia) são negros e pobres”, observa. 

Saiba mais

 Agentes. A morte de policiais em Minas Gerais aumentou de 11, em 2016, para 12, em 2017. Em BH, o número caiu de 3 para 1. 

Ouvidoria. Segundo o ouvidor de Polícia Paulo Alkmim, o órgão trabalha com cerca de 350 a 400 denúncias por mês. “Somos o canal entre a população e o Estado”, diz. 

Betim. Conforme  mostrou neste mês, a 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Betim, na região metropolitana, implantou projeto de atendimento psicológico e gratuito para policiais.

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A longo prazo o que vai salvar o Brasil é a educação... mas infelizmente a curto prazo a solução é enfiar bandido na cadeia ou no cemitério.

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Os nossos idosos da segurança pública e pensionistas precisam de uma casa de repouso para resgatar dignidade. Muitos foram abandonados pelos familiares.

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Sob tiros, Pimentel não recua

Sob tiros, Pimentel não recua

Alvejado por servidores, prefeitos e ações judiciais, governador vai à reeleição sem se render ao MDB

PUBLICADO EM 19/08/18 - 03h00

Angélica Diniz

A trincheira não é um lugar hostil para Fernando Pimentel (PT). Em três anos e meio de mandato à frente do governo de Minas, ele abandonou o Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, exilando-se no Palácio da Liberdade. Brigou com seu vice do MDB e, em seguida, com todo o partido. Deixou prefeitos e servidores furiosos ao parcelar e atrasar repasses e salários. O cenário nada favorável parece funcionar como um combustível para o ex-guerrilheiro da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). O governador quer a reeleição 

Hoje com 67 anos, Pimentel, quando acuado, ainda reage como o jovem militante que, no auge da repressão militar, em 1970, abandonou a cautela ao ser fechado por um taxista bêbado durante a noite, em Porto Alegre. Depois de reclamar e receber uma banana do motorista, o militante perseguiu o táxi por três quarteirões até emparelhar com ele, sacar o revólver 38 e ameaçá-lo. “Botei a arma na cara dele. Xinguei o cara, que quase capotou. Dei um tiro para cima, para assustá-lo, e fugimos com o nosso carro com placa fria”, contou o ex-guerrilheiro ao sociólogo Marcelo Ridenti, no livro “O Fantasma da Revolução Brasileira”.

Ao autor, o próprio admitiu que, além da irresponsabilidade juvenil, o episódio também evidenciou a superioridade que julgava ter na clandestinidade. Ele seria preso logo depois, aos 19 anos, e entregue ao impiedoso capitão Paulo Malhães, do Centro de Informações do Exército (CIE). 

Se naqueles tempos Pimentel foi atormentado por Malhães, em sessões de tortura que se mantêm vivas na memória do governador, hoje os agentes do Estado que tiram o sono do ex-guerrilheiro são outros. Seu destino não depende mais de um enferrujado 38, mas da habilidade de seus advogados para livrá-lo de todas as acusações e encontrar uma solução para cumprir as promessas de campanha feitas há quase quatro anos. Pimentel espera retirar das urnas, em 7 de outubro, um apoio popular capaz de mostrar, quase 50 anos depois, que continua do lado certo da história.

Hoje, à frente do segundo maior colégio eleitoral do país, Pimentel ainda flerta com a vida secreta. Em poucos mais de três anos e meio de governo, deu raras entrevistas e apareceu pouco em público. No lugar dos palanques, prefere as confidências de corredor, principalmente as que terminam com a mesa farta no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador. Do passado guerrilheiro, ainda conserva os sinais de coragem e ousadia, além da amizade com a ex-presidente Dilma Rousseff, que tornou-se um dos trunfos da campanha do PT em Minas para assegurar sua reeleição.

A tarefa, porém, não será das mais fáceis, como em 2014, quando venceu, com facilidade, o tucano Pimenta da Veiga no primeiro turno. Naquele ano, Pimentel tinha os excelentes rescaldos de sua gestão à frente da Prefeitura de Belo Horizonte, além do apoio pragmático do MDB, que garantiu sua sobrevivência política até meados deste ano. 

Neste pleito, o patrimônio político de Pimentel encolheu. Além de ter perdido a força das alianças, que lhe rendeu até a abertura de um processo de impeachment no Legislativo mineiro, o governador acumula denúncias na Justiça por supostas ações de corrupção enquanto chefiava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo de Dilma Rousseff, uma das favoritas à vaga no Senado por Minas. 

A candidatura da ex-presidente é um paradoxo para o PT mineiro. Ao mesmo tempo em que sua popularidade oferece carona a Pimentel, seria por causa dela que agora o MDB teria abandonado o barco e deixado à deriva o grupo petista. Dilma não teria aceitado subir no palanque com seus algozes emedebistas, que votaram em massa pelo impeachment que a tirou do cargo.

O saldo deixado por Pimentel até aqui não lhe garante posição confortável na disputa. Parcelou os salários dos servidores públicos, reteve os repasses constitucionais dos municípios. Concedeu aos professores uma conquista histórica: o direito ao piso nacional da educação, mas ainda não teve condições de honrar o compromisso de pagar o benefício. Por causa da recorrente dificuldade financeira, tem sido alvo de paralisações lideradas por sindicatos de servidores públicos, que antes tinham os governos do PSDB como inimigos. 

Com toda a prudência que se esperaria de um candidato à reeleição que será o alvo natural em um confronto com os adversários, Pimentel, tenso, entrou no primeiro debate televisionado, pronto para levar chumbo. E não economizou pólvora.

 

Antes aliado, Aécio será munição na campanha

A comparação entre Pimentel e os adversários tucanos é recorrente no meio político. Quem nunca ouviu a frase, dita até mesmo pelos esquerdistas fisiológicos: “Pimentel é o mais tucanos dos petistas”. Esse estigma lhe foi dado quando se juntou, em 2008, ao então governador Aécio Neves (PSDB) para uma aliança que chocou líderes do PT estadual.

O petista, então prefeito de Belo Horizonte, uniu as forças com o hoje também acuado Aécio para apoiar o então desconhecido Marcio Lacerda (PSB) em sua primeira aventura pela política. Bom articulador e habilidoso na arte de conseguir o quer, elegeu Lacerda seu sucessor.

A vitória do socialista em sua primeira eleição deveu-se muito à elogiada gestão que Pimentel fizera como prefeito, sendo um dos “pais” do Orçamento Participativo, projeto de sucesso que marcou as administrações petistas em BH. Desde que assumiu o cargo em 2003, no lugar de Célio de Castro, realizou importantes investimentos em políticas sociais. Deixou a prefeitura com 90% de aprovação.

Agora o cenário não é mais tão favorável. Na mais recente pesquisa DataTempo, apareceu com a mais alta rejeição entre os concorrentes: 27,8%. Duas estratégias serão fundamentais para reverter o quadro. A primeira, o governador já tem exposto nas poucas entrevistas que deu como pré-candidato. Antigo aliado, Aécio agora virou munição nas mãos de Pimentel. Acusado de pedir R$ 2 milhões em propina a Joesley Batista, Aécio é padrinho político de Anastasia, principal alvo do petista nestas eleições. A imagem do tucano será repetidamente colada a Anastasia, que tenta, em vão, se desvencilhar do “criador”. 

A outra forma de tentar vencer é colar sua imagem à de Dilma e à de Lula, ambos com bons números em Minas. E à sombra dos ex-presidentes, quem sabe, reconquistar a confiança do eleitor para, como na juventude, conseguir o poder tendo como arma, de novo, o voto popular. 

 

1970

Foi preso no Rio Grande do Sul, onde foi torturado e ficou por nove meses em uma cela sem janela, até ser transferido para Juiz de Fora, na Zona da Mata, onde cumpriu pena por dois anos. Os últimos seis meses de prisão foram cumpridos no Dops, em Belo Horizonte.

 

2003

Assumiu, definitivamente, o cargo de prefeito de Belo Horizonte em razão da aposentadoria de Célio de Castro. Sua gestão em BH foi marcada por grandes investimentos nas áreas urbana e social. Foi apontado pelo site inglês Worldmayor como o oitavo melhor prefeito do mundo. Encerrou seu mandato com altos índices de aprovação.

 

2014

Anunciou a saída do Ministério de Desenvolvimento, Indústria de Comércio Exterior, durante o governo de Dilma Rousseff, para disputar o governo de Minas pelo PT. Em 5 de outubro foi eleito governador de Minas Gerais no primeiro turno, com 52,98% dos votos válidos, vencendo o candidato Pimenta da Veiga, candidato pelo PSDB. 

