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ALMG abandona impeachment Processo aberto contra o governador de Minas Gerais deixou de ser prioridade para deputados

ALMG abandona impeachment

Processo aberto contra o governador de Minas Gerais deixou de ser prioridade para deputados

PUBLICADO EM 16/07/18 - 03h00

Bruno Menezes

Há pouco mais de dois meses suspenso na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o processo de impeachment do governador Fernando Pimentel (PT) parece não ser mais uma arma para desgastar a imagem do chefe do Executivo mineiro durante o pleito deste ano, em que o petista tentará a reeleição. A descrença dos deputados oposicionistas no avanço do trâmite é a principal razão para isso.

Interlocutores da oposição já começam a dizer que a saída de Pimentel, neste momento, poderia resultar em um discurso semelhante ao visto pelos apoiadores do PT no impedimento da ex-presidente da República Dilma Rousseff, em 2016. “Isso vai acabar em pizza”, afirma o segundo secretário da Mesa Diretora da ALMG, deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT). “Se tirar o governador agora, vão falar que é golpe. O impeachment de Pimentel virá da população, nas urnas”, completou.

A suspensão do trâmite se deve a duas questões de ordem apresentadas por deputados petistas, que ainda não foram respondidas pelo presidente da Casa, o deputado estadual Adalclever Lopes (MDB). Não há limite de tempo regimental para que elas sejam respondidas.

O deputado de oposição Sargento Rodrigues (PTB) acredita que o cenário não favorece o avanço do impedimento de Pimentel. “O impeachment do governador tem tudo para avançar do ponto de vista formal e material. Ele foi baseado em fatos concretos. Mas, infelizmente, há uma questão política. O governador deixou de pagar tantos outros compromissos e priorizou emendas parlamentares a políticos da base de governo para que seu processo de impeachment não ganhasse força na Assembleia”, pontuou Rodrigues.

Página Virada. Uma das questões de ordem que ainda precisam ser analisadas é de autoria do primeiro secretário da ALMG, deputado Rogério Correia (PT). Em sua objeção apresentada em 2 de maio, o político questiona a falta de fundamentação para se aceitar a denúncia. Para ele, a cassação do governador é pagina virada. “Já estamos próximos das eleições de outubro. Então, não há o que se falar de impeachment do governador, há de se respeitar o processo democrático. O governador é candidato à reeleição. É preciso parar com essa história de impeachment e deixar que o povo decida seu destino por meio do processo democrático”, afirmou.

A outra questão de ordem pendente é de autoria do deputado estadual petista André Quintão. A manifestação do político foi apresentada em 8 de maio e é baseada no conteúdo da denúncia. Segundo ele, o pagamento de recursos à ALMG e ao Tribunal de Justiça de minas Gerais (TJMG), chamado de “duodécimo”, já foi regularizado. “Acho que o presidente Adalclever Lopes está conduzindo com a serenidade necessária. A minha questão de ordem vai no conteúdo, cita alguns atrasos que já foram regularizados, portanto o processo perde o objeto”, declarou Quintão.

Ineditismo

Andamento. A ALMG não tem familiaridade com o rito de impeachment. Um único pedido foi acolhido contra o ex-governador Newton Cardoso (1987-1991). Mesmo assim, foi arquivado.

 

Autor de pedido quer celeridade

Apesar da descrença no avanço do impeachment que toma conta dos bastidores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o autor da denúncia, o advogado Mariel Marra, que em abril ficou surpreso com a rapidez com que a denúncia foi aceita pela Mesa Diretora da Casa, agora pede celeridade no processo.

Segundo ele, há rumores de que deputados da oposição ainda queiram que Fernando Pimentel enfrente o rito do impedimento durante as eleições deste ano. “Tenho acompanhado e conversado com deputados da oposição. A ideia ainda é que o processo ocorra junto com as eleições. Esse não é meu desejo, mas temos que saber lidar com o ambiente político”, disse. 

Para Mariel Marra, uma tramitação mais rápida do impedimento é necessária. “Meu desejo é que isso se encerrasse o quanto antes. O governador tem recursos, mas gasta com publicidade para falar que no governo está tudo bem. Da minha parte, quanto mais cedo ele sair, melhor”, afirmou.

Governo. Na época em que a denúncia foi aceita, o governo de Minas emitiu uma nota afirmando que “viu com estranheza a aceitação do pedido de impeachment, inconsistente e sem sustentação jurídica”, mas reconheceu esta como uma prerrogativa dos parlamentares mineiros, “que saberão analisar o caso com a prudência necessária, respeitando rito e regras próprios estabelecidos pelo regimento interno da Assembleia”, disse a nota.

No documento, o Executivo também defendeu que “dadas as graves crises financeira e político-institucional por que passa o país e a proximidade das eleições, não é momento para aventuras políticas que coloquem em risco a estabilidade conquistada em Minas Gerais”. Em maio, em entrevista à rádio Itatiaia, Pimentel afirmou que “o correto na democracia é esperar o momento das eleições e, aí sim, debater os modelos de governo”.

Como será o rito

Sequência. Caso alguma questão de ordem seja acatada pela Mesa Diretora, o pedido de impeachment pode ser arquivado. Do contrário, o rito segue normalmente. Apesar de suspenso, o trâmite do impedimento já foi definido em reunião no plenário.

Colegiado. O próximo passo seria a leitura da denúncia em plenário. A partir daí, os líderes dos blocos partidários teriam cinco dias úteis para indicar membros para compor a comissão especial que analisaria a denúncia. Com a comissão formada por meio da eleição dos indicados, os trabalhos de análise seguiriam. 

Final. Sendo notificado, Pimentel tem até dez reuniões para se defender. Seja qual for o teor do parecer, o caso vai a votação no plenário, e, se houver votos suficientes para abrir o processo, ele é afastado e o vice assume. O petista pode ser julgado por uma comissão de deputados e desembargadores do TJMG.

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Lei da mordaça assinada pelo CG

COMANDO-GERAL
Ofício Circular n.º 10.237.2/2018 – GCG
Belo Horizonte, 16 de julho de 2018.
Assunto: Reflexões sobre a livre manifestação do pensamento por integrantes da Polícia
Militar de Minas Gerais.
O direito à livre manifestação do pensamento, nos termos do art. 5º, IV, da
Constituição da República, é assegurado a todos os cidadãos brasileiros. Não se trata de
uma garantia absoluta, pois além de ser vedado o anonimato, o inciso V do mesmo artigo
assegura o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano
material, moral ou à imagem. Entende-se, pois, que a livre manifestação, por qualquer meio
físico ou virtual, está constitucionalmente assegurada aos militares ativos e inativos, e
sempre considerada legítima quando, a maneira de exercê-la, não exceder parâmetros que
culminem em ilegalidade.
Importante, entretanto frisar que, na seara criminal comum e militar, o direito à livre
manifestação do pensamento não afasta a responsabilização por eventuais práticas de
crimes tipificados na legislação penal, não se admitindo, pois, a prática de condutas
delituosas a pretexto do exercício da liberdade de expressão, e nessa linha já decidiu o
Supremo Tribunal Federal (HC- 82.424-RS, rel. Min. Moreira Alves, DJ 19.03.2004).
Ocorre que se tem observado que policiais militares ativos, da reserva ou reformados,
sob o pretexto de estarem exercendo a livre manifestação do pensamento, frise-se assegurada
constitucionalmente, têm proferido críticas relacionadas a atos da Administração, ora por
intermédio de ações físicas concretas, ora por meio de imagens, de vídeos, de áudios, de
comentários ou de textos veiculados nas mídias sociais (WhatsApp, Twitter, Instagram,
Facebook etc), incorrendo em excessos que se amoldam em condutas passíveis de
responsabilização administrativa, cível e criminal.
Oportuno salientar que mesmo ao policial militar inativo, que tem o direito de opinar
livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou
relativo à matéria pertinente ao interesse público, conforme estabelece a Lei Complementar
Estadual n. 58/2000, independentemente das medidas administrativas, quando cabíveis,
como até mesmo a submissão a Processo Administrativo Disciplinar (PAD), aplica-se as normas da legislação penal e os limites estabelecidos na lei civil, visando reparar os danos
morais causados pelo abuso no exercício do direito de manifestação.
Nesse aspecto, a existência e preservação de direitos e de prerrogativas específicas
dos militares estaduais, que une ativos e inativos em um pacto de gerações, tais como
paridade de vencimentos, a integralidade quanto ao percebimento do último salário na ativa,
a licença para o porte de armas, dentre outros, pressupõe a manutenção do seu “status de
militar” que impõe além desses direitos, também obrigações e sujeições próprias que os
diferenciam de outros servidores civis e demais funcionários públicos.
Portanto, ao utilizar qualquer meio físico ou as redes sociais para manifestar e
exercer seu livre direito de pensamento, o policial militar deve estar ciente de suas
responsabilidades e das consequências dos atos que extrapolem os limites legais dispostos
na legislação vigente.
Isto posto, recomendo aos Comandantes, Diretores e Chefes instruir, esclarecer e
orientar todo o efetivo sob seu comando acerca do conteúdo deste documento, ressaltando
que aos militares estaduais, no exercício do direito constitucional à livre manifestação do
pensamento, devem observar os limites impostos pelo ordenamento jurídico comum e
castrense.
(a) HELBERT FIGUEIRÓ DE LOURDES, CORONEL PM

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Acidente com militar


Para vosso conhecimento ocorreu acidente rodoviário na  Br 251, serra de Fco Sa. envolvendo o militar nr 163.025-0, Sgt PM Rafael Pedro Santana, pertencente ao Pel de Mato Verde. Primeiras informações dão conta que o militar juntamente com a sua genitora encontrava-se em um veiculo Doblo e envolveu em acidente com mais dois caminhões, sendo um deles um caminhão de gás, a mae do militar faleceu no local, já o militar sofreu queimaduras, tendo comprometido as vias aéreas e já se encontra no hospital de Fco Sa sendo avaliado.  Foi acionado a aeronave que esta deslocando de Francisco Sá para Montes Claros. Foi contactado o o Nais, o medico Cap Daniel já foi cientificado e fara contato com o Hps de Fco Sa.