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380 QUILOS DE MACONHA APREENDIDOS EM MATEUS LEME

380 QUILOS DE MACONHA APREENDIDOS EM MATEUS LEME
Militares do 2º Batalhão de Policiamento Especializado apreenderam 380 quilos de maconha no Bairro Vila Suzano em Mateus Leme. Foram apreendidos também duas pistolas semiautomáticas, duas réplicas, cerca de três mil em dinheiro, um caderno de anotações do tráfico e dezenas de munições de fuzil.
Foram presas Valdineia Conrado de Oliveira, 46, e suas filhas, de 16 e 19 anos.
Na outra residência foram presos Ítalo Aiala Silva Diniz, 23 e um homem identificado como César Henrique Nunes da Silva, 26, mas que na verdade se chamaria Marcelo de Oliveira. Ele seria o dono das drogas e membro do PCC.
#acasacaiu #itatiaiapatrulha

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perfil de Anastasia, Lacerda e Pimentel

perfil de Anastasia, Lacerda e Pimentel

Os três lideram as pesquisas na disputa pelo Palácio da Liberdade

PUBLICADO EM 19/08/18 - 09h02

Angélica Diniz, Murilo Rocha e Ricardo Corrêa

Anastasia à sombra e ao sol

O antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) costumava comparar o Senado a um paraíso na Terra, com a vantagem de não precisar morrer para estar lá. E deixar esse éden de forma precoce (havia ainda cinco anos de mandato), definitivamente, não agradava ao senador mineiro Antonio Anastasia (PSDB), 57, em novembro do ano passado. “Precisamos de renovação, não serei candidato (ao governo do Estado), mas participarei através de ideias”, afirmou, naquela ocasião, para mais de uma centena de pessoas ligadas à área de gestão em um evento em Belo Horizonte.

Quatro meses depois, as nuvens não estavam dispostas da mesma forma no céu da política mineira. Fortemente pressionado para carregar no Estado a campanha do insosso presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, e liderar, enquanto candidato ao Palácio da Liberdade, uma ampla aliança com o objetivo de eleger o maior número de deputados estaduais e federais, Anastasia foi obrigado a mudar de opinião. Mas não anunciou publicamente sua nova rota, pois ainda havia um acordo nada fácil de ser costurado internamente.

Na noite de 16 março, o tucano disparou uma série de telefonemas para políticos próximos do próprio PSDB e de siglas aliadas e comunicou sua decisão: seria candidato, mas sob algumas condições. Mineiramente, incentivou a pulverização da informação por interlocutores, mas se manteve calado e não autorizou sua assessoria a confirmar a candidatura. No dia 22 do mesmo mês, embarcou para a Suíça e prometeu dar uma resposta pública quando retornasse, em abril. Mas o plano já estava em andamento e, aos poucos, solidificava-se.

Ao melhor estilo das conspirações de quem vive entre montanhas, Anastasia estava ganhando tempo, cozinhando sua candidatura em banho-maria, à espera do desenrolar de duas situações: uma delas era a formação de uma coligação forte em torno de seu nome. Não sairia em uma composição aventureira. Essa questão foi facilmente resolvida logo após o vazamento de seu “sim” para a disputa, com uma dezena de legendas aderindo de forma imediata à chapa (atualmente são 12). A outra questão envolvia um ponto mais delicado e doloroso: o senador Aécio Neves (PSDB).

Padrinho político de Anastasia e quase eleito presidente em 2014, em menos de quatro anos, Aécio passou a viver um inferno astral, tornando-se um maldito dentro e fora do PSDB. Com citações em inquéritos da Lava Jato e flagrado em grampo no qual pedia R$ 2 milhões a Joesley Batista, um dos donos da JBS e também investigado por pagamento de propina a políticos, ele deveria ficar longe da campanha a governador do pupilo. Mais especificamente, não deveria se candidatar à reeleição ao Senado, sob pena de melar as alianças e ainda contaminar as campanhas majoritárias do partido.

Não há confirmação se houve uma conversa reservada entre os dois para tratar o assunto de forma explícita, mas não precisaria. O recado estava no ar (e entendido), e o teatro seguiu o roteiro diante do público até o limite da encenação – no caso, o prazo para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral, em 15 de agosto.
“Temos que respeitar a decisão que ele tomar. (...) Não tomará uma decisão isolada”, respondeu um menos cauteloso Anastasia sobre o futuro do colega de partido em entrevista a “O Estado de S. Paulo” no final de junho. 

Em troca de seu sacrifício pelo PSDB, o pré-candidato tucano ainda fez um último pedido: o controle total de sua campanha, inclusive sobre como liderar a aventura de Alckmin pelas Gerais. Afinal, tucanos paulistas e mineiros não querem repetir os erros de quatro anos atrás – para ganhar o Brasil, é necessário ganhar as eleições em Minas.

No início de agosto, em uma nota pouco convincente divulgada à imprensa, Aécio lançava sua candidatura para deputado federal, corroborando um acordo imposto a ele de forma velada e irrevogável meses antes.

Anastasia havia vencido. Era candidato a sua maneira, ninguém fazia sombra a ele e tinha as rédeas do partido no Estado. Agora terá de fazer o eleitor acreditar em seu brilho próprio tendo o palanque frequentado por velhos aliados. Os adversários vão lembrá-lo disso.

Finanças do Estado são um legado polêmico

Se comparado ao candidato Anastasia de 2010, quando se lançava pela “primeira vez” ao governo do Estado (oficialmente era uma reeleição, porque, com a saída de Aécio Neves para se candidatar ao Senado naquele ano, ele ficou cerca de nove meses como governador), o tucano carrega agora, além de alguns quilos a mais, um tom mais político, mais confiante e menos professoral. 

O raciocínio rápido, o vocabulário rebuscado e um amplo conhecimento de temas diversos são os mesmos. No currículo, de lá para cá, também o assombram e o deixam mais cascudo, para o bem e para o mal, o enfrentamento da mais longa greve dos professores estaduais enquanto era governador (foram 112 dias, em 2011) e o fato de ter sido o relator na comissão do Senado do controverso impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). 

Professor de direito, Anastasia mandou a petista para a forca mesmo sem a convicção jurídica do crime de responsabilidade imputado a ela. Agiu politicamente, mesmo dizendo o contrário.

Outro fantasma presente na campanha será a situação financeira do Estado. Acusado pelo atual governador e candidato à reeleição pelo PT, Fernando Pimentel, de ser o promotor da quebradeira das finanças do governo, Anastasia será confrontado com números, acertos e erros das administrações tucanas em Minas (de 2003 a 2014). Até o fim da campanha e, se vencer, por todo o mandato, Anastasia se questionará intimamente se acertou ao deixar a sombra do paraíso para se arriscar ao sol impiedoso do segundo maior colégio eleitoral do país, onde os problemas do funcionalismo e das áreas de educação, saúde e segurança têm gravidade proporcional às dimensões geográficas do Estado. “Se tudo der certo, as chances de enterrar a minha carreira política são grandes”, se autoapiedou, em tom de brincadeira, em uma conversa com jornalistas ainda durante a fase de pré-campanha.

 

Sob tiros, Pimentel não recua

A trincheira não é um lugar hostil para Fernando Pimentel (PT). Em três anos e meio de mandato à frente do governo de Minas, ele abandonou o Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, exilando-se no Palácio da Liberdade. Brigou com seu vice do MDB e, em seguida, com todo o partido. Deixou prefeitos e servidores furiosos ao parcelar e atrasar repasses e salários. O cenário nada favorável parece funcionar como um combustível para o ex-guerrilheiro da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). O governador quer a reeleição.

Hoje com 67 anos, Pimentel, quando acuado, ainda reage como o jovem militante que, no auge da repressão militar, em 1970, abandonou a cautela ao ser fechado por um taxista bêbado durante a noite, em Porto Alegre. Depois de reclamar e receber uma banana do motorista, o militante perseguiu o táxi por três quarteirões até emparelhar com ele, sacar o revólver 38 e ameaçá-lo. “Botei a arma na cara dele. Xinguei o cara, que quase capotou. Dei um tiro para cima, para assustá-lo, e fugimos com o nosso carro com placa fria”, contou o ex-guerrilheiro ao sociólogo Marcelo Ridenti, no livro “O Fantasma da Revolução Brasileira”.

Ao autor, o próprio admitiu que, além da irresponsabilidade juvenil, o episódio também evidenciou a superioridade que julgava ter na clandestinidade. Ele seria preso logo depois, aos 19 anos, e entregue ao impiedoso capitão Paulo Malhães, do Centro de Informações do Exército (CIE).

Se naqueles tempos Pimentel foi atormentado por Malhães, em sessões de tortura que se mantêm vivas na memória do governador, hoje os agentes do Estado que tiram o sono do ex-guerrilheiro são outros. Seu destino não depende mais de um enferrujado 38, mas da habilidade de seus advogados para livrá-lo de todas as acusações e encontrar uma solução para cumprir as promessas de campanha feitas há quase quatro anos. Pimentel espera retirar das urnas, em 7 de outubro, um apoio popular capaz de mostrar, quase 50 anos depois, que continua do lado certo da história.

Hoje, à frente do segundo maior colégio eleitoral do país, Pimentel ainda flerta com a vida secreta. Em poucos mais de três anos e meio de governo, deu raras entrevistas e apareceu pouco em público. No lugar dos palanques, prefere as confidências de corredor, principalmente as que terminam com a mesa farta no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador. Do passado guerrilheiro, ainda conserva os sinais de coragem e ousadia, além da amizade com a ex-presidente Dilma Rousseff, que tornou-se um dos trunfos da campanha do PT em Minas para assegurar sua reeleição.

A tarefa, porém, não será das mais fáceis, como em 2014, quando venceu, com facilidade, o tucano Pimenta da Veiga no primeiro turno. Naquele ano, Pimentel tinha os excelentes rescaldos de sua gestão à frente da Prefeitura de Belo Horizonte, além do apoio pragmático do MDB, que garantiu sua sobrevivência política até meados deste ano. 