Respeitosamente;
Sub Ten Cardoso
Coord.

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Cabo leva pedrada na cabeça. Ele teve traumatismo craniano, com afundamento de crânio. O militar foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, onde segue internado sem previsão de alta.

Gangues declaram guerra, trio é preso e PM leva pedrada em Vespasiano

Cabo foi atingido por populares que se revoltaram com prisões e apreensão de suspeitos

PUBLICADO EM 16/07/18 - 06h16

Carolina Caetano

Uma confusão generalizada tomou conta do bairro Sélvia, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte, na noite desse domingo (15), durante uma operação da Polícia Militar, que acabou com dois homens presos e um adolescente apreendido. O trio se preparava para entrar em confronto com integrantes de uma gangue rival. 

De acordo com o boletim de ocorrência da corporação, militares receberam a informação que criminosos da rua debaixo do aglomerado do Bodé estariam fortemente armados e subiriam para brigar com homens da gangue do Lalá. 

Durante a abordagem, policiais foram recebidos a tiros, revidaram e conseguiram apreender um adolescente de 17 anos e prender um jovem de 19 e um outro de 20 anos, que seria um dos gerentes do tráfico na área. 

Enquanto era registrado o boletim policial, familiares dos suspeitos e outros moradores tentaram regastar os jovens da viatura e começaram a jogar pedras contra os militares.

Um cabo foi atingido na cabeça. Ele teve traumatismo craniano, com afundamento de crânio. O militar foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, onde segue internado sem previsão de alta. Nenhum dos vândalos foi preso.

Já o trio, que estava com armas e drogas, foi encaminhado à Delegacia de Plantão de Vespasiano.

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Deputados chegam ao fim do semestre sem votar nenhum projeto na ALMG

Deputados chegam ao fim do semestre sem votar nenhum projeto na ALMG

Os parlamentares só apreciaram até agora, em plenário, seis vetos e agora correm para limpar a pauta e entrar de férias

JCJuliana Cipriani

postado em 15/07/2018 06:00 / atualizado em 15/07/2018 10:30

 

Plenário vazio na Assembleia Legislativa de Minas: impasse entre o governo do estado e parlamentares da oposição impede votações(foto: TÚLIO SANTOS/EM/D.A. PRESS)

Os 77 deputados estaduais mineiros tentam, a partir desta segunda-feira (16), limpar a pauta de propostas para entrar de férias, depois de passar um semestre inteiro sem votar nenhum projeto de lei no plenário da Assembleia. No meio do fogo cruzado, governo e oposição se apontam como culpados por uma paralisia que pode ser percebida pelos números. 

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Em um período em que manter o Legislativo funcionando custou aos cofres públicos mais de R$ 500 mil, os parlamentares só deliberaram sobre seis vetos do governador Fernando Pimentel (PT) a textos aprovados em 2017. E isso ocorreu nos únicos três dias de trabalho que resultaram em votações.

Levantamento feito pelo Estado de Minas mostra que os deputados votaram os vetos em 26 e 29 de maio e 13 de junho. De fevereiro, quando retornaram do recesso, até a última quinta-feira, foram 69 reuniões, das quais 59  encerradas por falta de quórum  e três foram canceladas. Em outras quatro não houve o número de 26 deputados estaduais presentes e, por isso, não foi possível nem sequer abrir a sessão.

O que não faltou no plenário, que transmite as sessões ao vivo pela TV Assembleia, foram debates calorosos e acusações entre aliados de Pimentel e a oposição. O clima piorou em abril, quando o presidente da Casa, Adalclever Lopes (MDB), rompeu com o petista e pôs em tramitação um pedido de impeachment do ex-aliado. 

A briga ocorreu porque o PT escolheu a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) para concorrer ao Senado, vaga que Lopes esperava disputar. Mas após recursos dos aliados de Pimentel, o processo de impeachment está tão parado quanto as votações de plenário.

Estão sem análise projetos como o que autoriza a cisão da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), permitindo a securitização de dívidas estaduais com autorização de empréstimo para pagar precatórios e os de outros poderes, como os que criam novos benefícios para servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e do Ministério Público e créditos adicionais.

Amanhã, os parlamentares pretendem votar os 12 vetos de Pimentel que sobraram, ainda trancando a pauta, e uma proposta de emenda à Constituição (PEC 49) que obriga o estado a pagar o piso estadual da educação, que já consta em outra lei estadual desde 2015. A ideia é analisar os demais projetos e a indicação do líder do governo Durval Ângelo (PT) para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado na terça-feira.

Governo culpa oposição

 

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Durval culpa a oposição pela falta de votações. “Nunca vi um período tão grande assim da Assembleia sem votar. É por causa da radicalização do PSDB na oposição, coisa que no PT nunca fizemos. Votamos empréstimos para Aécio e Anastasia e nenhum dos nossos projetos tem voto favorável deles”, afirmou. Sobre o fato de o governo ter maioria para aprovar as matérias, Durval disse que o regimento da Casa só permite que se vote com acordo. “E isso sim é culpa do PT, que sempre brigou para manter isso, só que tivemos bom senso”, disse.

Durval afirma ainda que, além da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o governo precisa aprovar os projetos dos precatórios, da Codemig e da securitização. “Esses projetos dariam de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões ao estado, o que permitiria acabar com o déficit e com o parcelamento de salários, os municípios seriam pagos e daria um ano de estabilidade orçamentária”, alegou. O petista diz acreditar que o bom senso vá prevalecer e que a oposição votará as matérias.

Oposição culpa governo

O líder da minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB), nega que a Assembleia esteja sem trabalhar. “As comissões funcionaram aqui e no interior, eu estava lá trabalhando, o que não aconteceu foi votação porque usamos o instrumento da obstrução para deixar de aprovar projetos que seriam péssimos para o estado”, afirma, se referindo à Codemig e à securitização. Sobre este último, Valadares argumenta que nem se a Casa aprovasse o texto a operação poderia ocorrer, porque não foi aprovada pelo Congresso. O tucano diz que ainda não houve acordo e que as partes tentam chegar a uma pauta mínima para fechar o semestre.

Valadares rebate o líder de Pimentel ao dizer que o governo teve três anos e meio para cuidar das finanças e “piorou as contas, mesmo com aumentos de impostos, sequestro de depósitos judiciais e o projeto dos fundos imobiliários”. Também nega que o problema seja eleitoral. “Até os últimos 45 dias nem tínhamos pré-candidato. No fim do semestre, os ânimos tendem a ficar mais acirrados, mas o que vivemos este semestre é fruto da incompetência do governador. Já jogaram a culpa nos inativos, na crise do país e agora querem jogar na oposição”, disse.

Quanto custam os deputados

Pelo regimento, as votações ordinárias de plenário ocorrem toda terça, quarta e quinta-feira. Os deputados participam ainda das comissões e exercem a função de fiscalizar o Executivo. Para isso recebem R$ 25.322,25 de salário, com direito a mais R$ 4.377,73 de auxílio-moradia, R$ 27 mil de verba indenizatória e têm disponíveis mais R$ 105.203 para contratação de até 23 servidores em cada gabinete. Com tudo isso, o custo de cada parlamentar pode chegar a R$ 161.902,98 por mês e cerca de R$ 2 milhões por ano.

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Às vezes, penso o que jorra da cloaca dos políticos mineiros.

Às vezes, penso o que jorra da cloaca dos políticos mineiros.

O odor fétido que de lá exala, contamina a todos os políticos indistintamente. Atira a todos em uma mesma vala.

Naturalmente, em todas as cestas existem os tomates bons e os podres. Só por isto, a generalização já torna-se injusta, infame, implacável.

Os bons e maus têm que ser citados pela razão mesma que existem. No caso em tela, os maus são ampla maioria, é fato. Que se exaltem as mazelas, mas, que se façam as ressalvas.

Vivemos em um Estado  onde a esperteza é celebrada e o jeitinho brasileiro é a moeda corrente mais valorizada.
No governo Pimentel se
favorece a promiscuidade dos interesses; no financiamento privado de campanha que propicia o abuso do poder econômico e o  “toma lá, dá cá” em benefício das empresas financiadoras dos candidatos; em que o governador devolve esse apoio mediante “concessões de cargos” ou “recompensas financeiras”.