Neste pleito, o patrimônio político de Pimentel encolheu. Além de ter perdido a força das alianças, que lhe rendeu até a abertura de um processo de impeachment no Legislativo mineiro, o governador acumula denúncias na Justiça por supostas ações de corrupção enquanto chefiava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo de Dilma Rousseff, uma das favoritas à vaga no Senado por Minas. 

A candidatura da ex-presidente é um paradoxo para o PT mineiro. Ao mesmo tempo em que sua popularidade oferece carona a Pimentel, seria por causa dela que agora o MDB teria abandonado o barco e deixado à deriva o grupo petista. Dilma não teria aceitado subir no palanque com seus algozes emedebistas, que votaram em massa pelo impeachment que a tirou do cargo.

O saldo deixado por Pimentel até aqui não lhe garante posição confortável na disputa. Parcelou os salários dos servidores públicos, reteve os repasses constitucionais dos municípios. Concedeu aos professores uma conquista histórica: o direito ao piso nacional da educação, mas ainda não teve condições de honrar o compromisso de pagar o benefício. Por causa da recorrente dificuldade financeira, tem sido alvo de paralisações lideradas por sindicatos de servidores públicos, que antes tinham os governos do PSDB como inimigos. 

Com toda a prudência que se esperaria de um candidato à reeleição que será o alvo natural em um confronto com os adversários, Pimentel, tenso, entrou no primeiro debate televisionado, pronto para levar chumbo. E não economizou pólvora.

Antes aliado, Aécio será munição na campanha

A comparação entre Pimentel e os adversários tucanos é recorrente no meio político. Quem nunca ouviu a frase, dita até mesmo pelos esquerdistas fisiológicos: “Pimentel é o mais tucanos dos petistas”. Esse estigma lhe foi dado quando se juntou, em 2008, ao então governador Aécio Neves (PSDB) para uma aliança que chocou líderes do PT estadual.

O petista, então prefeito de Belo Horizonte, uniu as forças com o hoje também acuado Aécio para apoiar o então desconhecido Marcio Lacerda (PSB) em sua primeira aventura pela política. Bom articulador e habilidoso na arte de conseguir o quer, elegeu Lacerda seu sucessor.

A vitória do socialista em sua primeira eleição deveu-se muito à elogiada gestão que Pimentel fizera como prefeito, sendo um dos “pais” do Orçamento Participativo, projeto de sucesso que marcou as administrações petistas em BH. Desde que assumiu o cargo em 2003, no lugar de Célio de Castro, realizou importantes investimentos em políticas sociais. Deixou a prefeitura com 90% de aprovação.

Agora o cenário não é mais tão favorável. Na mais recente pesquisa DataTempo/CP2, apareceu com a mais alta rejeição entre os concorrentes: 27,8%. Duas estratégias serão fundamentais para reverter o quadro. A primeira, o governador já tem exposto nas poucas entrevistas que deu como pré-candidato. Antigo aliado, Aécio agora virou munição nas mãos de Pimentel. Acusado de pedir R$ 2 milhões em propina a Joesley Batista, Aécio é padrinho político de Anastasia, principal alvo do petista nestas eleições. A imagem do tucano será repetidamente colada a Anastasia, que tenta, em vão, se desvencilhar do “criador”. 

A outra forma de tentar vencer é colar sua imagem à de Dilma e à de Lula, ambos com bons números em Minas. E à sombra dos ex-presidentes, quem sabe, reconquistar a confiança do eleitor para, como na juventude, conseguir o poder tendo como arma, de novo, o voto popular.

 

Lacerda agora em voo solo

Entre dezenas de mãos disponíveis para receber um cumprimento, o então candidato a prefeito de Belo Horizonte acabou encontrando a de um manequim de vitrine pelo caminho. Sem perceber que se tratava de um boneco, estendeu a mão à estátua de cabelos lilás. Naquele 6 de agosto de 2008, a imagem flagrada pelo fotógrafo Charles Silva Duarte era o símbolo de alguém que estreava na campanha sem o mínimo traquejo político para tal missão.

Dez anos depois, Marcio de Araujo Lacerda tem justamente na desvinculação com a imagem de um político tradicional a principal arma na disputa contra o governador Fernando Pimentel (PT) e o senador Antonio Anastasia (PSDB), ex-ocupante do posto. Não por acaso, é esse seu mote de campanha, principalmente após ver uma articulação nacional de petistas com seu próprio partido tentar tirá-lo da disputa.

Em uma década, porém, o velejador por hobby sofreu bastante com tormentas provocadas por palavras malcolocadas ou articulações frustradas. A cada uma delas, reforçava o carimbo de que era um técnico sem capacidade para construir acordos maiores e que não conseguiria se viabilizar sozinho. Nas palavras dos adversários: um poste inventado por Pimentel e Aécio Neves (PSDB).

As relações de Lacerda com a política, porém, remontam a um passado mais distante. Na luta contra a ditadura militar, ficou preso por quatro anos. Embora tenha militado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) e pela Aliança Libertadora Nacional (ALN), costuma confidenciar que foi movido muito mais pelo instinto de desafio ao autoritarismo da época do que pelas ideologias de esquerda que pregava grande parte de seus companheiros. O socialismo do nome de seu partido não guarda relação com as crenças do empresário que enriqueceu no puro capitalismo, com uma empresa de infraestrutura de telecomunicações.

A posição refratária ao comunismo não impede, porém, que Lacerda confidencie a admiração que tem por Vladimir Putin, um ex-agente da KGB que comanda hoje com mãos de ferro a Rússia, a principal das repúblicas ressurgidas após a queda da União Soviética.

A defesa da postura firme do líder russo guarda certa semelhança com as acusações feitas por seus adversários quando o hoje candidato ao governo comandou a Prefeitura de Belo Horizonte. Era taxado como alguém pouco afeito ao diálogo e inábil ao se comunicar com a imprensa e a população.

Lacerda alimentou seus críticos ao longo do tempo. Em 2012, ao dizer que devia “ter sido um pouco mais babá dos cidadãos”, após um homem morrer ao cair de carro em um córrego da capital. Em 2014, ao afirmar que “acidentes acontecem”, na ocasião da queda de um viaduto que ocasionou a morte de duas pessoas e deixou 23 feridas.

Sua postura gerou forte resistência de um grupo de esquerda que lançou o lema “Fora Lacerda” e que ganhou força quando foi quebrada a aliança com o PT que lhe viabilizou na disputa de 2008. 

As imagens daquela campanha não deixam dúvida de quanto Aécio e Pimentel foram tidos como fundamentais para tornar Lacerda alguém suficientemente conhecido. Naquele momento, a surpreendente e inédita aliança PT/PSDB era apontada como o caminho para uma nova política, sem rancores ou disputas fratricidas.

Como se sabe, o arremedo de união entre os históricos antagonistas da política brasileira não passou disso. E Lacerda se separou do PT em quatro anos e do PSDB em outros quatro. Com isso, chegou às eleições de 2016 isolado quando tentou lançar sem sucesso o empresário Paulo Brant para a sua sucessão.

Após rejeitar uma aliança com o PSDB e ao ver Aécio e seus aliados fazerem evaporar qualquer chance de aliança que pudesse empurrar Brant à PBH, Lacerda abandonou a candidatura do apadrinhado. Ao unir-se a Délio Malheiros (PSD), seu vice que um dia disse estar “com quem estivesse contra o Marcio”, ele apostava suas últimas fichas. Uma derrota fragorosa, como a que veio ao não conseguir sequer levar seu aliado ao segundo turno, era apontada como o fim da linha em seu futuro sonho de disputar o Palácio da Liberdade. Mas, quatro anos depois, o ex-prefeito renasceu como uma terceira via capaz de assustar rivais tradicionais em um momento de completa insatisfação com a classe que comanda o país.

Na Justiça, briga para continuar campanha

Ungido por seu grupo no nível estadual e rejeitado pela direção nacional do partido, Marcio Lacerda enfrenta curiosa e inusual situação entre todos os concorrentes ao Palácio da Liberdade. Se de um lado garantiu apoio maciço de partidos que até então não orbitavam em torno de seu nome, como o pesado MDB, de outro vê na insegurança jurídica de uma situação ainda não resolvida a principal ameaça ao seu sonho de ocupar o Palácio da Liberdade.

Há males, para Lacerda, porém, que podem vir para bem. A articulação comandada pelo PT de Pimentel em conluio com o comando do PSB acabou dando a ele um slogan que teria dificuldade de difundir tendo sido lançado pelo petista e por Aécio há dez anos. Ao dizer-se vítima de uma articulação “da velha política”, Lacerda usa a seu favor o fato de ter sido alijado dos processos decisórios das mais importantes figuras do poder em Minas Gerais desde que começou a sonhar com voos próprios.

A arma nada secreta só servirá, porém, se ao fim e ao cabo de uma intrincada batalha no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele terminar com o direito de ter seu nome na urna.

Enquanto muitos duvidaram da capacidade de Marcio Lacerda de resistir, ele preferiu insistir. Após ser dado como morto politicamente em 2016 e de ver suas alianças previamente combinadas para a disputa de 2018 se dissiparem com a entrada de Antonio Anastasia no cenário eleitoral, o político do PSB se reinventou duas vezes na longa jornada para ser candidato.

O Lacerda que hoje briga pela candidatura é bem diferente do que há poucos meses mostrava mais brilho nos olhos com a hipótese de ser candidato a vice do presidenciável Ciro Gomes (PDT), de quem foi secretário executivo e é amigo de longa data. A articulação para tirá-lo da disputa pareceu ter dado um mote que nem um antigo sonho de ser governador havia sido capaz de solidificar.

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“ibi idem velle, et idem nolle" Santo Tomaz de Aquino

@jairbolsonaro é

A Favor do:
Armamento
Redução idade penal
Castração quimica
Escola Sem Partido
Livre Mercado
Menor Estado

Contra:
Ideologia de genero
Aborto
Drogas
Sociocomunismo

Qual a sua dúvida?

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Atirou em Polícia? Manda para o colo do capeta

*Resistência seguida de Morte – Rio Acima*
Chamada:2018-02683403-4

*Síntese*: Em 180900Ago18-Sab a GuPM composta pelo 3º Sgt Passos e Sd Tayrine, estavam em diligências para efetuar a prisão de  Tigrão, o qual estava com *Mando de Prisão em aberto* proveniente de débitos alimentares. Quando a GuPM deu a voz de prisão o autor resistiu e atracou-se com o Sgt Passos, segurando seu armamento. O militar foi atingido com um disparo na panturrilha direita, permanecendo o autor em posição de vantagem. Para cessar a agressão a Sd Tayrine efetuou um disparo no autor, o qual evoluiu a óbito no hospital de Rio Acima. Militar passa bem, sem risco de vida. Ocorrência em andamento.

Passagens do autor em REDS:
*Estupro de Vulnerável
*Ameaça
*Lesão Corporal
*Vias de Fato

_AA 1ª Cia PM Ind_

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TJ tira patente de capitão PM condenado por estupro de menor, roubo e sequestro

TJ tira patente de capitão PM condenado por estupro de menor, roubo e sequestro

ECEstadão Conteúdo

postado em 18/08/2018 09:50

 

Em decisão unânime, o Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso julgou procedente a Petição nº 94825/2016 e decretou a perda da patente e do posto de oficial militar e da patente de capitão, com a consequente exclusão dos quadros da corporação militar de Maicon Moraes de Aguiar, oficial condenado por estupro de menor, roubo, sequestro e cárcere privado.

As informações foram divulgadas pela Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, como cita o Blog do repórter Fausto Macedo.

O Relatório do Conselho de Justificação foi encaminhado ao Governo de Mato Grosso, que, também com base na recomendação da Procuradoria-Geral do Estado, concluiu que o capitão PM era ‘culpado das acusações que lhe foram imputadas’.

"Assim, tendo sido o requerente (capitão) considerado culpado tanto na esfera criminal como na administrativa, o Governador do Estado de Mato Grosso remeteu os autos para que este Tribunal declare a perda da patente do referido militar."

Os crimes atribuídos ao oficial ocorreram em 1.º de setembro de 2014, contra dois adolescentes, de 13 e 17 anos, no distrito de Currupira, em Barra do Bugres, a 168 km de Cuiabá. Com uma arma de fogo em punho, o capitão ameaçou os adolescentes e determinou que o rapaz de 17 anos entrasse no porta-malas do carro dele e que a adolescente se sentasse no banco do carro.

Depois, o militar se deslocou até uma estrada deserta, na área rural, onde estuprou a menor de 13 anos. Ele liberou os dois adolescentes na estrada, sem os seus celulares, e os ameaçou, dizendo que os mataria e também assassinaria os familiares deles caso contassem a alguém o que havia acontecido.

Segundo entendimento da Câmara julgadora, ‘é inconciliável a permanência nos quadros da Polícia Militar do oficial condenado à pena privativa de liberdade pela prática de crimes sexuais de excepcional gravidade, absolutamente repugnantes e desprezíveis, utilizando-se do posto para a perpetração de condutas sórdidas que abalaram, de maneira irretratável, os preceitos da ética militar’.

O relator do recurso, desembargador João Ferreira Filho, destacou que quem pratica crime de estupro de vulnerável, roubo e cárcere privado ‘afronta a ordem jurídica e a própria norma específica pela qual se submeteu voluntariamente ao se tornar membro da corporação’.

O magistrado assinalou que o oficial ‘afrontou seriamente valores éticos e morais de observância obrigatória por qualquer cidadão, sobretudo daquele que ostenta a condição de militar, razão pela qual não pode mais ser mantido como oficial militar, sendo impositivo declará-lo indigno do oficialato’.

"Diante do exposto, demonstrado que a conduta do capitão PM Maicon Moraes de Aguiar é incompatível com a função exercida junto à Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, decreto a perda da patente e do posto de oficial militar e da patente, tendo como consequência a exclusão dos quadros da corporação militar, nos termos do artigo 125, § 4.º, da Constituição Federal, combinado com artigo 143, §1.º, da Constituição Estadual", ordenou João Ferreira Filho.

O voto do relator foi acompanhado pelos desembargadores Rondon Bassil Dower Filho (segundo vogal), José Zuquim Nogueira (terceiro vogal), Sebastião Barbosa Farias (sexto vogal), Gilberto Giraldelli (sétimo vogal), Antônia Siqueira Gonçalves (nona vogal), Helena Maria Bezerra Ramos (10ª vogal), Orlando de Almeida Perri (11º vogal), Paulo da Cunha (13º vogal), Juvenal Pereira da Silva (14º vogal), Sebastião de Moraes Filho (15º vogal), Guiomar Teodoro Borges (17º vogal), Carlos Alberto Alves da Rocha (19º vogal), Luiz Ferreira da Silva (20º vogal), Clarice Claudino da Silva (21ª vogal), Marcos Machado (24º vogal) e Luiz Carlos da Costa (26º vogal).

A reportagem não localizou a defesa do capitão Maicon Moraes de Aguiar. O espaço está aberto para manifestação.

Nos autos, a defesa pediu nulidade da decisão do Conselho de Justificação, já que, ‘os membros do conselho não voltaram os olhos para o princípio da presunção de inocência e princípio da parcialidade e violação do contraditório e ampla defesa’.

À Justiça, o capitão negou os crimes, inclusive o roubo do celular da menor. Ele afirmou que ‘não praticou relação sexual’ com a menina de 13 anos e não sequestrou o rapaz de 17.

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Disputa pela Assembleia de Minas tem quase 17 por vaga


  

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Disputa pela Assembleia de Minas tem quase 17 por vaga

O cargo de deputado estadual é o mais concorrido na eleição. Foram mais de 1,3 mil registros no TRE

MEMarcelo Ernesto

postado em 17/08/2018 06:00 / atualizado em 17/08/2018 08:10

 

O perfil médio dos que tentam uma vaga no Legislativo é de homens brancos e empresários(foto: Juliana Cipriani / EM / D.A. Press)

Passado o prazo para registro das candidaturas, encerrado em 15 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 2.217 pedidos em Minas. A maioria dos concorrentes tenta uma vaga de deputado estadual, posto mais concorrido, com relação de 16,95 por vaga. As estatísticas ainda revelam que se fosse para traçar um perfil, os candidatos no estado seriam homens, empresários, brancos e casados, além de ter idade entre 50 e 54 anos e ensino superior completo. O número de pedidos de registro cresceu 14% em relação a de 2014. É o maior número das eleições gerais em Minas.

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12:15 - 25/07/2018ALMG aprova orçamento impositivo e rombo de R$ 5,6 bi para próximo governo19:38 - 24/07/2018Começa tramitar na ALMG projeto que permite que promotores e procuradores vendam férias-prêmio09:50 - 19/07/2018Após semestre sem votar, deputados podem perder as férias na ALMG

Os números apurados pelo TSE mostram que o interesse das mulheres em entrar na disputa só cumpriu o mínimo exigido pela lei, que é de 30%. Ao todo, 674 registraram a candidatura, o que dá 30,4% do total de candidatos. Já 1.543 homens se lançaram, 69,6%. Em relação ao estado civil, 1.245 (56,2%) são casados; 642 solteiros (29%); e 269 divorciados (12,1%). Há ainda 25 pessoas que perderam seus cônjuges (1,58%).

Os números do TSE confirmam pesquisas recentes que mediram o baixo interesse dos jovens. Na faixa entre 21 e 24 anos, apenas 40 se interessaram em lançar candidatura e, entre 25 e 29 anos, apenas 81. A faixa entre 50 e 54 anos é a que tem os mais afeitos ao trato político, com 377 candidatos, o que corresponde a 17% do total. O menor grupo, contudo, é o de pessoas entre 80 e 84 anos, apenas cinco (0,23%).

Em relação ao grau de instrução, a maioria tem o superior completo: 1.053 ou 47,5% do total. Na outra ponta, 35 apenas leem e escrevem (1,58%). A ocupação mais frequente entre os que resolveram se candidatar nas eleições deste ano é a de empresário. São 191 (8,62%). Outros 137 (6,18%) são advogados. Os que se dedicam totalmente à atividade política também ganharam destaque. Deputados que tentam se reeleger ou que declararam ter a função “deputado” como ofício são 105 (4,74%) e vereadores, 83 (3,74%). Os aposentados também marcam presença, com 101 (4,56%).