Enquanto o funcionalismo público, segurança pública, saúde, educação e outros dão a vida pelo o bem estar da população mineira, outros se atiram na vala podre onde se situam os criminosos comuns".

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Pimentel diz que PT pode considerar apoio a Ciro

Pimentel diz que PT pode considerar apoio a Ciro

Brasil 15 de julho de 2018

O governador de Minas, Fernando Pimentel, deu uma entrevista à Folha e disse, entre outras coisas, que acredita que o PT pode apoiar a candidatura de Ciro Gomes.

“Se ele [Ciro] vai ter ou não o apoio do PT, a discussão não chegou nesse momento ainda. Lá na frente, se isso tiver posto, tenho certeza que o nome dele pode ser considerado.”

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Atentado a Militar

Quando na data do dia 24/06/2017, o CB PM Leonardo de Sousa, lotado na cidade de Santa Rita de Jacutinga, Destacamento pertencente ao 27BPM, ao sair do turno de serviço, deslocou até a residência de sua namorada, quando por volta da 23:00h, o mesmo ouviu um barulho de vidro quebrado, seguido de um outro semelhante a uma explosão. Quando as pessoas que se encontravam na casa avisaram ao militar que o seu veículo particular estava pegando fogo. Com o tirocínio em alta, o mesmo impediu que os familiares saíssem pra rua temendo ser um ataque coordenado para roubar os estabelecimentos bancários da cidade. O Cb Sousa passou a realizar contato telefônico com os militares do Destacamento, com os militares de reformados que moram no município e também com o Pelotão em Rio Preto alertando o mesmo do fato e pedindo cutela nas ações. Após a chegada da viatura da guarnição próximo a rua onde o Militar se encontrava, o mesmo desceu pra tentar combater as chamas, fato esse que contou com o apoio de vários civis que prontamente trouxeram extintores de incêndio para auxiliar o militar, contudo foi impossível conter as chamas, que consumiram totalmente o veículo do militar. Após algumas conversas foi levantado a informação de dois indivíduos estiveram no local onde quebraram o vidro traseiro do veículo jogando no interior um galão com produto inflamável e ateando fogo em seguida fugindo em uma motocicleta. A PMMG juntamente com a Polícia Civil abriu uma linha de investigação para apurar e chegar aos autores. O Cb PM Sousa chegou na cidade de Santa Rita de Jacutinga após a conclusão no curso de Soldado trabalhando desde então na cidade. São aproximadamente 10 anos de serviços prestados ao município sempre bem visto e querido. Foi feito o registo no REDS 2018-027837414-001.
PEDIMOS A FAMÍLIA PMMG UMA PEQUENA CONTRIBUIÇÃO (R$ 1,00) PARA O CB SOUSA ADQUIRIR UM NOVO VEÍCULO, QUEIMADO POR ATO CRIMINAL. FATO ESTE NÃO PESSOAL E SIM PELA SUA PROFISSÃO, DEFENDER COMUNIDADE.
Banco do Brasil
AG: 3205-0
CC: 29.733-X
CPF: 095.346.457-10
Leonardo de Sousa

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RESTITUIÇÃO do IR e irá RECEBER no 2 LOTE

Aqui, para quem tem RESTITUIÇÃO do IR e irá RECEBER no 2 LOTE previsto para o dia 16/07-ssg e for CLIENTE do BB, os valores já estão disponíveis a partir de hoje ok! Não sei informar quanto aos outros bancos e creio que o BB deve cobrar alguma taxa, lógico, de antecipação, entretanto, para quem às vezes precisa utilizar esse dinheiro para alguma fim, fica a dica.

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Policiais feridos em serviço enfrentam depressão e sequelas após serem aposentados por invalidez

Policiais feridos em serviço enfrentam depressão e sequelas após serem aposentados por invalidez

Júlia Dias CarneiroDa BBC News Brasil no Rio de Janeiro

10 julho 2018

Image captionO soldado Rodrigo Vaz ficou cego, perdeu o olfato e o paladar depois de sobreviver a um tiro na têmpora dado por bandidos / Imagem: Acervo pessoal

"Viram a minha farda no banco de trás do carro e gritaram: 'É polícia! Perdeu!' Atiraram na minha cabeça à queima-roupa", conta o policial Rodrigo Vaz, aposentado precocemente por invalidez permanente. Foi baleado por bandidos quando voltava do trabalho para casa. "Só lembro de acordar no hospital com a minha mãe segurando o meu braço."

Reformado após apenas três anos de serviço, o ex-soldado ficou cego, perdeu o olfato, o paladar e desenvolveu graves problemas motores depois de sobreviver, "por milagre", a um tiro na têmpora direita em novembro de 2013.

Vaz cresceu cercado de policiais que moravam em seu condomínio, na zona oeste do Rio. Adulto, resolveu seguir os passos dos heróis de sua infância.

Aos 34 anos, ele agora sofre de depressão e gasta toda a pensão da aposentadoria com remédios - para dormir, para a cicatrização do cérebro e para controlar as convulsões.

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"Como policial, eu me sentia feliz por poder combater o crime e proteger direitos e deveres da sociedade. Eu me sentia útil", lembra.

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"Hoje, eu só choro. Estou vivo ainda, mas a minha vida foi desmantelada", diz. "Eu não posso ver as pessoas na rua, o rosto da minha mãe, dos meus sobrinhos. Sou fanático por cinema, mas não posso ver um filme."

'Legião de mutilados'

Em meio à ampla comoção gerada pelas mortes de policiais no Rio - só neste ano, já foram mais de 60 vítimas fatais - há um grande contingente de policiais feridos que conseguem sobreviver e são frequentemente esquecidos pela sociedade.

Em 2017, de acordo com os cálculos da Comissão da Análise da Vitimização Policial, 163 PMs foram mortos em serviço ou de folga no Rio.

Já o número de feridos chegou a 784, o maior desde 2003. Somando os dados dos últimos cinco anos, 3.342 policiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) sofreram ferimentos - alguns tiveram lesões mais leves e puderam voltar ao serviço, enquanto outros ficaram com danos permanentes, caso de Vaz.

"Você tem uma legião de mutilados, paraplégicos, tetraplégicos, pessoas sem uma parte da cabeça, que de repente se veem de cama, dependendo de sondas, fraldas, cadeiras higiênicas", diz o coronel Fábio Cajueiro, presidente da Comissão da Análise da Vitimização Policial e à frente da Diretoria de Assistência Social da PMERJ.

A comissão acompanha as baixas na corporação há 24 anos e diagnostica "décadas de abandono". Em quase um quarto de século, foram 3.397 policiais mortos e 15.236 feridos, nos cálculos da comissão, que contabiliza todos os casos de mortes ou ferimentos não naturais, sejam em confrontos ou acidentes de trânsito.

"São pessoas no calor da juventude. Pela idade média, a maioria de mortos e feridos na PM são pessoas que teriam ainda 20 anos de serviço pela frente", afirma. "Imagina o custo que isso representa na folha de pagamento do Estado no longo prazo", diz o coronel.

Nos cálculos da comissão, as baixas que a polícia sofreu nos últimos 24 anos custaram R$ 2,32 bilhões aos cofres públicos - isso sem contabilizar gastos com próteses, medicamentos, fisioterapia, injeções e internação hospitalar, entre outros.

"É um custo que o Estado e a PM estão tendo e que poderia ser evitado com investimentos em prevenção. Em uma estrutura melhor para a polícia, em leis mais duras para coibir a impunidade. E, obviamente, em investimentos sociais", afirma. "Estamos empilhando corpos e mentes perturbadas. Isso é muito grave."

Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionArmas apreendidas de bandidos pelas Forças Armadas no Rio de Janeiro, dispostas no asfalto para serem destruídas, em junho de 2018

'Em segundo plano'

Rodrigo Vaz era lotado na UPP dos morros do Adeus e da Baiana, no Complexo do Alemão. Como policial, diz, foi um "combatente". Hoje, só consegue ir sozinho da sala para o quarto e do quarto para a sala. Passou a ser quase totalmente dependente de sua mãe, Regina Vaz, que largou o trabalho para cuidar dele.

"O Estado não se importa nem um pouco", diz Regina. "Quando me entregaram ele na saída do hospital, eu pensei que continuariam por perto me ajudando. Levou uns seis meses para cair a ficha que eu estava sozinha com ele em casa. Ninguém ia me procurar", conta ela.

Os amigos buscam animar Vaz e fazê-lo sair de casa. "Mas ir para a rua me magoa mais. Fico triste de ouvir o barulho das pessoas e não poder ver", lamenta o ex-soldado. "Se eu pudesse voltar a enxergar, eu seria o homem mais feliz do mundo."

Abandono dos feridos

A situação de Vaz ecoa outros casos como o dele. De acordo com o policial reformado André Rios, policiais aposentados por invalidez sofrem com a escassez de recursos, com falta de assistência e com entraves legais e burocráticos para ter acesso a benefícios.

"Ficamos em segundo plano", diz Rios, que ficou paraplégico após ser atingido por quatro tiros em 2003, depois que bandidos fecharam seu carro para um assalto e o identificaram como policial.

"Para cada um que morre, uns seis policiais ficam gravemente feridos. O impacto é enorme, e o gasto que a administração pública tem com isso é astronômico", diz ele, que virou um forte defensor dos direitos de policiais feridos e está prestes a se formar em Direito.