A legenda com mais candidatos no pleito também foge a pensamento inicial que marca a polarizada política brasileira atualmente. A sigla que apresentou o maior número de candidatos no pleito foi o PSL, com 179 ou 8,07% do total de concorrentes. Em seguida vêm o Avante, com 164 (7,04%), o PHS, com 141 (6,36%), e o PRTB, com 138 (6,22%). Petistas e tucanos ficaram quase empatados,   com 53 (2,39%) e 51 (2,30%), respectivamente. O partido com menos candidatos é o PCO, com sete (0,32%)

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nomes engraçados nas eleições em Minas

De Lagartixa do Plástico a Cê Tá Doido: 27 candidatos com nomes engraçados nas eleições em Minas

Entre os 1.317 postulantes ao cargo de deputado estadual e 849 a federal em Minas Gerais estão políticos com nomes, no mínimo, curiosos

Larissa Kümpel Renan Damasceno

postado em 17/08/2018 21:20 / atualizado em 17/08/2018 21:33

 

(foto: TSE/DIVULGAÇÃO)

O eleitor que estiver em busca de um nome novo para a Assembleia Legislativa e bancada mineira no Congresso Nacional pode ter algumas surpresas pitorescas ao pesquisar a lista de candidatos divulgada esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os 1.317 postulantes ao cargo de deputado estadual e 849 a federal em Minas Gerais estão políticos com nomes, no mínimo, curiosos. 

Na corrida por vaga na Assembleia, por exemplo, está Valmir Evangelista, o “Vai ser Rico, Trem” (PROS), de Paraopeba, que declarou pouco mais de R$ 105 mil em bens. Ele concorre a uma vaga de deputado estadual com candidatos como Lagartixa do Plástico (Rede), Palhacinho Minduin (PSB) e Palhaço Biscoito (PHS) – que, apesar do nome, é motorista de ônibus em Belo Horizonte –, Keridão Potência (PCdoB), Roberto Bin Laden, Parrudo e Tieta – que, na verdade, é homem.

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Na disputa pelas 53 vagas na Câmara dos deputados estão o pouco conhecido Euclides, o Famoso (Podemos), Juliano Cê tá doido (Avante), de Janaúba, no Norte de Minas, do mesmo partido de Pranchana Jack, de Itaúna.

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Hoje às 22h acontece o Debate Rede TV com os candidatos à presidência 😎

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Mais de 90% do eleitorado não tem candidato a deputado federal ou vai anular voto

Mais de 90% do eleitorado não tem candidato a deputado federal ou vai anular voto

Brasil 17 de agosto de 2018 Facebook Twitter Whatsapp

Segundo o Instituto Paraná, 74,1% do eleitorado não decidiu ainda seu voto para deputado federal. Outros 16,4% dos entrevistados vão anular o voto.

É uma constatação grave, considerando que as reformas necessárias para tirar o país do buraco dependem do Congresso Nacional.


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Áudio entre coronel e ex-PM revela suposto esquema de troca de favores e irregularidades.Ouça a reportagem de Renato Rios Neto!

Áudio entre coronel e ex-PM revela suposto esquema de troca de favores e irregularidades.Ouça a reportagem de Renato Rios Neto! https://t.co/D4urV5mnBc https://t.co/KSoTFxn0l4

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Suspenso atendimento pelo IPSM na clínica de olhos

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Segundo Instituto Paraná General Mourao Do PRTB é o vice preferido nas pesquisas

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Patrimônio de Aécio aumenta 92% em 4 anos; Dilma tem queda de 13% o de Pimentel está menor que em 2014.

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Fernando Pimentel tenta associar sua imagem à do ex-presidente Lula

Fernando Pimentel tenta associar sua imagem à do ex-presidente Lula

Respondendo a uma pergunta sobre "promessas de campanha", governador fez críticas ao governo federal e ao presidente Michel Temer

PUBLICADO EM 16/08/18 - 23h55

Estadão Conteúdo

No segundo bloco do debate da Band entre candidatos ao Executivo em Minas Gerais, o governador e candidato à reeleição, Fernando Pimentel (PT), tentou colar sua imagem à do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Respondendo a uma pergunta sobre "promessas de campanha", o governador fez críticas ao governo federal e ao presidente Michel Temer. Além disso, criticou também os governos de Antonio Anastasia (PSDB) e Aécio Neves (PSDB). "Em quatro anos não dá para consertar o estrago que fizeram em Minas Gerais", disse Pimentel.

Já Anastasia respondeu a questionamento sobre geração de empregos. "O Estado não tem a função de criar empregos, mas tem a obrigação de estimular a criação de empregos", afirmou.

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Assista ao primeiro Debate Governadores 2018

Está chegando a hora. Prepare-se para conhecer os candidatos ao governo de Minas e suas propostas. Assista ao primeiro Debate Governadores 2018, com transmissão ao vivo pela Tv Band News, Radio BandNews FM BH e pelas nossas redes sociais. Acompanhe também através da hashtag #DebatBandMinas.

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Raquel Dodge impugna a candidatura de Lula a presidente da República

Raquel Dodge impugna a candidatura de Lula a presidente da República

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2018/08/15/interna_politica,700506/raquel-dodge-impugna-a-candidatura-de-lula-a-presidente-da-republica.shtml

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Mais uma vez o estado fez o depósito do pagamento e não fez o depósito do empréstimo consignado e o banco já fez o desconto !!

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Jornal o tempo noticia  pesquisa sobre o percentual de autoritarismo do brasileiro. Pela pesquisa, somos um povo bem autoritário. Com a fadiga da democracia e sua mania "besta"de inclusão do outro, podemos está retornando ao período pré democracia. Explico.  Democracia significou no início, em boa medida, lá na Grécia antiga, a morte do patriarca e do deus  familiar. Sumia  o governo do pai, do deus, entrava o governo, em tese, do povo.  Na atualidade não dá pra comparar muito  com a Grécia antiga, mas se percebe uma sede por governos fortes, que nos livrem dos maus e do peso de decidir por nossa conta e risco. Escolher algo é como uma loteria. Democracia e loteria! O que se percebe é que há uma sede por  algo como um líder messiânico.  sem trocadilhos com o Jair.

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URGENTE: PGR CONTESTA CANDIDATURA DE LULA

A PGR acaba de apresentar impugnação ao registro da candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral.

O argumento de Raquel Dodge contra a candidatura é apenas o cumprimento da lei: o presidiário não é elegível, uma vez que foi condenado em segunda instância.

#LulaÉPresidiário

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ATENÇÃO leitores

Não posso divulgar campanha política nesse blog. Então criei outro.

Acesse/ clique  no link

https://renatapimenta2018.blogspot.com/?m=1

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Anastasia inicia disputa com vantagem sobre adversários Senador tem 24%, contra 16,9% de Pimentel e 9,1% de Marcio Lacerda

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Anastasia inicia disputa com vantagem sobre adversários Senador tem 24%, contra 16,9% de Pimentel e 9,1% de Marcio Lacerda

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LUTO PMMG

Senhores (as) , boa noite!
É com grande pesar que comunico o falecimento do Cb Rafael Adriano lotado na 60ª Cia ocorrido há poucos minutos.
Detalhes de local e horário do velório e sepultamento serão comunicados oportunamente.
Face a essa triste situação e em demonstração de respeito a solenidade de aniversário do 9° BPM foi adiada para data a ser definida.
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Primeira parcela Tá na conta de alguns. De quem não tiver, vai ter que esperar.

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primeira parcela dos salários dos Servidores Estaduaisfoi antecipada pra hoje, 14/08.

Governo de MG vai depositar nesta terça-feira 1ª parcela do salário dos servidores, diz Pimentel

Informação foi divulgada no começo da noite pelo governador em seus perfis nas redes sociais

Marcelo Ernesto

postado em 14/08/2018 18:42 / atualizado em 14/08/2018 19:26

 

(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

O governador Fernando Pimentel (PT) afirmou no início da noite desta terça-feira que o governo do estado vai antecipar em dois dias o pagamento da primeira parcela do salário dos servidores do estado. O depósito estava previsto para ser disponibilizado na quinta-feira, 16 de agosto. 

Recebi da Secretaria de Estado da Fazenda a notícia de que conseguimos antecipar a primeira parcela dos salários dos Servidores Estaduais pra hoje, 14/08. pic.twitter.com/vrxhd2AXef

%u2014 Fernando Pimentel (@pimentelminas) 14 de agosto de 2018


12:58 - 11/08/2018Pimentel garante pagamento de aposentados, mas diz que parcelamento continua15:32 - 23/07/2018Servidores do estado protestam contra parcelamento de salário em Minas15:39 - 13/07/2018Governo de MG diz que parcelamento só acabará se oposição destravar pauta na Assembleia

“Uma boa notícia para servidores estaduais. Recebi agora da Secretaria da Fazenda a informação de que o fluxo de caixa veio melhor e nós vamos poder antecipar o pagamento da primeira parcela hoje, ao invés do dia 16. Então quero compartilhar com vocês essa excelente notícia. Estamos depositando hoje a noite nas contas dos servidores públicos a primeira parcela do salário”, afirmou em postagem nas redes sociais. Em nota, porém, a Secretaria da FAzenda afirma que so recursos podem ser disponibilizados até está quarta-feira. 