De acordo com a PMERJ, os policiais são vítimas do mesmo cenário de violência que os demais cidadãos fluminenses - com o agravante de que, quando um agente de segurança é identificado como tal, o criminoso busca eliminá-lo.

Em nota, a corporação afirma que uma das ações principais para reduzir os danos aos policiais é trabalhar para ampliar o policiamento ostensivo de uma maneira geral e, assim, "dar mais segurança aos cidadãos e aos policiais".

Entre as ações tomadas neste sentido, a Polícia Militar cita a aquisição de novas viaturas, o retorno do Regime Adicional de Serviço (uma espécie de hora extra oficial) e treinamentos específicos voltados para reduzir comportamentos que podem colocar policiais em risco - como, por exemplo, um curso voltado para treinar o porte velado de armas durante horários de folga. "Além disso, todos os policiais militares de unidades da Região Metropolitana estão autorizados a utilizar seus coletes balísticos em dias de folga", diz a nota da PMERJ.

Image captionO policial Raphael Cabral teve a perna amputada ao ser atingido por uma granada em contronto com traficantes / Imagem: Acervo pessoal

Décimo ferido da equipe em um ano

Raphael Cabral foi contemporâneo de Rodrigo Vaz no curso de formação policial, trocando o terno e gravata que usava para vender colchões em uma loja pela farda azul da PM. "Eu ganhava bem, mas não ia conseguir fazer aquilo a vida inteira. Achei que na polícia eu poderia fazer diferença para a sociedade."

Assim como Vaz, Cabral acabou trabalhando em uma UPP, a da Vila Cruzeiro. E, assim como o amigo, também saiu precocemente, após ter a perna esquerda amputada. Em janeiro do ano passado, foi atingido por uma granada em confronto com traficantes na favela, e só sobreviveu porque sua equipe o socorreu e estancou o sangramento com um torniquete mesmo sob intensa troca de tiros. Sobrou "só um palmo de perna", conta ele.

"Em menos de um ano, eu fui o décimo da equipe (de 23 pessoas) a ser ferido. Tinha tiroteio pelo menos três vezes por dia", diz Cabral, que à época tinha 28 anos. Ele completou seus seis anos de polícia no hospital.

"Foram 25 dias internado, cinco cirurgias, três paradas cardíacas, doze bolsas de sangue e quatro colônias de bactéria", enumera.

Cabral foi pentacampeão carioca de taekwondo e ensinou a luta para mais de 200 crianças na primeira UPP em que foi lotado, no Morro do São João, na zona norte do Rio. "Naquela época, ainda tomávamos café com os moradores e dávamos aulas em projetos sociais", lembra ele. "O meu melhor chute era a perna esquerda". A perna foi substituída por uma prótese.

"Eu já tinha aceitado que morreria em breve. Sabia que mais cedo ou mais tarde uma daquelas munições ia me acertar. Por eu estar conformado, perder uma perna não foi nada para mim", diz.

Auxílio-invalidez seletivo

Cabral teve uma boa notícia nesta semana: foi, enfim, publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro a autorização de seu auxílio-invalidez, um pagamento mensal de R$ 3 mil.

Ele diz que o auxílio vai lhe dar "uma vida mais digna", mas está longe de compensar a perda de um membro "nessa guerra que ninguém ganha", diz.

Já Rodrigo Vaz ainda não obteve o mesmo benefício e está lutando na Justiça.

O motivo é que Cabral é um caso de amputação, enquanto Vaz levou um tiro na cabeça. A lei 6.764 garante o auxílio por invalidez em casos de paraplegia, tetraplegia ou amputações, mas não para outros tipos de ferimento.

"A lei é mal feita", diz o coronel Cajueiro. "Se você for ferido em combate e perder um dos membros, ou se tornar cadeirante, recebe o auxílio. Mas se ficar com um buraco na cabeça, tiver convulsões, precisar substituir parte da calota cranial com próteses caríssimas, não recebe", critica.

Em 2014, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio adicionou um parágrafo à lei que, em tese, estende o benefício a outros casos de invalidez física ou mental permanente. Mas a Procuradoria-Geral do Estado questionou a constitucionalidade da mudança, que está suspensa até que tribunais superiores deliberem a respeito.

Image captionDa esquerda para a direita: Raphael Cabral, André Rios e Roberto Santa Rosa / Imagem: Acervo pessoal

'S.O.S. Veteranos'

Diante da solidão que se impõe aos inativos por invalidez, muitos buscam apoio em redes sociais ou grupos de WhatsApp - como o "S.O.S. Veteranos", que tem quase 80 ex-policiais afastados permanentemente. São cegos, amputados, lesionados na cabeça, tetraplégicos e paraplégicos, diz André Rios.

"As interações são importantes porque as pessoas ficam muito sozinhas", diz. "No início, ficam totalmente perdidas. Não sabem como proceder. Estão entrando em um mundo novo. Quem é solteiro acha que nunca mais vai arrumar mulher, quem é casado teme pelo futuro do relacionamento. Mas quando veem os outros casos, entendem que há vida após o ferimento. Veem que dá para encarar."

Rios, Cabral e Vaz não perderam o orgulho da profissão, mas mudaram, cada um à sua maneira, seu olhar sobre a atividade policial no Rio.

"É uma guerra muito injusta. A polícia não tem subsídios, não tem material humano nem bélico para viver essa guerra. Estamos em guerra, mas ninguém assume", diz Rios.

Vaz sente mágoa em relação a um Estado que "não dá condições para a polícia trabalhar" e "não dá subsistência" quando policiais ficam em estado como o dele. Aos mais jovens, aconselharia não entrar para a polícia. "A sociedade é hipócrita, não merece os policiais que tem. São homens guerreiros que dão sua vida para ela. As pessoas não os reconhecem."

Já Cabral diz ter desistido do Brasil. Depois de ter a perna amputada, passou por três outras situações de "quase-morte" - incluindo a fuga de um arrastão na avenida Brasil, e disparos contra seu carro ao entrar em uma favela por engano seguindo indicações do GPS. Agora, faz planos de sair do Brasil com a família. Para ele, ficar é estar "na fila da morte".

"O meu filho de 4 anos repete diariamente que quer ser policial. Apesar de eu ser apaixonado pela PM, não o incentivo. Ele pode ser policial em outro país", diz Cabral. "Essa sociedade não merece o trabalho do policial. Não sabe o preço que nós pagamos."

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Governo de MG diz que parcelamento só acabará se oposição destravar pauta na Assembleia


  

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Governo de MG diz que parcelamento só acabará se oposição destravar pauta na Assembleia

Depósito de até R$ 3 mil da primeira parcela foi feito para servidores da segurança e da saúde e de R$1.500 para os demais

MEMarcelo Ernesto

postado em 13/07/2018 15:39 / atualizado em 13/07/2018 15:52

 

(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press.)

O governo de Minas informou nesta sexta-feira que o retorno do pagamento em dia dos servidores do estado depende da boa vontade dos deputados destravarem a pauta de votações da Assembleia. 

06:00 - 27/06/2018Líder do governo na ALMG faz apelo aos deputados para ajudar no déficit fiscal12:23 - 05/07/2018Parcelamento de salário vai até o fim do governo Pimentel e atrasos devem continuar11:41 - 11/07/2018Oposição chama secretários para explicar parcelamento na ALMG

A afirmação foi feita em nota da Secretaria de Estado da Fazenda para anunciar que os valores referentes à primeira parcela do salário foram pagos hoje, conforme estava definido. O depósito de até R$ 3 mil foi feito hoje para servidores da segurança e da saúde e de R$1.500 para os demais.

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“Para que os servidores do Executivo Estadual recebam os salários de forma integral e no quinto dia útil, é necessário, primeiro, a desobstrução da pauta na ALMG por parte dos deputados do bloco de oposição e a aprovação dos projetos de lei que tratam da Codemig, da securitização e dos precatórios”, afirma a pasta. 

Projetos como a proposta de securitização das dívidas, que permite que o governo receba antes parte da dívida de empresas com a administração estadual, e a venda de 49% das ações da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) sã encarados pelo governo como possibilidades de permitir suspiro e amenizar a falta de dinheiro em caixa. 

Desde o início do ano, os parlamentares não votaram qualquer proposta e existem 12 vetos do Executivo travando a pauta, porque não são analisados pelo plenário. “Somente assim, com as propostas devidamente aprovadas pelos deputados estaduais e sancionadas pelo governador, será possível pôr fim ao parcelamento”, alega a Fazenda. 

Apesar da alegação da Secretaria da Fazenda, na semana passada o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, afirmou que o parcelamento deve durar até o final no ano. Segundo ele, a possibilidade de nos próximos o escalonamento ser revisto não existe mais. Poderia, mas não tem mais a mínima possibilidade”, afirmou o secretário ao Estado de Minas. 

O secretário disse ainda que o governo do estado, para pagar os salários deste mês, está refazendo contas e admitiu que o fluxo financeiro tem piorado. No entanto, ele também apontou a não aprovação dos projetos na Assembleia como agravante para a situação.

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PEL. TÁTICO MÓVEL*         *17ª CIA PM IND

╔═════ ೋ🦅🦅ೋ═════╗
  *PEL. TÁTICO    MÓVEL*
        *17ª CIA PM IND*
╚═════ ೋ🦅 🦅ೋ═════
🚨 *EQUIPE ALPHA*
🚨 *EQUIPE CHARLIE*
🚨 *GPMOR*

*TRÁFICO DE DROGAS*

2018-030790563-001

*LOCAL:*
Marques de Caravelas, 101

🦅  *TM ALPHA-20456*
Sgt Abrante
Sd Fontes
Sd Domiciano

🦅  *TM CHARLIE-17154*
Cb Talles
Sd Bonfim

🦅 *GEPMOR ALPHA*
Cb Walker
Sd Danillo
Sd Lorran

🚔 *PPA 02*
Sgt Torres
Sd Tamara
Sd Bencurpet

*Síntese do fato:*

Usando o tirocínio policial e a perspicácia, durante patrulhamento os militares do Guarnição Tático Móvel, equipe ALPHA, visualizaram um indivíduo que estava de garupa em uma motocicleta. Ao abordarem, os militares sentiram um cheiro muito forte típico de maconha e ao procederem busca no interior da mochila do abordado fora encontrado 5 barras prensadas de uma substância análoga a maconha, totalizando aproximadamente 5 kilos.
Segundo o autor, ele adquiriu a droga na cidade de Belo Horizonte e estaria naquele momento realizando a distribuição do entorpecente.
Os militares do Gutm ALPHA, juntamente com as equipes CHARLIE do tático móvel e GPMOR realizaram uma busca no interior do imóvel do autor, sendo que fora localizado mais 1 barra da mesma substância apreendida e uma balança.
Durante verificação, o autor informou que adquiriu no total de 10 kg do narcótico e que parte dele estaria na posse de mais outros 3 indivíduo.
Realizando então as diligências complementares, os militares do Pelotão Tático localizou 2 destes 3 indivíduos, e conseguiu apreender mais 2 barras e 2 porções  da mesma substância.
O outro indivíduo não foi possivel localizar. 
De acordo com informações, haveria uma 5° pessoa que realizava o trabalho de segurança da droga, questionada esta confirmou sua participação,  bem como nos informou que em frente a sua residência  haveria um pé da planta cannabis, plantada por um dos autores conduzidos.

*MATERIAIS*
🍁 aprox. 8,100 kg de maconha
🌱 1 pé de Cannabis
📱 3 telefones celulares
⚖1 Balança
  
🐀 2 presos e 2 apreendidos

🦅 *ÁQUILA ET VIGIL ERECTUS*🦅

*HURRA!!!* 🦅

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Lavagem de dinheiro: uma comida para os porcos políticos corruptos.

Lavagem de dinheiro: uma comida para os porcos políticos corruptos.

A classe política deste rincão mineiro está  submergido na fossa cética e a cada dia que passa se afunda mais. Os  deputados e o Governador Pimentel eleitos pelo povo para representa-lo transformaram a assembléia legislativa  e o palácio do governo em balcões de negócio. A avalanche criminosa volumada pelos políticos mineiros eleitos e os indicados mais os afilhados envolvidos e comprometidos no mundo do crime, ninguém de sã consciência confia em político, o cidadão que constrói este Estado, compostos pelo trabalhador e chefe de família se sentem enojados, enojados  simplesmente por vê-los se desculpando das tramoias que geraram, roubaram demais da conta, limparam os cofres, arrasaram o nosso Estado  vitimando a classe mais necessitada desta nossa querida Minas,  transformando a ordem da bandeira para a desordem  brasileira e progresso em recesso. 

    Esses marginais fantasiados de políticos e afilhados políticos deveriam ser expulsos dos seus cargos já como medidas protetoras das instituições e da nação.

    São tantos ladrões empossados no governo, a máfia política domina o Estado, com parcelamentos de salários,  mesmo parcelado,  às vezes, em mais de 3 vezes,  tomaram de  assalto o  Instituto de previdência militar em mais de 3 bilhões de Reais, um termômetro do sucateamento da segurança pública são os equipamentos caríssimos, exigências na porta do fórum pra você entrar, você é quase escoltado  pra andar lá dentro em busca dos seus direitos, passa um sentimento que  todos que procuram o fórum é um bandido em potencial, a saúde pela hora da morte, a educação tratada como um filho bastardo, a coisa está  largada, desenfreada do jeitinho que os corruptos gostam.

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Parabéns! 13 de Julho dia do Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária.

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Pimentel: 'Tenho orgulho de me colocar pré-candidato ao governo de Minas'

Pimentel: 'Tenho orgulho de me colocar pré-candidato ao governo de Minas'

O petista usou o Instagram para dizer que pretende ser reeleito para continuar trabalhando pelos mineiros

JCJuliana Cipriani

postado em 13/07/2018 08:55 / atualizado em 13/07/2018 09:36

 

Pimentel disse depender do fim da crise para 'avançar mais'(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press)

O governador Fernando Pimentel (PT) aderiu a uma nova ferramenta para responder perguntas dos seguidores no Instagram e, pela primeira vez nas redes sociais, se colocou como pré-candidato à reeleição. “Tenho muito orgulho de me colocar como pré-candidato ao governo de Minas Gerais para continuar trabalhando pelos mineiros”, disse, ao compartilhar uma pergunta sobre sua intenção de concorrer.

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12:17 - 06/07/2018Pimentel diz que vai divulgar escala mas não garante pagar servidor na data12:52 - 03/07/2018Pimentel culpa folha de inativos por déficit no estado11:21 - 29/06/2018Pimentel lista 'cinco razões' para doarem para sua campanha

O petista também respondeu questionamentos sobre a saúde, educação, o ajuste fiscal e sua postura em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta última, respondeu com as hashtags Lula Livre e “Juntos faremos história”. 

As respostas de Pimentel, como as dos demais usuários, ficam disponíveis 24 horas(foto: Reprodução)

Pela ferramenta não é possível ver quem fez a pergunta. O usuário escolhe se compartilha ou não a resposta, que fica no ar por 24 horas nos 'stories'. Até a manhã desta sexta-feira, o espaço para fazer perguntas ainda estava disponível na página dele.

Pimentel divulgou uma em que o questionaram suas ações e o fato de “o pessoal da educação tá (furioso)”. Pimentel disse ter feito muito pelo setor. 

“Nomeamos 50 mil servidores, desbloqueamos progressões de carreiras e concedemos aumento aos professores”, respondeu. O petista disse ser preciso mudar o cenário de crise nacional para ‘avançarmos mais’. Pimentel disse ainda  que valorizou a categoria como nunca havia sido feito e que continuará com o objetivo de fortalecer cada vez mais a relação com ela.

Pimentel disse não ter feito o ajuste fiscal em Minas porque ele “previa cortar direitos” e vender patrimônio”. “O que nós fizemos foi manter os serviços do estado funcionando para gerar um ambiente para atração de recursos e empregos”.

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Questionado sobre meta de campanha para continuar no governo de Minas, o governador disse que irá construir um programa de governo coletivo. “Mas posso antecipar que terá como fundamento não vender nosso patrimônio, não cortar os direitos dos servidores e continuar diversificando a economia do estado”. 

Nas últimas semanas, Pimentel intensificou a divulgação das ações de governo nas redes sociais. O petista vem exaltando programas e resultados de sua gestão, além de fazer transmissões de trechos de eventos.

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Eleições 2018 - manipulação da tropa

Eleições 2018

Tem uma turminha ai juntando para fazer campanha contra mim. Eu acho uma bobagem. E vejo que eu realmente incomodo. Eu não quero nada de ninguém,  Não estou disputando nada, não to falando mal, estou na Minha, falo que se não votar em mim pra votar no Rodrigues, mesmo tendo certeza que será reeleito. Se não for eleita a vida continua. Se for eleita com certeza vou fazer a diferença. Quem me conhece, mesmo não gostando de mim, sabe que não recuo e compro briga seja lá com quem for. Vamos fazer uma eleição limpa. Eu sei quem são os líderes dos ataques. É já era de se esperar. Bobagem. Deixa que as pessoas escolham em quem votar. Sem baixaria. Se tá fazendo isso para eu não ser eleita, os meus votos não vão para vocês. Vamos relaxar. Que vocês virem homens. Façam campanhas honestas. Parem de manipular tropa. Ta tão  feio.

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Primeira parcela está na conta

Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;

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A partir de hoje, O Hospital Vera Cruz, volta a atender pelo IPSM.

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Governo de Minas garante que primeira parcela dos salários dos servidores será paga sexta

Governo de Minas garante que primeira parcela dos salários dos servidores será paga sexta

Por Redação, 12/07/2018 às 14:31 
atualizado em: 12/07/2018 às 15:14

TEXTO: 

+ -

Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

O governo de Minas afirmou nesta quinta-feira que o pagamento da primeira parcela dos salários dos servidores públicos estaduais será feito nesta sexta (13), data previamente agendada.

Detalhes do pagamento de julho:

- 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira);

- 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira);

- 3ª parcela: 31/7 (terça-feira).