“Os recursos estarão disponíveis na conta dos servidores até esta quarta. A SEF reitera que vem se empenhando em honrar todos os seus compromissos, junto ao funcionalismo, a fornecedores e aos municípios, apesar do cenário de crise financeira que atinge todo o país e em meio a um déficit orçamentário estimado em R$ 8 bilhões”, afirma nota da Fazenda. 

A pasta ainda afirma que o escalonamento do pagamento dos servidores depende e culpa o governo federal por parte desses problemas de caixa. “Tanto o escalonamento dos salários, quanto eventuais atrasos no pagamento, ocorrem em razão de fatores que fogem à atuação da SEF, sobretudo entraves impostos pelo Governo Federal, como bloqueio de contas do Estado e a não destinação de recursos devidos. Os critérios de pagamento e as demais datas estão mantidos, conforme já anunciado”. 

Escalonamento

No início do mês, o governo do estado divulgou a escala de pagamento para este mês. Em nota conjunta, as secretarias da Fazenda e de Planejamento e Gestão informam as datas e os valores a serem depositados, segundo os mesmos critérios adotados em julho.

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A primeira parcela sairia no dia 16, quando seriam depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da saúde (Fhemig). Para os demais servidores, o valor será de até R$ 1,5 mil.O que, segundo a mensagem de Pimentel, ocorrerá ainda hoje. 

A segunda parcela, marcada para o dia 27, segue os mesmos critérios da primeira. Na terceira, no dia 31, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

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Grupo suspeito de tráfico de drogas é apresentado em Patos de Minas

*Grupo suspeito de tráfico de drogas é apresentado em Patos de Minas*

.Oito pessoas, com idades entre, 19 e 47 anos, que foram presas durante uma operação contra o tráfico de drogas, homicídios e outros crimes no Bairro Jardim Aquarius. Um dos integrantes está foragido.
A Polícia Civil de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, apresentou na manhã desta terça-feira (14) oito pessoas, com idades entre, 19 e 47 anos, que foram presas durante uma operação contra o tráfico de drogas, homicídios e outros crimes no Bairro Jardim Aquarius. Um dos integrantes está foragido.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação, que começou em janeiro deste ano, apontou que a organização criminosa agia no bairro e estaria participando de uma disputa territorial pelo controle do tráfico de drogas naquela região, que resultava na violência através de homicídios, tentativas de homicídio, disparos de armas de fogo em vias públicas e outros crimes relacionados.

O delegado Érico Rodovalho, responsável pelo caso, informou ainda que durante as investigações foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisões contra alvos investigados e inclusive alguns deles foragidos da Justiça.

“Estas oito pessoas fazem parte de uma associação voltada para o tráfico, em que cinco deles foram presos no último dia 2, o chefe e mentor do grupo foi preso durante as investigações e outros dois envolvidos foram presos por tráfico de drogas durante as investigações, totalizando as oito pessoas”, disse.
Ainda de acordo com o delegado, eles foram presos pelos crimes tráfico de drogas e associação ao tráfico. E alguns dos envolvidos por homicídio e tentativa de homicídio. Os oito presos foram levados para o presídio Sebastião Satiro em Patos de Minas.

No dia 2 de agosto os policiais conseguiram entrar na casa que servia como ponto de drogas e que era vigiada por um homem de 38 anos. Através de um vão no muro, ele observava a movimentação na rua de policiais, usuários e traficantes rivais.

Um dos supeitos vigiavam a casa em Patos de Minas por um vão no muro  (Foto: Polícia Civil/Divulgação) Um dos supeitos vigiavam a casa em Patos de Minas por um vão no muro  (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Um dos supeitos vigiavam a casa em Patos de Minas por um vão no muro (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

No interior da casa se encontravam outras pessoas, dentre elas, um homem, de 36 anos, que tentou esconder dez pedras de crack e uma pedra maior de cocaína que renderia 15 papelotes em um dos cômodos da residência. Já com um a mulher, de 35 anos, foram localizadas pela polícia cinco pedras de crack em partes íntimas. A dupla foi identificada como responsável pela casa fiscalizada.

Outro homem, de 35 anos e uma mulher, de 47, foram detidos no local porque eram procurados pela Justiça através de mandados de prisão. Os cinco presos em flagrante foram conduzidos para a delegacia.

Outros dois suspeitos, de 19 e 30 anos, foram presos durante as investigações por tráfico de droga. O chefe da organização, de 29 anos, também foi preso durante as investigações. Um dos envolvidos, de 30 anos está foragido.

*MG🇧🇷

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Hoje, a partir das 19h, você acompanha a primeira sabatina no O Voto na Record. O primeiro candidato a participar é Jair Bolsonaro. Não perca!

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PERFIS CRIADOS EM JULHO E COM CARACTERÍSTICAS DE ROBÔS FAZEM DEFESA DE FERNANDO PIMENTEL

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Preso, Lula arrecada mais de meio milhão em vaquinha para campanha

Preso, Lula arrecada mais de meio milhão em vaquinha para campanha https://t.co/dyY0Uc71Rv https://t.co/7VwtIt8Sfe

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Adolescente é apreendido suspeito de tentar vender droga para policiais em Sabará, na Grande BH

Adolescente é apreendido suspeito de tentar vender droga para policiais em Sabará, na Grande BH https://t.co/R0Wgdpvw7u

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Militar desaparecido

Ele está sem dinheiro ou documento. E segundo a família não conhece nada em BH. Peço atenção de todos durante o serviço, qualquer informação do paradeiro dele será muito bem vinda.
Amigos boa noite. Esse é o sgt santos, reformado aqui do 21 batalhão em Ubá. Está enfrentando sérios problemas com alcolismo. Estava internado no hpm aí em BH e saiu sem autorização tomando rumo ignorado.
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Em dinheiro vivo. Não é desconto em folha. Consulte condições. Não é empréstimo. Apenas uma ajuda financeira. Somente para sócios.


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Audiência discute carga horária de PMs e bombeiros militares

Audiência discute carga horária de PMs e bombeiros militares

Comissão de Segurança Pública tem recebido denúncias de irregularidades nas escalas de trabalho de integrantes da tropa.

 

 

A comissão tem acompanhado a questão da jornada de trabalho dos militares - Arquivo ALMG - Foto: Clarissa Barçante

carga horária dos policiais e bombeiros militares do Estado de Minas Gerais será debatida em audiência pública da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na próxima terça-feira (14/8/18), às 10 horas, no Plenarinho IV.

O objetivo da reunião é buscar soluções junto às corporações para se fazer cumprir a Lei Complementar 127, de 2013, que fixa em 40 horas a carga semanal de trabalho dos militares estaduais. A intenção, conforme define em sua justificativa o presidente da comissão e autor do requerimento, deputado Sargento Rodrigues (PTB), “é interromper a contínua prática de ilegalidade pelos comandantes das mais diversas frações localizadas em todo o Estado”.

Segundo o parlamentar, “inúmeras são as mensagens recebidas noticiando que as escalas de trabalho continuam sendo calculadas levando em consideração a quantidade de dias de cada mês".

“Além de descumprir um comando legal e fazer com que os policiais e bombeiros militares estejam sempre em débito, a prática reflete na vida privada dos agentes, impedidos de se programarem para os dias de folgas”, opinou o presidente da comissão.

O assunto já foi pautado para outras audiências, em março e abril deste ano, mas as reuniões não se realizaram pela ausência das autoridades convidadas a esclarecer as denúncias. “É algo grave, pois à medida que os policiais e bombeiros trabalham em uma carga horária excessiva, põem em risco a sua vida, como também a de outras pessoas, pois eles não terão reflexos suficientes para proteger a população devido ao estresse e à sobrecarga de trabalho", diz Sargento Rodrigues.

Em visita realizada à 6ª Companhia do 1° Batalhão da PM, em Belo Horizonte, por exemplo, a comissão ouviu relatos desobrecarga de trabalho dos policiais – a carga horária estaria sendo extrapolada em 16 horas, mensalmente.

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Atenção:                                   O Grupo  Mobilização Independente - UAI de Juiz de Fora convoca todos seus membros e Amigos principalmente as pensionistas  para Manifestação  contra o encerramento das Atividades do IPSM e repasse do patrimônio do NOSSO Instituto  para o Desgoverno Petralha.  O Comando simplesmente esta lavando as mãos e entregando o IPSM de mãos beijadas, para esta petralhada. No  dia 17 de Agosto  de 2018,   horário  a ser confirmado  ,  na IGREJA IBREM  Bairro  SANTA TEREZINHA, Juiz de Fora, onde a "CARAVANA DAS TREVAS" estará presente com objetivo  de enaltecer o FDP , Fernando Damata Pimental e seu candidato  a Deputado Federal responsável  por vender sua tropa.Venha e traga seu apito,  venha defender o que é  seu e de sua família, Amanhã poderá ser tarde demais.  UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS.          Atenciosamente.                     Claudio Corrêa Subtenente Coordenador do Grupo Mobilização Independente- UAI , JUNTOS SOMOS IMBATÍVEIS.

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Dia dos pais no vermelho, ou quase, graças ao Pimentel!!!!!!!!

Dia dos pais no vermelho, ou quase, graças ao Pimentel!!!!!!!!