Os critérios adotados serão os seguintes:

- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da segurança pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;

- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;

- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

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Justiça manda fechar plantão de delegacia no Vale do Aço Falta de estrutura e de funcionários inviabilizaria funcionamento;

https://www.otempo.com.br/cidades/justi%C3%A7a-manda-fechar-plant%C3%A3o-de-delegacia-no-vale-do-a%C3%A7o-1.1999468

Justiça manda fechar plantão de delegacia no Vale do Aço
Falta de estrutura e de funcionários inviabilizaria funcionamento; segundo Ministério Público, divisórias de salas são de MDF e espécie de gesso

PUBLICADO EM 12/07/18 - 07h36
Ailton do Vale

Uma sala de aula de 20 m² e com uma barra de ferro chumbada à parede: é nesse local improvisado que os presos de cinco cidades – homens e mulheres, inclusive menores apreendidos – ficam enquanto as ocorrências são conduzidas na delegacia de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço. Na barra de ferro, os detidos ficam algemados e dividem o espaço com as vítimas e testemunhas. A completa falta de estrutura levou a Justiça a determinar o fechamento da unidade durante os plantões de fim de semana.

A decisão do juiz da Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Coronel Fabriciano, Mauro Lucas da Silva, ocorreu após o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizar ação civil pública. A Justiça também determinou multa de R$ 1.000 por dia de descumprimento. O órgão informou que as divisórias entre as demais salas da unidade são feitas de MDF e drywall (espécie de parede de gesso) e são frágeis.

Segundo o promotor de Defesa dos Direitos Humanos e Controle Externo da Atividade Policial, Francisco Ângelo Silva Assis, a ação questiona o funcionamento da unidade no regime de plantão, que começou no último dia 26 de maio, após determinação do chefe da Polícia Civil em Minas, João Octacílio Silva Neto.

Até então, a unidade só funcionava de segunda a sexta-feira, e, segundo o promotor, a estrutura é suficiente para atender os presos da cidade. Contudo, no plantão, a delegacia se torna responsável por todas as ocorrências também dos municípios de Timóteo, Marliéria, Jaguaraçu e Antônio Dias, dobrando o contingente populacional atendido pela delegacia. Ao mesmo tempo, no plantão, apenas um delegado fica responsável pela unidade, enquanto seriam necessários pelo menos dois.

“Não é possível tratar a segurança pública de forma improvisada como essa”, diz o promotor. “Essa delegacia foi construída em 2016 em um imóvel locado, onde funcionava uma escola. Ela não tem estrutura para funcionar em regime de plantão, com escala reduzida de funcionários e maior demanda de atendimentos. Essa decisão da Justiça veio na hora certa”, afirma um funcionário da unidade, que pediu anonimato.

Na decisão, o juiz também determina que a Polícia Civil providencie uma estrutura adequada para o funcionamento da delegacia em dias úteis.

Mudança. O objetivo da Polícia Civil ao criar o plantão em Fabriciano foi desafogar o grande número de atendimentos na delegacia de plantão de Ipatinga, também no Vale do Aço, nos fins de semana.

Problemas. Até água já faltou na delegacia de Coronel Fabriciano. O problema só teria sido resolvido há 15 dias. “O delegado pediu ajuda a um vizinho do imóvel, que instalou um poço artesiano para as pessoas terem o que beber”, diz um funcionário.

Silêncio. A reportagem procurou o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol-MG), que não se manifestou.

Horário limitado e equipe insuficiente são entraves

Outro problema do plantão na delegacia de Coronel Fabriciano é que a unidade funciona nos fins de semana apenas das 19h de sábado às 7h de domingo e das 19h de domingo às 7h de segunda-feira (quando começa o expediente normal). Durante o dia, no sábado e no domingo, a unidade fecha.

De acordo com um funcionário da delegacia, o pequeno número de profissionais impede que as ocorrências sejam encerradas durante o plantão. “Para atender todos os casos com celeridade, precisamos de pelo menos quatro equipes, cada uma com um delegado, três investigadores, um perito, um médico-legista e um escrivão”, conta.

Procurada nessa quarta-feira (11), a Polícia Civil informou que não foi notificada e que, por isso, não iria se manifestar.

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Concurso Agente Penitenciário 3451 vagas

O governo estadual informou que têm planos para resolver estas questões. Segundo a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, o concurso público para a contratação de agentes penitenciários foi autorizado e deverá ser realizado ainda neste ano.

Os aprovados vão preencher um quadro de reservas com 3.451 vagas.

Fonte G1

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Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;

A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) informa o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual:

- 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira);

- 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira);

- 3ª parcela: 31/7 (terça-feira).

Os critérios adotados serão os seguintes:

- A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) informa o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual:

- 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira);

- 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira);

- 3ª parcela: 31/7 (terça-feira).

Os critérios adotados serão os seguintes:

- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;

- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;

- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

A SEF informa também que a terceira parcela, que estava pendente para os servidores inativos que recebem acima de R$ 6 mil, foi depositada no início da tarde desta sexta-feira (06/07). depositados até R$ 1.500;

- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;

- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

A SEF informa também que a terceira parcela, que estava pendente para os servidores inativos que recebem acima de R$ 6 mil, foi depositada no início da tarde desta sexta-feira (06/07).
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Meu cunhado é 2° Sgt.consultou 2x no PA do hpm, sábado e domingo. A médica disse que ele tava com alergia de amoxilina.Mandou ele pra casa.Ele passou na UPA/SUS e foi internado.

Ele foi mordido por um cachorro. Tá todo inchado. Corpo impolado. Passaram amoxilina pra ele é anti alérgico. Não tiveram o trabalho de fazer um exame de sangue. Ele ta ta o inchado. Q nem as juntas dele dobram. Já no sus fizeram todos os exames. Demora a sair os resultados. No HPM seria no mesmo dia. Eu entrei em contato com o sub diretor do hpm contei pra ele a nossa decepção.

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PIMENTEL ACUADO

PIMENTEL ACUADO

Pimentel está chegando à campanha em posição defensiva, visivelmente acuado pelos muitos adversários. A menos de três meses das eleições, seu governo enfrenta momento crítico, alvo de ataque e desgaste constante pelo atraso nos salários de servidores e repasses aos prefeitos. Ele não consegue aprovar mais nada na ALMG após perder o apoio do presidente da casa, Adalclever Lopes, hoje seu inimigo. Não conta com colaboração do TCE, outra casa de desafetos. Sem essas instituições, o governo não tem como articular medidas de alívio financeiro. Até aqui a oposição tem sido exitosa em sua tática de jogar a crise no estado sobre Pimentel enquanto fecha as possíveis saídas do governo. A ordem unida na oposição é sangrar o governador do PT até a sua morte nas urnas.

TODAS AS CULPAS

A ofensiva anti-Pimentel vem numa escalada. Ontem, galgou novo degrau com o presidente da AMM, Julvan Lacerda, responsabilizando o governo estadual também por futuros atrasos de salários nas prefeituras mineiras. Julvan previu que os municípios vão ter dificuldades para pagar o pessoal a partir de agosto. E já antecipou a reação dos prefeitos da AMM, botando a culpa no governo estadual que não repassa dinheiro aos municípios.

FACILIDADE E RISCO

Está sendo relativamente fácil para a oposição a ofensiva anti-Pimentel. O governador parece cada vez mais isolado politicamente, com a reeleição dependendo em medida crescente do apoio de Lula e Dilma para preservar ao menos o eleitorado do PT. Mas ainda é cedo para a oposição cantar vitória; todo ataque tem os seus riscos. Se nenhum oposicionista apresentar propostas críveis (ora desconhecidas) para resolver o problema do caixa estadual, a ofensiva anti-Pimentel pode acabar servindo para inflar índices de nulos e abstenções em vez de render votos aos candidatos da oposição. A questão é matemática: quanto maior o volume de não-votos, maior será o peso proporcional as urnas dos petistas que ficarão com Pimentel até o fim.

TRINCA DE PAUS

Anastasia escolheu três homens para a coordenação de sua campanha. O deputado Marcos Montes (PSD) vai coordenar a área política, ocupando posição que praticamente o confirma como candidato a vice-governador. O delegado Alexandre Silveira, suplente de Anastasia e também do PSD, cuidará das atividades operacionais. E o economista Luís Antônio Athayde, ex-secretário de governos tucanos, comandará o programa de governo.

Marcelo Freitas e Tadeu de Moura, presidente da ADPF Minas.

UNIDOS DA PEC

Delegados da Polícia Federal em Minas deflagraram uma campanha pela aprovação da PEC 412, que confere ampla autonomia ao órgão. O ato inicial foi o lançamento de uma revista dedicada à causa durante evento na Confraria do Fogão a Lenha, em BH, na última segunda-feira. Tadeu de Moura (veja foto), presidente da regional da ADPF, associação nacional da categoria, puxa o bloco mineiro pela PEC.

PRÓS E CONTRAS

A autonomia de gestão tem amplo apoio interno na PF, mas desperta muita polêmica fora da corporação. Tanto que a PEC agarrou no Congresso. O argumento de que uma polícia sem intervenções e nomeações políticas terá mais independência para fazer seu trabalho e combater a corrupção atrai muitas simpatias para a causa dos delegados. O ponto polêmico é a gestão orçamentária: no caso do MP e do judiciário, a maior autonomia contribuiu para uma farra salarial sem limites, com as corporações engordando os próprios holerites com aumentos e novos benefícios.

ISCA DO EMPREGO

Um jovem foi até uma agência de empregos na região metropolitana de BH e recebeu de atendentes a indicação de um curso de Excel, que custa R$ 1 mil, para aumentar as chances de conseguir uma vaga. A agência oferece empregos na fachada para vender serviços no balcão.

DOMINANDO

A direita deu uma nova surra na esquerda em interações na internet, desta vez na repercussão sobre o solta-prende Lula no domingo. Segundo uma plataforma de monitoramento das redes sociais gerida por pessoal da USP, curtidas, compartilhamentos e comentários sobre o assunto das páginas de direita no Facebook somaram 6,6 milhões e as de esquerda, 4,3 milhões.

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O CTRC - Centro de tratamento renal crônico localizado em Juiz de Fora. não irá atender mais os pacientes pq o Pilantrel não repassa o desconto do IPSEMG a mais de seis meses.

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Se você já se cadastrou, basta confirmar através do número : 31 993262745 - Whatsapp. Conto com seu apoio. Estamos juntos Renata Pimenta.


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CHOQUE

*💣💥BPCHQ EM AÇÃO💥💣*
                     
   💣2° CIA 4° PEL CHOQUE💣

*⚡TRAFICO ILICITO DE DROGAS⚡*
        
         💣 *VULCANO 4.3* 💣
               Sgt Alvimar
               Sd De Paula
               Sd Lorrana
               Sd  Gouveia

Guarnição de Vulcano 4.3 comandada pelo Sgt Alvimar, em patrulhamento pelo Bairro Sao Marcos, foram abordados por transeuntes, relatando que na Praça localizada na Rua do Lago, havia um intenso trafico de drogas.
De posse das informaçoes, a guarnição deslocou para o local, onde avistou um indivíduo com as características citadas, onde foi feito a abordagem  no individuo que logo após foi identificado, se tratando de um menor e com ele foi encontrado os materiais descritos abaixo:

MATERIAIS APREENDIDOS:

💣💥 22 BUCHAS DE MACONHA

💣💥 04 PINOS DE COCAÍNA

💣💥 01 PORÇÃO PRENSADA DE MACONHA

💣💥 R$ 37,00 EM DINHEIRO

Autor:
V. M. M. N.

REDS 2018-030436333-001

        *💣💥"CHOQUE*💥💣

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TJ bloqueia operação financeira que viabilizaria R$ 2 bilhões ao governo de Minas

TJ bloqueia operação financeira que viabilizaria R$ 2 bilhões ao governo de Minas

Decisão tem caráter temporário e Advocacia-Geral do Estado já informou que vai recorrer

FAFlávia Ayer

postado em 11/07/2018 20:07 / atualizado em 11/07/2018 21:23

 

(foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais concedeu liminar que suspende a operação financeira que viabilizaria R$ 2 bilhões ao governo de Minas. A decisão, de caráter temporário, do desembargador Wilson Benevides, bloqueia a venda de debêntures emitidas pela MGI à Codemig, por meio de empréstimo no mercado financeiro. A Advocacia-Geral do Estado vai recorrer contra a liminar. 

 

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O desembargador concordou com o entendimento do deputado Gustavo Valadares (PSDB), autor do pedido. Para o parlamentar, o estado estaria recorrendo a uma triangulação para contrair empréstimo. Ele defende que o procedimento, além de vedado no fim do mandato, também precisaria passar pelo aval do Legislativo. O mecanismo estaria sendo usado para burlar a legislação.

 

“Assim sendo, como bem pontuou o autor da ação popular, há risco da operação aqui arquitetada ter sido constituída, em verdade, para burlar a Constituição Federal e a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal)”, escreveu na decisão. O magistrado também indicou que a sua continuidade do procedimento “poderá colocar em xeque o patrimônio das empresas estatais, as quais, ao que parece, estão sendo 'sacrificadas' pelo ente que as instituiu para solucionar a carência de recursos da Administração Direta”.

 

Na sessão plenária de ontem, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputados discutiram a operação financeira. De acordo com o líder de governo, Durval Ângelo (PT), o governador Fernando Pimentel autorizou emenda que torna de aplicação exclusiva em educação, segurança e saúde os recursos da operação da Codemig. A proposta havia partido do deputado da oposição, Gustavo Corrêa (DEM).

 

Em nota, o deputado Gustavo Valadares (PSDB) disse que "a decisão liminar do Tribunal de Justiça reconhece que a operação envolvendo a MGI e a Codemig para captar R$ 2 bilhões é fraudulenta. No agravo de instrumento apresentamos a ata da reunião da Codemig, uma prova incontestável de toda a manobra.

Segundo o próprio desembargador Wilson Benevides, e usando suas palavras, está muito claro que se trata de uma operação casada, arquitetada previamente pelo governo para travestir uma operação indireta de crédito". 

 

O assunto tem sido alvo de uma batalha jurídica e também foi parar no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Em 18 de junho, o governo de Minas havia conseguido decisão favorável a um mandato de segurança impretado pelo estado autorizando a operação.

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Oposição chama secretários para explicar parcelamento dos salários dos servidores de Minas


  

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Oposição chama secretários para explicar parcelamento na ALMG

Um requerimento convidado os titulares de três pastas foi aprovado na Comissão de Educação da Casa

JCJuliana Cipriani

postado em 11/07/2018 11:41 / atualizado em 11/07/2018 12:02

 

O parcelamento dos salários ocorre desde fevereiro de 2016(foto: Alexandre Guzanshe / EM / D.A Press)

Os deputados de oposição ao governador Fernando Pimentel (PT) na Assembleia tentam mais uma vez levar secretários de estado do petista ao Legislativo para explicar o parcelamento dos salários dos servidores públicos. Um novo requerimento neste sentido foi aprovado pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Casa.

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12:23 - 05/07/2018Parcelamento de salário vai até o fim do governo Pimentel e atrasos devem continuar18:07 - 19/06/2018Governo de MG deposita metade do valor do parcelamento previsto para esta terça-feira19:01 - 06/07/2018Estado divulga escala de julho e vai pagar mais para Segurança e Saúde

A deputada Ione Pinheiro (DEM) tentou aprovar uma convocação, que obrigaria os titulares das pastas de Educação, Fazenda e Planejamento e Gestão a comparecer, mas conseguiu viabilizar nessa terça-feira (10) somente um convite. 

“Na hora da votação perdi, mas queremos que os secretários venham explicar essa situação que é uma falta de respeito”, disse. A intenção é que eles falem sobre os atrasos, que se tornaram recorrentes nos últimos meses, e devem continuar ocorrendo conforme previsão dos próprios integrantes do Executivo.

A parlamentar disse que o estado está devendo recursos do transporte escolar aos municípios, o que, segundo ela, vai inviabilizar a educação. Ione Pinheiro disse, ainda, que o estado estaria contratando serviços de capacitação para professores sem licitação. 

O líder do governo, deputado Durval Ângelo (PT), disse que os secretários não vão comparecer e reforçou que o parcelamento se deve a dificuldades financeiras. “É palanque eleitoral da oposição”, definiu. "Herdamos um quadro caótico dos governos tucanos. Quando a situação apresentava melhoras, há 2 anos, veio o golpe dos derrotados nas urnas no Brasil. A situação do país piorou e agora eles não querem votar os projetos que ajudariam na governabilidade. É só votar que a situação de Minas melhora", disse.

Escala com valores reduzidos

O parcelamento dos salários ocorre desde fevereiro de 2016. A escala de julho anunciada pelo governo de Minas Trouxe uma redução no valor das parcelas da maior parte dos servidores. Até então, as duas primeiras partes eram de R$ 3 mil cada. A partir deste mês, somente os servidores da Segurança Pública e da Fhemig receberão este valor e, para os demais, que inclui os da educação, serão R$ 1,5 mil. 

Confira a escala de julho:

A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) informa o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual:

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- 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira);
 
- 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira);
 
- 3ª parcela: 31/7 (terça-feira).
 
Os critérios adotados serão os seguintes:
 
- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;
 
- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;
 
- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.

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Mais um CPF cancelado

🔺 *"Tentativa de Assalto"*

Uma tentativa de assalto agora a pouco em uma padaria no bairro Amazonas em Itabira resultou em um bandido morto e outro baleado.

De acordo com as primeiras informações dois bandidos chegaram no local para assaltar e depararam com um Policial a paisano.

Ao perceber a intenção dos meliantes o Policial sacou da arma e atingiu os dois bandidos.

Um teve morte imediata no local e o outro fugiu mas foi preso instantes depois com um tiro no pé.

Ocorrência em Andamento.

*ASSISTA AO VIVO NESTE LINK:*

https://www.facebook.com/heitorbraganca/

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Assédio moral nos quartéis

Companheiro,  bom dia!!!

Lava Jato??? Claro que *SIM!!!*

_*Eu* apoio qualquer combate ao mal!!!_

Mas, vejo que precisamos nos  concentrar também no combate ao *_ASSÉDIO MORAL_* dentro do militarismo!!!

Este terror ardiloso e covarde tem que tomar na cara... A maioria das pessoas que passam em *"provas de bolinhas"* e se tornam mais antigos *ACHA* que tem o direito de desrespeitar o mais moderno,  ou seja,  os mais antigos se tornam *_lixos escrotos!!_*
Verdadeiros *desgraçados* inúteis dos infernos!!! Se tornam vergonha p/ os filhos,  pais e p/ qualquer pessoa do bem!!!