Esse é um lamento que parece sob medida para nós, Funcionários Públicos. O Estado de Minas da eterna crise, do brilhante futuro que nunca chega, dos impostos sobre impostos, sobre taxas e mais impostos. A realidade é que trabalhamos muito e vemos pouco resultado. Nosso sagrado suor parece ser em vão e a conta no final do mês, não bate. Lá se vai mais um mês no vermelho ou quase.  Como mudar essa situação? Não podemos depender de especulações e regras econômicas. Parece que passamos por uma grande guerra, somos uma terra abençoada, mas governados por uma tralha Demoníaca, sem diálogo que parece uma batalha quase infindável.
O governo Pimentel não se organizou, não priorizou o que é importante, não criou metas e não tentou se superar para cumpri-las. Ainda não teve foco, persistência e perseverança, acreditando que sua força de trabalho e determinação são a força motriz para o equilíbrio financeiro.

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‘Não tem solução mágica para os atrasos de salários’

‘Não tem solução mágica para os atrasos de salários’

Fernando Pimentel diz que vai esclarecer a situação para o eleitor e culpa a crise

PUBLICADO EM 12/08/18 - 03h00

Bernardo Miranda

Após uma pré-campanha discreta, com poucas aparições públicas, o governador Fernando Pimentel (PT) participou neste sábado (11) de um evento aberto ao público. Ele esteve na festa de encerramento do Circuito Gastronômico de Favelas, no bairro Floresta, região Leste de Belo Horizonte. O petista conversou com participantes do evento e, em entrevista à imprensa, disse não temer a discussão sobre o parcelamento de salários na campanha. Ele ainda confirmou que o ex-presidente Lula será um dos trunfos de sua candidatura.

Ao ser questionado sobre o impacto do desgaste do atraso nos salários para sua tentativa de reeleição, Pimentel disse que vai esclarecer a situação para o eleitor e criticou quem apresenta “soluções mágicas” para o problema. “Essa questão, ela vai ser trabalhada como deve ser, falando com as pessoas com franqueza e verdade. Nós vamos ter uma campanha que boa parte dos candidatos, seja por falta de informação, seja por má-fé, vão querer vender soluções mágicas. Não tem solução mágica, nós estamos diante da maior crise econômica e institucional da história do Brasil”, disse o governador.

Pimentel disse que não é possível prever quando se encerrará o parcelamento dos salários e negou que os servidores inativos estejam recebendo um tratamento diferente de quem está na ativa. Ele disse que o fato de os aposentados receberem por último foi por uma decisão aleatória.

Fernando Pimentel também comentou que terá que conciliar os eventos de campanha com sua agenda de governador. “Vai ter que ser assim, no fim de semana, dias de semana à noite, no horário de almoço. Mas essa campanha é muito curta, então terá eventos pequenos, não terá nada de grandioso”, afirmou.

O petista confirmou que o objetivo é registrar o nome da chapa que encabeça como “Lula Livre”. Ele mostrou que fazer a ligação de sua candidatura ao ex-presidente será uma estratégia de campanha. O objetivo é aproveitar o bom desempenho de Lula nas pesquisas para a Presidência. “Minas só tem um candidato que tem o apoio do ex-presidente Lula. E esse candidato é esse aqui que está falando com você”, finalizou Pimentel.

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Pimentel garante pagamento de aposentados, mas diz que parcelamento continua

Pimentel garante pagamento de aposentados, mas diz que parcelamento continua

Candidato à reeleição, o governador compareceu a festival gastronômico e aproveitou para gravar vídeo de campanha

Flávia Ayer11/08/2018 12:58 - Atualizado em 11/08/2018 16:55

O governador Fernando Pimentel visitou a festa de encerramento do Circuito Gastronômico de Favelas. Ele passou pelo local antes do começo do evento - Foto: Jair Amaral/EM/D.A Press

O governador Fernando Pimentel (PT) disse que dará tratamento igualitário aos servidores aposentados nas próximas folhas de pagamento. Ele afirma, entretanto, que o parcelamento de salário não tem data para acabar. “O problema financeiro do estado vai continuar se não se fizer uma reforma da previdência pública”, afirmou.

As declarações foram feita na manhã deste sábado, em visita à festa de encerramento do Circuito Gastronômico de Favelas, na Rua Sapucaí, Bairro Floresta, Região Leste de BH. Embora a agenda fosse de governo, a equipe da campanha registrou roda de conversa entre o governador e as cozinheiras participantes do evento.

Embora estejam submetidos à mesma escala que define o vencimento de funcionários da ativa, servidores inativos têm sofrido com atraso maior. “Claro que tem garantia, e não é só nas próximas, é sempre”, afirmou Pimentel, perguntado sobre uma garantia de tratamento igualitário entre as categorias. 

Ele justificou que o atraso foi em decorrência ao agravamento na crise financeira. “No mês passado, foi decorrente à queda da receita por causa da greve dos caminhoneiros. A receita do estado é um mês depois dos eventos.

Um pequeno pedaço da folha ficou de um mês para o outro”, disse.

O pagamento de julho, referente a junho, por exemplo, só foi quitado na última terça-feira, dia 7. Integrantes do governo admitiram que o pagamento dos aposentados começou com seis dias de atraso. A última das três parcelas de julho deveria ter sido paga no dia 31 de julho.

Segundo as regras, quem é da segurança ou da Fhemig recebe até R$ 3 mil na primeira chamada, mais R$ 3 mil na segunda e o restante na terceira. No caso dos servidores da educação e demais categorias, as duas primeiras parcelas são de R$1,5 mil

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Ladrão tem pênis mordido por cachorro durante tentativa de assalto

Ladrão tem pênis mordido por cachorro durante tentativa de assalto

10/08/2018
Foto: Ilustrativa/ Internet

Um assaltante de 40 anos teve o pênis mordido por um cachorro durante uma tentativa de assalto na manhã desta sexta-feira (10), em Montes Claros. Segundo a Polícia Militar, o criminoso foi mordido em diversas partes do corpo e precisou passar por cirurgia para reparação dos testículos.

Os militares foram acionados ainda no início da manhã por um comerciante que relatou que estava deitado em casa quando escutou barulhos vindos do comércio dele. Ao descer até a marcenaria ele encontrou o ladrão tentando roubar um amplificador de uma caixa de som.

A vítima de 40 anos e o ladrão entraram em luta corporal e o bandido usou uma pedra para ferir o comerciante que sofreu um corte na cabeça. Mesmo desorientado ele conseguiu gritar pelo filho, mas neste momento o cachorro da raça Rottweiler atacou o assaltante.

Ainda segundo a PM, o ladrão foi ferido em diversas partes do corpo, como dorço, braços e pernas, mas o pior ferimento foi na região peniana. O homem precisou ser encaminhado ao Hospital Universitário Clemente de Faria, onde segundo a assessoria do local, passou por uma cirurgia para fechar as feridas da bolsa escrotal e permanece internado.

Já o comerciante foi encaminhado à Santa Casa.

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Auto extermínio de Cabo em Resende Costa pertence ao Btl de São João Del Rei😢

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Atenção pessoal!

Sexta feira dia 10/08, irão sair cerca de 4.500 presos...pelo dias dos pais. Seu retorno esta previsto para dia 15/08 até as 16h...então já sabe...redobrar atenção nesse período e não se esquecer da segurança primária...
Casa, portão, conversas dentro do automóvel com celular.
Paradas para se despedir etc.
👀🙏👀

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INDIGNAÇÃO DE UM CORONEL PMMG REFORMADO.

INDIGNAÇÃO DE UM CORONEL PMMG REFORMADO.
Em 05 de Agosto de 2018
 CEL PM REFORMADO JOSE DORO PEREIRA FILHO
Recentemente, em minhas andanças pelo interior do nosso Estado, estando
em férias escolares (possuo uma filha adolescente de 17 anos), fui á cidade de
Porto Seguro – BA, em veículo particular e percorri a região de Itabira, João
Monlevade, Ipatinga, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Nanuque, só para
citar as mais influentes, em termos de presença de policiais militares.
Durante um café, bem informal, tive o prazer de conhecer um companheiro da
ativa e, de forma chocante, o amigo PM me fez uma narração que é a razão
maior do meu desabafo.
Segundo o mesmo, em recente visita ao 6º BPM, sediado na gloriosa cidade de
Governador Valadares – terra de heroicos e valentes militares, onde
destacamos, com saudosismo, a figura do Lendário Coronel Pedro e outros
grandes e importantes policiais militares, onde, também, tive a subida honra de
servir como aspirante e tenente, nos idos de sessenta e nove e setenta, o
Exmo Sr Comandante Geral fez afirmações do tipo: “ o atraso e parcelamento
dos salários se deve exclusivamente ao pessoal da Reserva, que tem um
efetivo muito grande e oneroso”; e prosseguiu: “ uma Lei Complementar que
mandou para a reserva vários militares com vinte e cinco anos de serviço
complicou , ainda mais, a situação do Estado; Pior, ainda fez um alerta à tropa
sobre a possível queda da paridade.
Exmo Sr Comandante, vamos por partes: Seguindo o modelo federal, aquele
(des) governo, quando queria por em pauta a votação da Previdência, fez
insinuações que o denominado Rombo da Previdência se originava também
dos aposentados.
Era mais fácil e mais cômodo do que assumir a incompetência, a famigerada
corrupção, verdadeiras metástases, que corroem todo o sistema
governamental brasileiro e suas entranhas; a malversação do dinheiro público,
os desvios milionários, os altos salários de classes privilegiadíssimas, em
detrimento da maioria miserável do nosso país, o favorecimento a países
considerados comunistas com construções de portos, metrôs e outros, o
perdão de dívidas bilionárias de grandes empresas e órgãos estatais com a
Previdência e, principalmente o desinteresse pelo bem comum, onde sempre
se privilegiou o interesse do particular sobre o público, causando as maiores
mazelas da economia brasileira atual.