Este tipo de *escória nojenta em putrefação* tem que ser combatida urgente!!! Pois causa um mal que pode ser irreparável a toda a sociedade!!!

São verdadeiros *MARGINAIS* travestidos,  infiltrados nos quartéis prontos p/ servir qualquer demônio que aparecer!!! 

Precisamos *LAVAR A JATO* estes pilantras da face desta Terra!!!

Ass:  Sgt Silvio.

💪🏻🇧🇷

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Bolsonaro perde Magno Malta

Bolsonaro perde Magno Malta

Jair Bolsonaro perdeu seu vice-presidente.

Magno Malta, segundo O Globo, anunciou nesta quarta-feira que vai tentar se reeleger ao Senado.

A reportagem diz que Magno Malta “não deu detalhes sobre o motivo de não aceitar o convite” do candidato do PSL.

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Convidado para estar presente em um encontro realizado pelo 56º Batalhão da Polícia Militar / Itajubá, onde iria ser tratado a situação crítica do Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais – IPSM

INDIGNAÇÃO!

Convidado para estar presente em um encontro realizado pelo 56º Batalhão da Polícia Militar / Itajubá, onde iria ser tratado a situação crítica do Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais – IPSM, fiquei indignado com a maneira que os POLICIAS MILITARES DA RESERVA E PENSIONISTAS foram tratados. Simplesmente não nos deixaram participar com os policias da ativa, alegando inclusive que desconheciam que havíamos sido convidados para estar no evento. Lembro, que cada policial da reserva tem sua história construída dentro da PMMG, em nossa cidade e infelizmente estamos sendo esquecidos por nosso comando e o pior, estão tentando nos calar e nos enfraquecer na luta do que sempre foi nosso e que fará falta para os companheiros da ativa futuramente também.
Só para que todos entendam, o governo estadual, desviou R$ 3 bilhões do IPSM, valor que está levando ao caos o atendimento à saúde dos segurados e seus familiares, com cortes de atendimentos por todo o Estado, suspensão de convênios, falta de profissionais, de medicamentos, etc.
A luta continuará e pode ter certeza que não iremos nos calar. Queremos pessoas justas e transparentes no comando que pelo menos sintam-se sensibilizados com a atual situação, que estamos passando, que possa pelo menos ouvir nossas necessidades e o mais importante esquecer vaidades, status e interesses pessoais, colocando-os na frente dos  servidores que com muita garra e luta protegem a sociedade.

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A candidatura de Dilma ao Senado por Minas Gerais será impugnada. Ela não poderia, uma vez cassada, manter seus direitos políticos.

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Valadares agora já faz parte do seleto grupo de cidades de Minas Gerais a ter uma base de aviação própria

http://www.valadares.mg.gov.br/detalhe-da-materia/info/base-aerea-da-policia-militar-comeca-a-operar-em-valadares/85253

Após muito diálogo, articulações e adequações, em um dos hangares do Aeroporto Coronel Altino Machado, Valadares agora já faz parte do seleto grupo de cidades de Minas Gerais a ter uma base de aviação própria. Até o momento, apenas Belo Horizonte, Uberlândia, Montes Claros e Juiz de Fora contavam com a estrutura. A instalação da 5ª Base Regional de Aviação do Estado (5ª BRAVE), bem como a assunção do comandante da 5ª BRAVE, major PM Carlos Eduardo Justino Martins, acontecerá em agosto, mas a aeronave Pegasus já começou a operar na cidade esta semana.
Saiba Mais:https://bit.ly/2m9VqAW

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Hospital Nossa Senhora das Graças, maior e mais estruturado hospital da região de Sete Lagoas, suspendeu atendimentos pelo IPSM e IPSEMG

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Cabo Júlio agradece 'acolhida' de bombeiros na prisão

Cabo Júlio agradece 'acolhida' de bombeiros na prisão

O deputado estadual ocupa sala especial no 3º Batalhão e trabalha na Assembleia de Minas durante o dia

JCJuliana Cipriani

postado em 10/07/2018 13:01 / atualizado em 10/07/2018 17:15

 

O deputado divulgou o vídeo para 'a tropa' em seu blog pessoal(foto: Reprodução blog )

Preso desde o dia 8 de junho em uma sala especial do Corpo de Bombeiros em Belo Horizonte, o deputado estadual Cabo Júlio (MDB) rompeu o silêncio nesta terça-feira (10) e agradeceu pela “acolhida” na instituição militar. O parlamentar falou pela primeira vez – depois de se entregar para cumprir a pena pela condenação na Máfia dos Sanguessugas – em um vídeo “à tropa”divulgado em sua página pessoal. 

13:15 - 04/07/2018Cabo Júlio renuncia à vaga na comissão de segurança da ALMG09:57 - 13/06/2018'Tive vontade de me matar', diz Cabo Júlio sobre prisão06:00 - 05/07/2018Filho do deputado Cabo Júlio faz pré-campanha com a ajuda do pai preso

Cabo Júlio disse que algumas pessoas pensaram que a prisão seria seu fim, mas que que ela é um recomeço. Ele agradeceu aos bombeiros e ao comando da corporação que o tem sob custódia pelo "carinho e misericórdia e ajuda". “Obrigado ao Comando do Corpo de Bombeiros e aos irmãos do 3º batalhão por me acolherem, que Deus abençoe vocês e muito obrigado”, disse no vídeo. 

O deputado emedebista estava recluso, apesar de estar frequentando a Assembleia. Na semana passada, ele deixou a vaga de vice-presidente e o assento que tinha na Comissão de Segurança Pública da Casa. Ele conseguiu autorização da Vara de Execuções Penais e se tornou o primeiro deputado preso a trabalhar no Legislativo desde o dia 19 de junho. 

Com um discurso em tom religioso, o parlamentar disse que, apesar de preso, se considera livre por ter confessado seu crime. Cabo Júlio disse que a confissão foi motivo de conflito com os responsáveis por sua defesa, mas que ele decidiu falar com o céu. “A minha alma está livre, eu confessei o meu pecado publicamente”, disse.  

Preso, mas em paz

Cabo Júlio disse que sua participação na Máfia dos Sanguessugas foi um “espada no coração” por 16 anos, até que a Justiça mandou executar sua pena provisória. “Eu tô preso mas eu estou livre, eu errei em 2002, confiei erroneamente, nunca neguei que tenha errado e confessei isso publicamente”, disse. 

O parlamentar também agradeceu aos amigos e companheiros de igreja. “Eu estou preso, assim, trabalhando, estudando,com a vida diferente, mas a minha alma está em paz. É a alma daquele que errou, está pagando, confessou, mas a minha alma está livre. Estou tranquilo”, disse.  

Sala e estacionamento

O deputado ocupa uma sala em unidade dos Bombeiros de aproximadamente 30 metros quadrados, que conta com uma estrutura de cama, mesa de apoio com cadeira, ventilador de parede e banheiro com pia e chuveiro. Cabo Júlio tem direito a cela especial por ser militar da reserva e deputado estadual. 

Segundo a corporação, Cabo Júlio tem direito a três refeições diárias, banho de sol e dois dias de visita por semana e está dispensado do uso de trajes da Secretaria de Administração Prisional, pois não está em unidade gerenciada pela mesma.

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Com a autorização para trabalhar, o parlamentar sai diariamente das 8h às 18h para trabalhar na Assembleia. Segundo a assessoria do deputado, ele deixa o carrro estacionado nos bombeiros e conduz o veículo até o Legislativo, onde usa a garagem institucional. 

Condenação

O emedebista foi condenado duas vezes pela participação na Máfia dos Sanguessugas, escândalo que estourou em 2006 e consistiu no desvio de verbas do Ministério da Saúde para compra de ambulâncias nos municípios.
 
A condenação por improbidade administrativa lhe impõe quatro anos de reclusão e 40 dias-multa. Em outubro de 2016, Cabo Júlio foi condenado mais uma vez a pena de seis anos de detenção em regime semiaberto e ao pagamento de mais 50 dias-multa à proporção de um salário-mínimo de 2006.

As investigações do Ministério Público apontaram Cabo Júlio como autor de 20 emendas orçamentárias para 18 municípios mineiros que se comprometiam a direcionar as licitações a favor de determinadas empresas. Segundo a decisão do desembargador Ney Bello, o então deputado federal seria um dos cabeças do esquema. 

No relatório ele apontou que Cabo Júlio “percebeu vantagem paga em virtude de sua atuação na proposição de emendas orçamentárias em benefício de interesse da organização criminosa e fraudou caráter competitivo de processo licitatório ao impor que empresa integrante do grupo criminoso – máfia dos sanguessugas – se sagrasse vencedora em licitação”. 

Em nota, a assessoria do deputado afirmou que a sentença que o mantém preso está sendo questionada em recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

"Ação de improbidade é uma ação cível e não tem como pena prisão e sim multa. O processo penal que teve como pena 4 anos de detenção teve parecer do MPF pela prescrição e extinção do processo. O cabo Júlio é a única pessoa presa por uma sentença de grau único. Não houve sentença confirmada.".

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