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Vereador acusa comandante da Policia Militar de Minas de fazer campanha para Governador; diz que militar é sem vergonha e traidor da tropa

O vereador Sargento Elton em pronunciamento durante a reunião ordinária da Câmara de Divinópolis, desancou o Comandante da Policia Militar de Minas Gerais, o acusando de estar fazendo campanha eleitoral para o Governador de Minas Fernando Pimentel. “O coronel Helbert Magalhães é outro sem vergonha traidor da tropa e da Policia Militar de Minas, a mais antiga do país, mais antiga até do que o próprio Exército. Ele está fazendo campanha para o desgovernador Fernando Pimentel. Está marcando reuniões na região e obrigando policiais que estão disponíveis, que não estão no serviço na hora, que se apresentem no dia que o bonitão vai vir aqui para fazer propaganda política para o desgovernador Fernando Pilantrel”.

A indignação do vereador, continua dizendo que o Governador matou a segurança do Estado, matou a saúde no Estado, matou a educação. E que só no Instituto de Previdência dos Servidores Militares, roubou R$ 3 milhões, e que do IPSEMG foi a mesma coisa.

“Traidor, safado. Respeite a milícia de Tiradentes, nosso maior mártir. E aí sai dinheiro, os comandantes próximos de cidades da região, vai ter que ter um oficial e mais os praças, com diárias pagas – Se não tem dinheiro para pagar o funcionário público estadual, mas tem dinheiro para fazer campanha. É esse o Brasil. É um absurdo, um disparate, e nós não podemos aceitar coisas erradas. O Brasil, o Estado de Minas, merecemos respeito”, finalizou o indignado.

 

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BOULOS chama BOLSONARO de

- machista
- racista
- homofóbico

Engraçado, BOLSONARO foi o ÚNICO candidato

a se manifestar sobre a policial JULIANE DOS SANTOS DUARTE

- mulher
- negra
- homossexual

Enquanto a Esquerda se calou, pois ela era PM e não do PSOL!

#EstouComBolsonaro

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#eleições2018: Já fez biometria? A Justiça Eleitoral quer que todos tenham feito o processo até o próximo pleito eleitoral 👀👀

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Na surdina, deputados federais querem pegar carona no reajuste do STF e aumentar salários

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Militares da 219 Cia em Corinto, disseram que estão trabalhando totalmente desmotivados com o atual cmt.

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Gostaria de pedir a vocês que gostam de mim, que orem por minha família. Nós aceitamos Jesus e estamos sendo bombardeados pelo inimigo. Não está sendo fácil. Mas vamos vencer em nome de Jesus.

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A imprensa só ataca Bolsonaro e General Mourão . O mesmo vai acontecer nas eleições aqui de Minas. Só vão atacar os que representam perigo. Ninguém chuta cachorro morto.

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Salários dos juízes militares de Minas Gerais

O MG Record veiculou na noite da última segunda-feira, 6/8/2018, uma matéria mostrando que, mesmo com a crise, Minas Gerais paga altíssimos salários aos juízes militares do Estado. Enquanto os servidores públicos recebem de forma parcelada há quase três anos, alguns juízes militares estão recebendo bem acima do teto, que é R$ 33 mil, salário de um Ministro do Supremo Tribunal Federal. Em um único mês, um magistrado militar recebeu R$128 mil, que é quase quatro vezes o valor do teto constitucional.

Segundo a matéria, o Governo pagou R$6,2 milhões para os magistrados militares entre janeiro de 2015 e julho de 2018. Ao todo foram feitos 105 pagamentos acima do limite do funcionalismo público brasileiro.

Em Minas, o Tribunal de Justiça Militar possui apenas sete juízes. Entre eles, o que mais recebeu neste período foi o Corregedor, Jadir Silva, totalizando R$1,4 milhão líquido, sendo 22 salários acima do teto. Em janeiro de 2016, ele recebeu R$128 mil.

Em seguida, aparece o juiz Sócrates Edgar dos Anjos que recebeu R$884.280,97, sendo 17 salários acima de R$33 mil. Em terceiro lugar, aparece Osmar Duarte Marcelino recebendo mais de R$861.374,30, seguido do Presidente do Tribunal, James Ferreira dos Santos, que embolsou R$802.093,34.

Em quinto lugar, aparece Fernando Antônio Nogueira Galvão da Rocha que recebeu R$801.554,22. Em sexto, Rúbio Paulino Coelho que embolsou R$779.813,98 e, fechando a lista, o juiz Fernando José Antônio Ribeiro que recebeu R$710.105,07, sendo 14 vezes o valor do teto. Enquanto um magistrado estadual recebeu, em média, R$49 mil por mês, um juiz militar custa, também em média, R$54 mil. Além disso, eles recebem auxílio-saúde, alimentação e moradia.

O deputado Sargento Rodrigues possui uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº10/2015), que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, e propõe a extinção do Tribunal de Justiça Militar.

Desde a legislatura passada, Sargento Rodrigues denunciou este assunto, várias vezes, da tribuna da ALMG, como também por suas redes sociais devido aos altos salários que recebem e pelo baixo número de processos que julgam.

Veja a matéria completa veiculada no MG RECORD:

https://noticias.r7.com/minas-gerais/mg-record/videos/juizes-militares-recebem-altos-salarios-em-minas-06082018

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Assista ao 1º debate da TV pra presidente. Hoje, 22h, na Band TV e YouTube.

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Petista culpa PSDB por rombo ao usar fundo previdenciário

Petista culpa PSDB por rombo ao usar fundo previdenciário

Governo do PT quer usar ativos e estatais para recompor o caixa do Estado

Governador Fernando Pimentel é candidato à reeleição pelo PT

Secretário de Governo, Odair Cunha, coordena a campanha petista

PUBLICADO EM 09/08/18 - 03h00

Ana Luiza Faria

O deputado federal e coordenador de campanha do governador Fernando Pimentel (PT) à reeleição, Odair Cunha, afirmou nesta quarta-feira (8) que uma das principais razões do problema de caixa do Estado foi a política adotada pela gestão do ex-governador e senador Antonio Anastasia (PSDB) que, segundo ele, utilizou o fundo previdenciário para cumprir com despesas ordinárias do Executivo. “Os tucanos, em vez de capitalizarem o fundo previdenciário, na gestão de Anastasia, acabaram com ele”, afirmou.

Cunha explicou que, hoje, R$ 16 bilhões são retirados anualmente da receita de impostos de Minas para o pagamento dos servidores inativos. “Precisamos enfrentar o problema do financiamento da previdência pública. Não estou falando da reforma do regime geral, mas a do regime próprio”, disse.

Segundo o petista, para reconstruir o fundo, o governo utilizará os ativos do Estado, como o fundo imobiliário e as ações da Codemig, Cemig e Copasa. “Em vez de vender essas empresas, vamos constituir um fundo que tenha condições de arcar com os custos da previdência pública em Minas. É assim que temos de enfrentar esse tema”, declarou.

Para Odair Cunha, uma parceria com o governo federal também é fundamental para a solução do problema. “Queremos que a União admita a dívida que tem com Minas e reconheça o ressarcimento que ela tem que fazer ao Estado, em razão das perdas com a Lei Kandir”, contou.

Para que Minas volte a ter as contas em dia, o deputado afirmou ser preciso que o Brasil volte a crescer, a gerar emprego e distribuir renda. “O problema de caixa do governo tem a ver com o ambiente geral da economia. Não há saída mágica. Minas não é uma ilha, e os municípios não se constituem em uma ilha. Ou nós temos um ambiente geral positivo de crescimento e desenvolvimento econômico ou continuaremos a ter problemas”, finalizou.

Comissão. Na manhã desta quarta-feira, o governador se reuniu com diversos sindicatos para anunciar a criação de um comitê composto por representantes dos servidores, que irão acompanhar, regularmente, os dados fiscais do Estado. “Não estamos transferindo responsabilidade. Essa é uma responsabilidade do governo, mas será compartilhada com os sindicatos”, afirmou o secretário de Planejamento, Helvécio Magalhães. 

O titular da pasta, porém, afirmou que não é possível garantir ao servidor o fim do escalonamento e dos atrasos nos pagamentos. “Só não houve a garantia porque não podemos dá-la. Isso não depende de vontade, depende de fluxo, e estamos utilizando o recurso corrente, o que entra no caixa a cada dia de pagamento de impostos, para pagar as folhas nas datas. Estamos falando de R$ 2,4 bilhões a cada mês da folha de ativos e inativos. Os atrasos são em decorrência de contingências não programadas. Portanto, não tem como garantir o que não está no manejo do governo do Estado”, declarou Magalhães. 

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